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Abaixo, o excelente vídeo indicado pelo leitor Eddie.
Numa entrevista de quase uma hora ao programa “Ciência & Consciência“, o ex-padre Marcelo da Luz, autor do livro “Onde a religião termina?“, fala de uma forma bastante sóbria e honesta sobre o que o levou a tornar-se um descrente da fé que professava: a percepção de que, embora Jesus de Nazaré provavelmente tenha mesmo existido, Jesus Cristo foi apenas um mito desenvolvido a partir da história de um homem incomum, mas mortal, e cheio de defeitos.
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Arquivado em: YouTube

















http://www.atheistnexus.org/photo/macedo-pode-reivindicar-lonhagem-de-mona-lisa?xg_source=activity … é recomendável ler o comentário sobre a imagem postada nesse link.
Nota de Utilidade Pública:
O DEUSILUSAO tem página no Facebook?
Equívoco do Padre. Possivelmente, metade do cérebro dele ainda esteja lavado.
Não existiu homem nenhum. A estorieta da Bíblia foi feita a partir de mitos anteriores, Mitra, Horus, Attis, Baco, Buda, Krishna, Adonis, principalmente dos essênios que copiaram desses outros aí e já tinham quase tudo pronto. Até as “cartas de Paulo” já existiam 200 anos antes. (Vide textos achados em Qunram).
A estorieta de Jesus começou a ser montada a partir da segunda metade do Século I, pelos sacerdotes (padres) romanos.
Quem não gostar do que eu escrevi, que prove o contrário, ou aceite isso para sempre.
Esse ex pastor aindadeve ter medo do inferno. Pois no fundo admite a existencia de um tal de Nazareno, quando se sabe que TUDO foi inventado. Claro que existiram varios nazarenos, mas nada de divino nisto.
Nota 5 para a entrevisat do Ex-Pastor.
Valeu a pesquisa Eddie, Abracao Barros.
Bezerreck sua mãe está lá? Você esteve lá e vem aqui recomendar os serviços? Tente insuflar “gracinhas” desse tipo em referência ao Pensador e segure as pontas. Vai pro fakeboo, procure se enfiar no bigbrother, porque mandioca no pescoço já não seria seu caso, poderia rodar pras costas e lhe viciar; e vir aqui correndo também recomendar.
“O único discurso dentre todos que posam como oferecedores de crenças que se pode ver aos poucos evoluir é desse … (http://www.atheistnexus.org/photo/macedo-pode-reivindicar-lonhagem-de-mona-lisa?context=user ). Embora tenha começado com molequices lastimáveis, ao ficar rico (e ficar destrambelhado de tanto dinheiro entrar fácil com a exploração da “fé”), teve
cara para pelo menos afirmar: “Não dê o que não pode dar. A igreja está rica; já não depende de você se esforçar mais do que
não pode”. Por mais ferrenhos inconformados que sejamos com certas espécies, uma postura producente chama a atenção. Na
imagem do Macedo junto da imagem da Mona Lisa, a gente nota uma verossimilhança de traços inescapável. Talvez a Arte possa
compensar determinadas incompatibilidades. E possamos rumar para novas conciliações de posturas.
Se pensarmos bem, vamos ver que mais nos valeu a arte e engenhosidade de Da Vinci do que toda a marafurnália de rasuras
miseravelmente feias e dementes propagandeado “inferno”. Mais vale desenhos que fazem a água subir (boçais riem disso) e ser
transpotada para abastecer cidades e termos higiene nas casas do que a pregação de que se tem de ficar de mãos juntas
babando, esperando e pedindo. O conselho de ter “capcidade” de rir de si próprio estando em estado de desgraça, só cabe a um
palhaço sarcástico que lucra com certeza alimentando nosso desepêro. Só doentes riem da própria doença ao invés de tratá-la;
isso é encantador apenas para alívio deplorável a viciados prostrados.
Talvez nossa esperança de futuro seja a Arte e não tanta crença. Porque, decerto, olho pregado em pés e mãos de funcionarios,
só atesta a ineficâcia de um sofrível e medíocre administrador incapaz de identificar e contar com habilidade e competência.
Talvez nossa esperança de futuro seja a Arte e não tanta crença. Porque, decerto, olho pregado em pés e mãos de funcionarios,
só atesta a ineficâcia de um sofrível e medíocre administrador incapaz de identificar e contar com habilidade e competência.
Talvez a Humanidade fosse mais feliz quando singelamente admirava o sol e prestava atenção na chuva, sabendo agradecer
e reverenciar de maneira ingenua esses fenômenos, mas sendo rápida em observar quanto podia contar com a efemeridade e
intensidade deles; porque hoje toda sua presunção, e todas as suas crenças e “fés” para nada presta valia; apenas degenerar-
se arrastada a volumosas fantasmagorias, e pregada a uma cruz que a esfola por um suposto e mal inventado sacrifício inútil,
medonho, patético, interesseiro, enganador e parasita de nossas disposições e talentos.
É preciso que venhamos a repensar o custo de tanto do nosso engano. Ver que as competências se dispõem naturalmente, e
evoluem; mas insanas disputas por “glórias” caducam em inexorável decadência.
A tonteira é tanta e a Ciência já tão minada por misticismo e sofismas daninhos que até se alastra ser o Universo um caos e
um desarranjo confuso; essa bestice se compara à de um idiota que preguiçosa e debilmente besbilhota uma arrumadeira asacudir
as almofadas e proceder higiene num ambiente, o bacio desocupado ou cheio na cabeça dele imagina que o ambiente é um rebufu ao léu.”
Aproveitem o feriado … campo, praia, frescobol (Ipanema/RJ inventou esse esporte), skate, skysurfe, vamos VIVER …
Pausa para a beleza, ciência, arte, e entretenimento:
http://universityprimer.blogspot.com/?z#!/2012/02/afirmacao-comprovada-o-espaco-propende.html