Países menos religiosos são socialmente mais avançados

Excelente leitura para o fim de semana…


O que seria de nossas sociedades se Deus simplesmente não existisse para grande parte da população?

Essa foi uma das perguntas que o sociólogo norte-americano Phil Zuckerman certamente tinha em mente ao dar início à sua mais recente pesquisa, que o levou a morar por mais de um ano na Escandinávia, especificamente na Dinamarca e na Suécia. Na bagagem, levava uma pergunta desafiante: como esses dois países, considerados os menos religiosos do mundo em todas as pesquisas prévias, podiam ser os que possuíam os mais altos índices de qualidade de vida, com economias fortes, baixas taxas de criminalidade, alto padrão de vida e igualdade social (em resumo, “contentment”, contentamento, satisfação, como ele chamou no subtítulo de seu livro)?

Zuckerman tinha ainda outro objetivo, mais localizado. Segundo ele, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, a maioria de seus conterrâneos norte-americanos “pensa que qualquer sociedade que deixa de louvar a Deus ou de colocá-Lo no centro de sua cultura será condenada”, ou que “sem uma religião forte, um país se desintegrará no caos, no crime e na imoralidade”. Assim, entrevistando 150 cidadãos dinamarqueses e suecos, ele quis mostrar que, mesmo sem Deus, “é possível que uma sociedade seja forte, saudável, moral e próspera”.

O resultado de sua viagem foi recém publicado em livro, pela New York University Press, intitulado “Society Without God – What the Least Religious Nations Can Tell Us About Contentment” [Sociedade sem Deus – O que as nações menos religiosas podem nos dizer a respeito da satisfação].

Phil Zuckerman é sociólogo, com mestrado e Ph.D. em Sociologia pela Universidade do Oregon. Atualmente, é professor do Pitzer College, em Claremont, no sul da Califórnia.

Também é autor de “Sex and Religion” (Wadsworth, 2005), “Invitation to the Sociology of Religion” (Routledge, 2003), “Du Bois on Religion” (Alta Mira Press, 2000) e “Strife in the Sanctuary: Religious Schism in a Jewish Community” (Alta Mira Press, 1999), dentre outros.

Em sua página no site do Pitzer, está publicado um dos principais artigos de Zuckerman, intitulado Ateísmo: Taxas e Padrões em que ele analisa detalhadamente diversos dados sobre o ateísmo contemporâneo (em inglês). Esse texto faz parte do livro “The Cambridge Companion to Atheism“, organizado por Michael Martin (Cambridge University Press, 2007).

A entrevista:

IHU On-Line – Como você realizou a sua pesquisa na Escandinávia? Qual foi a sua intenção e as suas principais descobertas?

Phil Zuckerman – A maioria dos norte-americanos pensa que qualquer sociedade que deixa de louvar a Deus ou de colocá-Lo no centro de sua cultura será condenada – e que, sem uma religião forte, um país se desintegrará no caos, no crime e na imoralidade. Eu quis mostrar que isso não é necessariamente verdade. Eu quis mostrar aos meus conterrâneos norte-americanos que é possível que uma sociedade seja relativamente irreligiosa e, ainda assim, forte, saudável, moral e próspera.

Há mais ou menos quatro anos, a Cambridge University Press [editora universitária] me pediu para escrever um capítulo de um livro a respeito de quantos ateus existem no mundo. Então, eu passei cerca de seis meses procurando por todas as pesquisas nacionais e internacionais que eu pudesse encontrar. No fim, as pesquisas mostraram que a Dinamarca e a Suécia são, talvez, os países mais irreligiosos do mundo. Muitas pessoas, na Dinamarca e na Suécia, dizem acreditar em Deus, mas muito poucas dão importância a essa crença. Muito poucas pessoas rezam a Deus, ou acreditam que o Deus literal da Bíblia é real, ou acreditam que a Bíblia é divina.

Esses países têm os menores índices de crença na vida após a morte, na ressurreição de Jesus, no céu e no inferno etc. Além disso, têm os menores índices do mundo em termos de participação semanal na igreja. E mesmo assim, apesar de tudo isso, estão entre as sociedades mais prósperas, igualitárias, civilizadas e humanas da Terra. Quando olhamos os níveis de sucesso social, da alfabetização à expectativa de vida, da igualdade de gênero aos padrões ambientais, da saúde à democracia, da criminalidade aos cuidados com os mais velhos e com as crianças, as nações da Dinamarca e da Suécia estão no topo da lista.

Em resumo, a Dinamarca e a Suécia provam que é possível que as sociedades sejam relativamente não-religiosas e ainda assim muito honestas e boas. Eu quis que os meus conterrâneos norte-americanos soubessem disso.

Para entender melhor a falta de religião na Escandinávia, assim como melhor compreender a cultura de lá, eu vivi na Dinamarca durante 14 meses, em 2005-2006. E, durante esse tempo, eu realizei 149 entrevistas em profundidade com dinamarqueses e suecos de todas as classes sociais. Essas entrevistas me permitiram ir mais fundo do que os dados das pesquisas e realmente tentar entender o secularismo escandinavo.

Minhas descobertas principais: dinamarqueses e suecos são, de fato, muito seculares. E, mesmo que eles não tenham crenças religiosas fortes, geralmente são muito satisfeitos. Não acreditam na vida após a morte, mas mesmo assim eles ainda levam vidas repletas e valiosas. E não acham que exista um “significado religioso último” para a vida, e mesmo assim eles ainda aproveitam o seu tempo aqui na Terra e fazem o melhor que podem com ele. Finalmente, eu tentei entender por que essas nações são tão contrárias à religião e em que sentido elas são diferentes dos Estados Unidos no que se refere à religião e à cultura política.

IHU On-Line – Em que sentido a falta de religião está ligada à satisfação das sociedades da Dinamarca e da Suécia?

Phil Zuckerman – A Dinamarca está no topo de todas as pesquisas internacionais que se referem à felicidade. A Suécia também está bem lá em cima. Os dinamarqueses e os suecos parecem ser pessoas razoavelmente satisfeitas. Isso está ligado à falta de religião deles? É difícil dizê-lo. É ainda mais difícil prová-lo. Eu não acho que uma falta de religião, por si só, faça com que os dinamarqueses e os suecos se sintam felizes ou satisfeitos. Pelo contrário, nós só temos que notar que a falta de religião ou a falta de uma conexão forte com Deus parece não levar ao desespero, à depressão, à tristeza ou à apatia. Em outras palavras, a falta de uma fé forte não causa necessariamente a felicidade, mas também não é uma barreira ou um impedimento.

IHU On-Line – Você não concorda que, de certa forma, essas sociedades alcançaram esse bem-estar social por um substrato cristão de raízes antiqüíssimas? O inconsciente coletivo cristão que acompanhou o desenvolvimento dessas sociedades não teve importância nesse sentido?

Phil Zuckerman – Definitivamente. Não se questiona que certos valores cristão, ao longo dos séculos, ajudaram a dar forma a esses estados de bem-estar social. Não se questiona que os ensinamentos de Lutero tiveram o seu papel, assim como a visão religiosa de Grundtvig [1]. Entretanto, devemos ser cuidadosos por diversas razões.

Primeiro, aqueles que construíram o estado de bem-estar social tendiam a ser democratas sociais seculares, que eram, muitas vezes, anti-religiosos. Não foram os dinamarqueses e suecos fortemente religiosos que construíram o estado de bem-estar social. Então, parece um pouco injusto dar muito crédito ao cristianismo, quando foram os dinamarqueses e suecos seculares que verdadeiramente criaram as nações modernas e prósperas da Dinamarca e da Suécia que nós hoje admiramos.

IHU On-Line – Em uma sociedade religiosa, os valores humanos estão baseados em uma concepção que vai além do próprio humano, chegando a Deus. Em que estão baseados os valores humanos em uma sociedade irreligiosa?

Phil Zuckerman – Simples: no valor fundamental da vida humana. Os dinamarqueses e os suecos têm um respeito muito forte pela dignidade humana. Eles criaram sociedades com as menores taxas de pobreza do mundo, as menores taxas de crimes violentos do mundo e o melhor sistema de educação e de saúde do mundo. Eles fizeram isso não como uma tentativa de agradar ou alcançar Deus, mas porque vêem um valor manifesto na vida humana e acreditam que o sofrimento é um mal em e além de si mesmo.

Não é necessário acreditar em Deus para acreditar na justiça. De fato, se poderia argumentar que aqueles que acreditam fortemente em Deus podem ser mais indiferentes e assumir que “tudo está nas mãos de Deus”, enquanto que os seculares sabem que a possibilidade de construir uma vida e um mundo melhores está nas mãos deles e apenas deles. Então, os dinamarqueses e os suecos contaram apenas com o seu próprio esforço – não com orações a Deus.

IHU On-Line – Podemos assumir que uma sociedade irreligiosa não é a garantia do inferno na terra. Porém, quais seriam suas principais limitações e problemas sociais? Quais seriam suas causas?

Phil Zuckerman – Nenhum país é livre de problemas. Nenhuma sociedade é livre de quaisquer erros ou fraquezas. Sim, existem problemas na Dinamarca e na Suécia. Mas eu diria que, independentemente de quais sejam esses problemas, eles comumente são piores em qualquer outro lugar. Quais limitações ou problemas podem surgir em sociedades seculares? Eu não posso dizer com certeza. Eu não tenho resposta.

IHU On-Line – Em seu livro, você afirma que uma “sociedade sem Deus não é apenas possível, como também pode ser moral, próspera e completamente agradável”. Essa é apenas uma constatação ou também uma sugestão? Sua intenção é defender e propor uma sociedade ateísta?

Phil Zuckerman – Eu não tenho nenhum desejo de propor uma sociedade ateísta. Eu acho que a religião pode ser uma coisa boa e moral. Eu acho que a religião oferece histórias e rituais maravilhosos, que os líderes religiosos ajudam as pessoas durante tempos difíceis ou nos ritos de passagem e que a religião – como qualquer criação humana – pode, às vezes, ser uma força potencial do bem no mundo. Eu não estou recomendando que as sociedades se tornem seculares. Eu estou simplesmente tentando mostrar ao mundo que o secularismo não é um mal em ou além de si mesmo, que a religião não é o ÚNICO [sic] caminho para se criar uma sociedade saudável e que precisamos reconhecer que as nações mais religiosas hoje são as mais caóticas, miseráveis e corruptas, e a tendência é que as sociedades menos religiosas hoje sejam as mais estáveis, seguras e humanas. As pessoas podem fazer o que quiserem com essas informações.

IHU On-Line – Na sua opinião, qual a explicação para a grande maioria da população que se considera religiosa em países como o Brasil? Seríamos menos “satisfeitos”?

Phil Zuckerman – Eu não sei se as pessoas são menos satisfeitas e contentes no Brasil por si sós (todo brasileiro que eu já conheci era muito feliz e satisfeito!). O que eu sei é que, no Brasil, vocês têm taxas de pobreza e de criminalidade mais altas, níveis muito altos de desigualdade, de corrupção política, um sistema de saúde mais pobre, uma igualdade de gênero mais fraca etc. Vocês têm centenas de milhares de desabrigados vivendo nas ruas, dezenas de milhares de crianças pedindo comida etc. Claro, vocês também têm Milton Nascimento e Os Mutantes. Então, quem pode reclamar?

IHU On-Line – E nos EUA mesmo, país plenamente “satisfeito” em termos sociais, como o senhor explica a grande expansão de seitas cristãs?

Phil Zuckerman – Explicar a religião nos EUA é um assunto de grande importância – e eu abordo isso no meu livro. Em poucas palavras, os altos índices de religiosidade nos EUA têm a ver com o seguinte: a religião é pesadamente comercializada e agressivamente “vendida” aqui. Nós também temos altas taxas de pobreza, de criminalidade e de desigualdade, nós também temos altos índices de diversidade racial e étnica e um excesso de comunidades imigrantes – tudo isso contribui com a nossa forte religiosidade aqui nos EUA.

IHU On-Line – Em seu livro, você diferencia o ateísmo ditatorial e o democrático, assim como a religiosidade ditatorial e a democrática. Em que se fundamenta essa diferenciação?

Phil Zuckerman – Simples: o ateísmo é forçado sobre a população ou não? Na antiga URSS, a religião se tornou virtualmente ilegal, e as pessoas que eram fortemente religiosas enfrentaram todos os tipos de punições possíveis, incluindo a tortura e a prisão. Esse também foi o caso da Albânia. E da Coréia do Norte. Se uma sociedade é regida por fascistas que impõem o ateísmo sobre uma população relutante, ele não é orgânico. É forçado. Entretanto, se olharmos os países democráticos onde a religião é simplesmente abandonada pelas pessoas livremente ao longo do tempo e sem nenhuma coerção governamental (como na Grã-Bretanha, nos Países Baixos, na Escandinávia etc.), então podemos dizer que esse é um secularismo mais orgânico, verdadeiro, livre e honesto.

IHU On-Line – Não se poderia ler em seu livro um pouco de “preconceito” com os ateus, afirmando que eles são “bons”, e um pouco de “obviedade” com os religiosos, por mostrar que eles também são humanos e têm o direito de errar, inclusive socialmente?

Phil Zuckerman – Eu não tenho certeza do que você quer dizer com essa questão. Eu não sei se os ateus são “bons”. Tudo o que eu sei é que as sociedades menos religiosas da Terra hoje tendem a ser as mais saudáveis, mais morais, mais igualitárias e mais livres – e as nações mais religiosas da Terra hoje tendem a ser as mais corruptas, pobres, dominadas pelo crime e caóticas. Os leitores podem fazer o que quiserem com essa informação. E eu sei que as pessoas relativamente não-religiosas que eu conheci e/ou entrevistei na Escandinávia estavam entre as pessoas mais gentis e mais humanas que eu já conheci – e tudo sem muita fé em Deus.

Notas

1. Nikolai Frederik Severin Grundtvig (1783-1782) é uma das personalidades mais importantes na história da Dinamarca. Professor, escritor, poeta, filósofo, historiador, pastor e político, Grundtvig teve grande influência na história dinamarquesa. Os escritos de Grundtvig contribuíram para o surgimento do nacionalismo dinamarquês, a formação de cultura democrática e o desenvolvimento econômico. Convertido ao luteranismo em 1810, publicou “Kort Begreb af Verdens Krønike i Sammenhæng” [A crônica do primeiro mundo], de 1812, uma apresentação da história européia em que tenta explicar como Deus se faz presente na história humana e no qual critica a ideologia de diversos expoentes dinamarqueses.  Em 1825, publicou “Kirkens Gienmæle” [A réplica da igreja], uma resposta à obra de H. N. Clausen sobre o protestantismo e o catolicismo. Para Clausen, apesar de a Bíblia ser a principal base do cristianismo, ela era uma expressão inadequada de seu sentido global. Grundtvig chamou Clausen de professor anticristão e defendeu que o cristianismo não era uma teoria para ser derivada da Bíblia e elaborada por estudiosos, questionando o direito dos teólogos de interpretar a Bíblia. Por causa disso, foi proibido de pregar pela Igreja Luterana durante sete anos. Entre 1837 e 1841, publicou “Sang-Værk til den Danske Kirke” [Obra musical para a Igreja dinamarquesa], uma rica coleção de poesia sacra. No total, Grundtvig escreveu ou traduziu cerca de 1.500 hinos. A partir de 1830, deu origem ao movimento “Folkehøjskole” [alta escola popular] da Dinamarca, que influenciou a educação de adultos nos EUA na primeira metade do século XX, por meio de um tipo singular de escola, do e para o povo. As reflexões de Grundtvig sobre educação eram norteadas por cinco idéias centrais: a palavra viva (det levende ord), iuminação para a vida (livsoplysning), iluminação do Povo (folkeoplysning), dialógo equilibrado (Vekselvirkning) e as pessoas comuns acima das educadas (folket overfor de dannede).

Mais detalhes sobre o assunto em Demografia do Ateísmo

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38 Respostas

  1. Hoje era o dia do Saracura publicar o texto dele, mas como não foi postado nada, resolvi adiantar essa matéria. É longa, mas vale a pena.

  2. Faroeste caboclo, mas vou ler…

    Fabenrik
    ateu e atoa

  3. O Mats vai ter um ataque quando ler este post. Será que ele vai ser capaz de engolir o fato de que existem pessoas capazes de ter prosperidade e moral sem seguir o livro de contos de fadas dos cristãos?

  4. Deixando bem claro países democráticos, onde existe religião e o povo escolhe livremente o ateismo.

  5. Não só escolhero ateísmo que insere o comportamento tal qual, mas O PRINCIPAL : não causam estranhezas como acontece ,por exemplo, aqui.

  6. Também uma das queixas da interferencia religiosa de forma negativa,é exatamente isso dito por aqui, nesta entrevista,neste texto : ” deixar nas mãos dele” .

  7. Você quer calar a boca, ou melhor quer tomar no cú?

  8. Sempre tão educados…
    Jesus também vivia chamando as pessoa de víboras hahaha.

  9. Não concordo, esses países citados são sem expressão, vejamos as origens da Inglaterra e EUA? veja Israel um país muito pequeno mas esta no noticiario internacional todos os dias.

  10. Que eu saiba os EUA era colônia inglesa hehehe. E Israel só aparece com ataques terroristas muito bom isso né ? Um lugar com tanta fé e tão destruido por ela hahaha.

  11. Bola da vez! Seria uma profecia do Hagnus?

    1º O Brasil se torna 50% Evangélico até 2020.

    2º Se torna a 5ª Maior potência econômica até 2016. (Ultrapassando A França e o Reino Unido).

    3º Passaremos a ter orgulho da bandeira da nação (E não só em época de Copa do mundo).

    4º Países no mundo passarão a bajular e admirar o Brasil, e brasileiros deixará de admirar ou bajular os EUA e outras potências.

    5º Os clubes de futebol com moeda forte irá conseguir manter os atletas no país.

    6ª Em período de guerras, a ONU convocará também o Brasil para manter a ordem lá fora, provavelmente no Oriente Médio, talvez quando Israel e EUA resolverem parar o plano nuclear do Iran.

    7º Sendo convocado pela a ONU, o Brasil deixará de ser visto por alguns países, como nação pacífica.

    8º por intervir em questões estrangeiras, o terror poderá chegar por aqui.

  12. Hahaha falando de si mesmo em 3° novamente tá entrando em parafuso mesmo hehehe.

  13. O preço do progresso!

  14. Muçulmanos não negociam! Nada de sôcos em ponta de faca.

    A árvore da liberdade deve ser regada de quando em quando com o sangue dos patriotas e dos tiranos. É o seu adubo natural.

    (Thomas Jefferson)

  15. Não negociam e seguem o mesmo deus que o seu né ? Isso esquece de falar.

  16. Com certeza o que Maomé ensinou para Eles não é o mesmo que JESUS no ensinou.
    Isso esquece de falar.

    Bíblia e Al Corão não é o mesmo livro.

    Mas oce é cabeça dura, dentro de 5 minutos já esqueceu o que falei.

  17. Hahaha é o mesmo deus , Jesus foi profeta , não me lembro de protestantes na bíblia .

  18. http://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A3o é a mesma fé apenas com algumas mudanças hahaha.

  19. Tanto é o mesmo deus que até a história de caim e abeu é a mesma nos dois livros e deus protege o assassino em ambas as histórias!

  20. Amorim,

    Não questiono isto!
    Sei que o Alá dos Mulçumanos e Javé dos Judeus é o mesmo Jeová, Grande Eu Sou e o Emanuel dos brasileiros.

    O Velho Testamento (1ª Aliança) do Toráh,é o mesmo Velho Testamento dos Cristãos.

    ISTO TODO MUNDO SABE, não é uma novidade.

  21. Hahaha deus joga em todos os times hehehe.Manda uns contra os outros por pura diversão hahaha.Só pra citar que ele disse ao Islã para matar os cristãos e judeus hehehe.

  22. Ele disse não!
    Maomé escreveu isso no Al Corão.

  23. Hahaha Hagnus é o mesmo deus querendo ou não hahaha.

  24. Na verdade não é o mesmo deus porra nenhuma!

    Essa confusão toda é obra de Discórdia! Ela manipulou um bando de ignorantes no deserto e conseguiu acabar com o domínio dos seus pares no olímpo.

    O melhor é que ela não queria poder, só anarquismo mesmo então tá do jeito que ela quer, uma zorra.

    Ela deve estar rindo disso tudo a uns bons séculos.

    O livro sagrado Principia Discordia relata tudo isso, é uma mensagem inspirada, uma revelação incontestável ou não.

    Duvidam? Então vejam: http://1001gatos.org/download/3/

    Salve Éris, salve toda discórdia!

  25. Hahaha um seguidor do Olímpo.Ou estou errado ?

  26. EXTRA! EXTRA! Em lugar nenhum no mundo existe um País com 50% de protestantes QUE SEJA SUBDESENVOLVIDO.

    Deus é paz! Deus é progresso! Deus faz povo animal se tornar povo DESENVOLVIDO e CIVILIZADO.

    “Contra fatos não existem Barrosmento”

    Salmos 1 :1 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
    2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
    3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

    Salmos 113:8
    Para o fazer assentar com os príncipes, mesmo com os príncipes do seu povo.

    Deuteronômio 28:13
    E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir.

  27. esse blog até seria ótimo (sendo apenas bom) se não fosse tanto spam desse troll chamado Hagnus… como vocês conseguem aturar alguém que nada acrescenta e ainda se acha a bosta do cavalo do bandido?

  28. Extra Extra o nível de aprendizado diminui nos EUA http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=1074 o fundamentalismo cristão está deixando as crianças mais burras hehehe.

  29. Diminui Leonardo?

    Então leia esta aquí

    http://fastlove.wordpress.com/2008/09/05/finalmente-a-verdade-e-dita-na-tv-americana-anne-graham-e-o-11-de-setembro/

    Logo abaixo se fala da Educação.

  30. Na verdade iremos ultrapassar os EUA, em todos os sentidos,

    Quem duvida por aqui?

    Olha que em 60 anos (Após a 2ª Guerra) os EUA sustentam como a maior potência mundial.

    Quem duvida por aqui? Procuro um desafiante para me estimular.
    Paradóxo1 Já que os evangélicos caminham para conquistar a nação, não deveria a educação regredir? Ehehe…

    E como um crente iria afirmar com tanta certeza que o Brasil iria ultrapassar a maior pontência do mundo? De onde Ele tirou essa FÉ?

  31. E se é apenas uma louca fé, SEM NÉXO! Essa fé não deveria ser barca furada?

    Em 2020 o Hagnus e toda crentalhada não seria envergonhados?

    Se o efeito placebo funciona não deveria os contrários deixar o orgulho de lado e passarem a seguir o tal efeito?

    O povo quer solução! Não importa se vem das mãos de um médico ou um Pastor, não importa se o cara é feio ou bonito, rico ou pobre, se tem o nariz grande ou pequeno.

    EFEITO PLACEBO PARA O POVO SAINDO BEM QUENTINHO AE.

    João 9

    20
    Seus pais lhes responderam, e disseram: Sabemos que este é o nosso filho, e que nasceu cego;

    João 9: 21
    Mas como agora vê, não sabemos; ou quem lhe tenha aberto os olhos, não sabemos. Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo; e ele falará por si mesmo.
    __________________

    Resultado, o povo quer resultado, solução.

  32. Ainda se Charles Darwin reencarnasse e tentasse desvirtuar a FÉ dos crentes, o povo ainda assim iria querer optar pelo lado que produz RESULTADOS!

    É Como programa de TV, não deu audiência, FORA!
    É como time de futebol, não ta jogando mais nada, FORA! ( pode ter sido o herói do passado)

    É como política, não fez nada em 4 anos, Fora.

    O povo é uma espécie de termômetro do indivíduo.

  33. Hahaha tratando Charles Darwin como lider religioso novamente ?
    ———————–
    Imagino um Vestibular de biologia com duas opções
    A)A correta de acordo com a ciência
    B)Foi deus quem fez.
    ——————————-
    Hahaha do jeito que o povo é ignorante que pula de fé em fé até achar uma que agrade , não dúvido do efeito placebo, quem gosta de berro e show de dança tem uma igreja pra ele , quem gosta de surf tem uma ugreja pra ele , finanças então hahaha.
    Lembre-se que um dos motivos da sua fé crescer é esse a igreja à gosto do freguês tem a gay , a que não crê no inferno , é a favor do aborto e assim a fé mantem o seu negócio.

  34. Hehehe usando o exemplo de 11 de setembro onde o MESMO DEUS QUE O SEU inspirou aqueles homens a se jogar no prédio hahaha.Ter fé sem poder provar que ela é real da nisso , qualquer outra é tão real quanto até o Jediismo.

  35. Phil Zuckerman estar desinformado sobre a Dinamarca e a Suécia.

    SUÉCIA:

    Religião: cristianismo 89% (Igreja da Suécia 86,1%, católicos 1,9%, pentecostais 1%), outras 11% (1995).

    DINAMARCA;
    Religião: cristianismo 88,7% (luteranos 87%, outros cristãos 1,7%), islamismo 1,5%, sem filiação e outras 9,8% (1995).

    FONTE:
    http://www.portalbrasil.net/europa_dinamarca.htm

    Obs. Leonardo, JÁ ADIANTO A RESPOSTA!

    Não estou discutindo frequência de cultos!

    O culto do Cristão pode ser realizado até no deserto, em um ambiente livre!
    Sem precisar estar dentro de 4 paredes.

  36. Agnus AB+,

    Note as datas. Sua fonte é de 1995, enquanto que a estatística de Zuckerman é de 2005.

  37. É Agnaldo o mundo dá voltas, o seu deus nem foi o 1° a ser inventado em 200 mil anos de homo sapiens hahaha.

  38. Ainda se Charles Darwin reencarnasse e tentasse desvirtuar a FÉ dos crentes, o povo ainda assim iria querer optar pelo lado que produz RESULTADOS!

    http://radiacaodefundo.haaan.com/2010/10/21/o-argumento-economico/

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