Obrigado, Senhor

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Obrigado, Senhor, por não interferir:

– quando milhares de pessoas morrem de fome, de frio, de doenças e de maus tratos todos os dias no mundo;
– nas guerras que já mataram milhões em teu nome;
– nas catástrofes naturais que exterminam os que não te veneram, juntamente com quem acredita em ti e te ama, e confia que tu irá livrá-los do mal;
– na violência desmedida contra os indefesos e humildes, que só têm a ti para pedir proteção;
– nas mortes, depois de meses em agonia, dos que sofrem de doenças incuráveis (mesmo se tiverem orado a ti para minorar sua dor, ou antecipar seu próprio fim);
– no abuso físico, psicológico e sexual de inocentes por aqueles que usam teu nome para adquirir poder e respeito entre os homens;

E, finalmente, obrigado, Senhor, por ter arquitetado essa “gincana” em que bilhões e bilhões de seres humanos, durante milhões e milhões de anos, tiveram que superar todo tipo de desafio — contra animais selvagens, contra o clima, contra as catástrofes naturais, contra doenças, contra pragas, contra outros grupos rivais — para poder sobreviver neste planeta, e isso apenas para o Senhor poder escolher a quem premiar e a quem condenar no final. Espero que o Senhor esteja se divertindo bastante.
Amém.*

 

* Fui expulso de uma comunidade religiosa no Orkut após postar esse texto num tópico intitulado “Vamos agradecer ao Senhor”.

27 Respostas

  1. Foi injusto. Isso é sinal de que não gostam de ouvir as verdades e sentem-se mal em começar a pensar nas coisas sem serem autocríticos.

  2. Entendo a compulsão, mas veja-se quem realmente é o causador dos males. Nas guerras feitas pelos homens, nas fomes feitas pelos homens que não são complacentes a respeito dos desfavorecidos (falo contra mim), nos atos hediondos de violência e abuso sexual cometidos por homens vís, creio que não podemos culpar Deus, não podemos colocar o ser humano um nivel abaixo, o ser humano é o culpado.
    Poderíamos culpar Deus pela permissividade, mas esse foi o risco que Deus quis correr ao criar seres com livre-arbítrio, mas um dia haverá justiça descansem, não vejam este mundo como o único cenário.

    Agora por catástrofes naturais, a presença de doença e peste no mundo, eu creio que esses temas merecem discussão, e estou disponível para os discutir.

    Quanto à expulsão, eu sei que existem muitos religiosos que não querem falar, porque não passam de religiosos. Mas também não sei em que consistiu a expulsão, se houve agressão verbal ou desrespeito por parte do autor.

  3. Barros, da forma como escreves, até parece que, de acordo com o ateísmo, há alguma coisa de mal com a morte dos inocentes.
    Mais uma vez voltas a assumir coisas que não fazem sentido se o ateísmo estiver certo.

    A morte dos cristãos e não-cristãos numa calamidade natural só é um problema para os não cristãos (inferno). Para os cristãos, embora possa ser dolorosa, é uma passagem para uma existência superior.

  4. Reparem que neste post o Barros assume, sem justificar, a existência de uma Lei Moral na base da aqual descernimos que a morte de inocentes, a matança de pessoas devido à sua crença religiosa, e a dôr humana são coisas más.

    O Barros, tal como todos os ateus, não têm forma absoluta para descernir o bem do mal.

  5. Mats, pareces-me um rapaz inteligente… mas por favor… ser ateu não é ser amoral e muito menos imoral. A noção do que está certo ou errado é muito anterior ao Cristianismo, como bem sabes. Na minha opinião, é sobretudo o acumular de anos e anos de vida em sociedade… No fundo, as regras éticas e morais foram criadas para que a sociedade, enquanto estrutura, pudesse subsistir. A inexistência de leis morais ditaria o fim de uma sociedade equilibrada. É óbvio que as religiões apregoam algumas das normas morais que nos habituamos a reconhecer e respeitar, mas elas não propriedade de nenhuma religião 🙂

    Não precico que esteja escrito em algum lado que é incorrecto matar alguém…

    E bolas, Barros… você também é tramado 😉 já se sabia que seria expulso!!! Embora o texto seja absolutamente legítimo! E é legítimo que se questione onde está a Omnipotência…

  6. Mats, pareces-me um rapaz inteligente… mas por favor… ser ateu não é ser amoral e muito menos imoral

    Eu não disse o contrário. Eu só digo que, sem Deus, não há forma absoluta de se descernir o bem do mal. O Barros assume que o que ele julga ser o bem e o mal aplica-se aos outros. Ele não disse, e nem vai dizer porquê. Ele não vai dizer, não porque não tenha resposta, mas porque o seu ateísmo não tem forma para o tal.
    Para testares isso, repara na resposta que o Barros vai dizer. Ele vai dizer coisas que assumem uma Lei moral na base da qual se destingue o bem do mal. Mas pergunta-te o seguinte: será que a lei moral que o Barros subsecreve se aplica a mim? Se Deus não existe, quem é a “régua de medir” no que toca À moral?
    Esse é o ponto fulcral, que muitos ateus ignoram. Eles ignoram não porque não tenham inteligência, mas sim porque eles apercebem-se de que a sua religião não lhes dá resposta.
    O mesmo se passa com o Barros.

  7. Mats escreveu:

    Para os cristãos, embora possa ser dolorosa, é uma passagem para uma existência superior.”

    Isso é o que você “acha”. Isso é o que o crente “acha”, é o que “espera”. Eles não têm certeza a respeito, por isso que têm fé. Tanto é que qualquer crente vai tentar fugir da morte como qualquer ateu faria. Se fosse mesmo apenas essa tal passagem para um mundo superior e o crente “tivesse certeza” disso, deveria-se esperar outra atitude do religioso em relação à morte. Mas eles agem exatamente como se não acreditassem que a morte é apenas uma passagem. Eles agem como se a morte fosse o fim.

    Quanto à questão da moral, da tal régua para se medir moral e outros valores, publicarei, em breve, a resposta num post próprio. Como me prometi, não vou ficar “pregando” aqui no meu blog. Mesmo porque não tenho obrigação — muito menos intenção — de convencer ninguém de coisa nenhuma.

  8. Isso é o que você “acha”. Isso é o que o crente “acha”, é o que “espera”. Eles não têm certeza a respeito, por isso que têm fé.

    Tal como já falamos, Barros, “fé” e “certeza” não estão de costas voltadas. Eu tenho a certeza que Deus existe, e tenho fé que o que Deus disse se vai materializar.

    Tanto é que qualquer crente vai tentar fugir da morte como qualquer ateu faria. Se fosse mesmo apenas essa tal passagem para um mundo superior e o crente “tivesse certeza” disso, deveria-se esperar outra atitude do religioso em relação à morte.

    O que está subentendido na tua resposta é o seguinte silogismo:
    1. Se o crente sabe que a sua vida vai melhorar depois da morte, ele não vai fugir da morte.
    2. O crente foge da morte,
    3. Então o crente não sabe que a sua vida vai melhorar.

    O problema deste silogismo é que assume, sem evidências, que o facto de se saber que há uma vida melhor depois da morte, deve conduzir as pessoas a não quererem preservar a sua vida. Isto é facilmente refutável ao se afirmar que a vida é um dom de Deus, e como tal, é nosso dever preservá-la da forma que Deus quer.

    Mas eles agem exatamente como se não acreditassem que a morte é apenas uma passagem. Eles agem como se a morte fosse o fim.

    Se isto fosse verdade, então quanto mais alguém acreditasse na Bíblia, mais elas desejariam a morte. Mais elas se suicidariam com experança de um vida melhor. É isso que acontece?

    É o contrário! Quanto mais firme fôr a fé na Bíblia, menos propensa a pessoa está a incorrer em actos auto-destrutivos.
    Mais uma vez as tuas pressopusições são falsificadas pelas evidências sociais.

  9. Como me prometi, não vou ficar “pregando” aqui no meu blog. Mesmo porque não tenho obrigação — muito menos intenção — de convencer ninguém de coisa nenhuma.

    Claro que tens, Barros, e é perfeitamente normal. Mal de ti se tu não tentasses convencer os outros de que aquilo que tu acreditas está certo.

  10. 1) De onde vem a tua certeza, se não da tua fé?

    2) A valer tua refutação, pelo menos, deveria-se esperar que um crente não se tratasse de uma doença da qual fosse acometido — com a permissão de Deus — e que o tornasse debilitado fisicamente a ponto de poder levá-lo, em poucos meses, à morte. E aí:

    a. Se o crente contraiu tal doença foi porque Deus permitiu, de um jeito ou de outro; não há como fugir disso.

    b. Se Deus permitiu, talvez tenha sido porque está com intenção de “encerrar” a vida daquele crente.

    c. Se o crente procura tratamento para se livrar da doença e, consequentemente, da morte, estará contrariando a vontade de Deus.

  11. (premite-me barros)
    d. Deus talvez queira que o crente passe por uma tribulação para desenvolver crescimento na fé por exemplo

  12. Fixe, mais uma para acrescentar à lista

  13. Minha tia ia a igreja quase todo dia, agora ela não vai mais, pois ela está internada com câncer no intestino. É um teste de fé? Por mais fé que ela tenha a probabilidade dela se salvar é pequena. E se ela morrer será por falta de fé? Se ela morrer por falta de fé então ela irá para o inferno… Que pena!

    Isso parece mais uma prova do Jigsaw (Jogos Mortais). Aliás os crentes deviam adorá-lo também, pois seus objetivos são parecidos com os de Deus, um teste de força de vontade com pouca probabilidade de sobrevivência e uma recompensa no final (a vida no caso do Jigsaw e o Céu no caso de Deus).

  14. Aos poucos vemos que a farsa, “deus”, não passa em nenhum raciocínio lógico que possamos ter.

    Ficaremos sempre na impossibilidade de pensar

    Deus é assassino, mas não mata!
    Deus é bom mas é ruim;
    Deus é tudo mas não é nada ;
    Deus pode tudo mas não faz nada!
    Deus vê tudo mas é omisso!

    Como combinar isso tudo pra dizer que Deus faz só o bem, salva as pessoas, sabe de tudo e é justo??

    nunca, a equação nunca fecha, qualquer combinação levará à impossibilidade lógica!!!

  15. Barros,

    1) De onde vem a tua certeza, se não da tua fé?

    Vem das inúmeras evidências que Deus já deixou no universo, na história, na biologia, na arqueologia, na minha vida e muitas outras coisas. A minha fé em Deus não é a causa da minha certeza, mas sim uma das consequências da minha certeza. Tens a ordem invertida.

    2) A valer tua refutação, pelo menos, deveria-se esperar que um crente não se tratasse de uma doença da qual fosse acometido — com a permissão de Deus — e que o tornasse debilitado fisicamente a ponto de poder levá-lo, em poucos meses, à morte. E aí:
    a. Se o crente contraiu tal doença foi porque Deus permitiu, de um jeito ou de outro; não há como fugir disso.

    Exactamente. Deus pode permitir alguma coisa de má na vida do crente como forma de fortalecer a sua fé em Deus. O Apóstolo Paulo tinha uma chaga no corpo como forma de Deus mantê-lo humilde e dependente da Graça de Deus. Paulo não se tornou auto-destrutivo como efeito disso.

    b. Se Deus permitiu, talvez tenha sido porque está com intenção de “encerrar” a vida daquele crente.

    Ou não. Deus pode ter outros motivos, como viste na minha resposta em cima.

    c. Se o crente procura tratamento para se livrar da doença e, consequentemente, da morte, estará contrariando a vontade de Deus.

    MAs isso assume aquilo que tu não provaste, nomeadamente, que todas as doenças que Deus deixa que aocnteçam na vida co crente é para matá-lo. Não suportaste esta tua posição.
    Tens alguma evidência disso?

  16. Sararuca,

    Aos poucos vemos que a farsa, “deus”, não passa em nenhum raciocínio lógico que possamos ter.

    Mas se Deus não existe, o “raciocínio lógico” não existe. Tudo aquilo que tu pensas que se passa na tua mente são apenas interacções das forças naturais com os químicos lá existentes. Tu não poderias pensar doutra forma mesmo que quisesses. Aliás, nem eu.
    Sem Deus, não há justificação para o “pensamento lógico”.

    Tu podes muito bem usá-lo, mas ao fazeres isso está a refutar o ateísmo.

  17. Mats escreveu:

    Vem das inúmeras evidências que Deus já deixou no universo,(…).”

    Você alega a certeza de Deus por conta das evidências que você também atribui a ele. Ora, isso é tautológico, como sempre: usar no argumento aquilo que se deseja provar.

    Saracura: perfeita a sua argumentação. Note que o Mats não se aventurou a contestá-la. E ri muito com o seu comentário no post “Seus problemas acabaram!”, principalmente na parte do sacrifício das baratas… rsrsrsrsrs

  18. Você alega a certeza de Deus por conta das evidências que você também atribui a ele. Ora, isso é tautológico, como sempre: usar no argumento aquilo que se deseja provar

    Tal como é “tautológico” um cientista observar um fenómeno, formular uma hipótese, e tentar encontrar evidências que confirmem a hipótese, certo?

    Barros, claro que os argumentos a favor de Deus pressupõem a existência de Deus. Os argumentos a favor do ateísmo assumem que o ateísmo está certo.

    Qual é o problema?

    Se a interpretação Bíblica está de acordo com as observações, então se calhar é porque o Deus da Bíblia é o Deus Verdadeiro.

  19. Tal como é “tautológico” um cientista observar um fenómeno, formular uma hipótese, e tentar encontrar evidências que confirmem a hipótese, certo?”

    Errado.

    O cientista não tenta encontrar evidências que confirmem uma hipótese. Ele apenas explica como uma evidência se encaixa na hipótese formulada. Se uma evidência não se encaixa, ou a hipótese precisa ser refeita ou descartada. Isso é desonesto? Não. Se eu te digo que todo corpo tem que cair para o solo quando não houver nada que o prenda, e, ao soltar uma pena, percebo que ela não cai ao solo e, sim, sai voando, eu refaço a proposição inicial e, aí, passo a levar em conta outras forças que podem estar atuando sobre o objeto, e digo que a teoria inicialmente proposta só vale para o vácuo.

    Ou seja, reformulei a teoria, quando uma nova evidência não se encaixou nos fatos, mas isso não significa que eu estou assumindo o que quero provar.

    É o que vocês dizem ao afirmar que o milagre da multiplicação dos peixes se deu porque Jesus podia operá-lo.

  20. O cientista não tenta encontrar evidências que confirmem uma hipótese. Ele apenas explica como uma evidência se encaixa na hipótese formulada.

    Tal como os cristãos fazem em relação a Deus. Nós mostramos que a pressopusições Bíblicas é a que melhor encaixa as evidências.

  21. No método cientifíco tiram-se conclusões dos fatos.No método religioso tiram-se fatos das conclusões.

  22. Os factos não se interpretam a si mesmos, mas sim são englobados numa cosmovisão.

  23. Fica muito difícil viver nesta ilusão chamada deus!

    Nada funciona. Quando funcionar dirão que é perfeito. Mas não o é!

    Desgraça, pertence aos homens, sorte aos deuses…

    Alguma maneira de estar certo seguindo isso: não?

    Contradições apenas…então só resta uma alternativa interessante e mais simples: Deus não existe!!!

    Senão jogaríamos ao lixo todo e qualquer progresso da humanidade que não depende da força divina. Afinal se ele interferir nada dá certo como os cientistas enumeram…..

    Até agora nada da força divina se revelou na minha vida…nenhum milagre…nenhuma bonança..nenhuma mágica sobrenatural que faça com que eu veja, sinta, observe, descreva a sua existência…

    Não querendo ser egoísta a respeito da sua existência não se ter revelado em mim……Nunca houve nenhuma comprovação da sua força ou desenvoltura na humanidade…..posso enumerar todas as catástrofes, iniquidades, injustiças, desgraças, que ocorrem sob seus pés…

    Aí então surge alguém dizendo: os homens causam tudo…..imaginem!

  24. Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. (Mateus, VII: 1-2).

    Mats devias medir teu julgamento sobre Barros, afinal tu acreditas na palavra do senhor, e se acreditas nela; deverias seguir a passagem de Mateus, VII: 1-2

  25. Mas a mensagem é de Mateus ou de deus?

    Eu ainda fico triste quando argumentam que a bíblia é magnífica pois os diversos livros se encaixam. Eles só esquecem de considerar o fato de que diversos outros livros foram taxados de apócrifos e não “entraram” na seleção. Aí eu pergunto, quem editou a bíblia deus ou Constantino? Eu posso provar que foi Constantino e seu concílio em Nicéia, agora provar que deus agiu sobre eles é só conjectura, achismo.

    Esse é um exemplo perfeito do que o Barros disse sobre o método indutivo e dedutivo. Na religião ele continua seguindo o arcaico modelo filosófico de Aristóteles que usava apenas a lógica como base para a formulação de hipóteses. A ciência, com base no próprio Aristóteles que provou ser a lógica por si só manipulável, ampliou esse método de Descartes em diante e uniu a lógica, à imaginação e ao empirísmo. Uma análise que utilize apenas um desses elementos, como a teologia e a filosofia, não pode ser considerada como fato, é apenas argumentação e conjecturas. A filosofia não se propõe a provar nada e sim questionar, quem PROVA é a ciência.

    Argumentar sobre a complexidade irredutível como causa para deus é tão lógico e plausível do que argumentá-la para civilizações extraterrestres ou seres interdimensionais.

  26. Bom mais uma vez ridiculo culpar deus por o que acontece ou deixa de acontecer, se rezar fosse a solução eu ia fica em casa o dia todo nao ia sair pra trabalahr nem estudar nem aprender somente ficando la rezando resolveria todos meu problemas casa pra pagar comida pra alimenta roupa pra agasalhar

    tudo isso acontece por cupla sua minha e dos outros que rouba mata ou que vem algum roubo e fica queto não faz nada memso as vezes podendo fazer ve uma injustiça e se cala e por ai vai o povo devia começar a fazer mais em vez de rezar e ficar falando asneiras.

  27. Branfs,

    É verdade! As pessoa devem ir à luta para conseguir seus sonhos e não esperar por um deus ausente. Concordo plenamente!

    Não adianta falar “asneiras” como a que existe um senhor que sabe de tudo, manda em tudo, mas não aparece. Asneiras que dizem que obra milagre, que faz nascer cabelo em careca, que pode tudo..

    São asnerias passadas de pai pra filho sem preocupação com sua discrepâncias.

    Um grupo de religiosos fez uma pesquisa para provar a eficiência da oração. O resultado foi óbio: a mesma coisa, tanto para quem recebia oração, quanto para quem não recebia, e até um desvio negativo para quem recebia..Conclusão: não funciona rezar, orrar.

    O mundo é o físico! O que disseram de sobrenatural ou metafísico, nunca existiu….os seres humanos gostam de se enganar diante da sua fragilidade da vida, única, efêmera, destinada à morte líquida e certa, com dúvida apenas na duração….

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