O lado escuro da Lua…

Às vezes as coisas são piores do que você pode imaginar. Às vezes, são melhores.

Eu já publiquei, há algum tempo, um post sobre esse filme sueco, que teve o título em português traduzido para “Deixe Ela entrar”.

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clique na imagem para ler o post

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Ele está sendo refilmado pela indústria americana e pode chegar por aqui até o fim do ano:

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clique para ver o trailer

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A heroína é a mesma do filme abaixo, sobre como as heroínas deveriam ser, se não fosse quase impossível amá-las assim.

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Mas o amor sempre persiste. E resiste. E surpreende. Como esse filme que vi hoje. Duas vezes.

“Lolita. Luz da minha vida. Fogo na minha carne.”

Senhoras e senhores membros do júri, olhai este emaranhado de espinhos:


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18 Respostas

  1. […] This post was mentioned on Twitter by DeusILUSÃO, Valmidênio Barros. Valmidênio Barros said: https://deusilusao.wordpress.com/2010/08/06/o-lado-escuro-da-lua/ Todo mundo tem um segredo… […]

  2. Quem vivo do apavoramento e de fazer o âmbito psicológico humano ficar nebuloso e medroso são os q

  3. A tecla Enter foi acionada sem querer …
    Quem vive do apavoramento e de fazer o âmbito psicológico humano ficar nebuloso e medroso são os que se estrepam naquilo que eles mesmos fazem, ainda que ganhem muito dinheiro, têm uma vida(?) bem escrota, são viciados e viciam incautos em fantasias que desperdiçam suas vidas todinhas.
    Vou entrar num contexto aqui, por causa do Sagan, num capítulo da série Cosmos http://www.youtube.com/user/Haddammann#p/a/f/0/mdpHMMOCXcc
    Governos dissimulados, ruins, corruptos, devassos, são fortemente alicerçados por religiões ferrenhas; pelas imensuráveis vantagens que dá aos facínoras aviltadores da liberdade humana.

    Se queremos chegar à pessoas encarceradas por crença e religião temos um recurso ótimo que não é de confronto, a que a Ciência parece que os instiga e os enerva; mas sim a poesia que, como qualquer criança é capaz de assimilar, os cegos também podem ter esperança se conseguirem ler e senti-la. Porque foi assim que fiz a Lógica-Espacial chegar à crianças de 6 anos de idade (qdo a Psicología só admitia que se chegasse ao estágio de reflexão aos oito anos de idade).
    isso é pro Dia dos Pais, pra pensarem …

    O que precisamos ver neste instante é que:

    Nunca o ser humano pôde prescindir do trabalho; por conseguinte nunca poderia tê-lo visto como “desgastador” da vida humana (pregação de Aristóteles e do Calhamaço dos Vigaristas). Isso foi um engodo psicológico incutido em nosso viver social para justificar a indolência, o uso da força, e a usurpação do mérito, e a falsa justificação das confrarias mafiosas que parasitam do vigor dos produtores/laboradores.
    — Quem não de acordar de manhã e encarar até com gosto dias de intenso frio sentindo intimamente o estímulo gratificante de estar produzindo sua sobrevivência, e ainda mais, sabendo-se útil em sua função civil?
    Porque, por mais que o ser humano tenha de ter sido cruel consigo mesmo para vencer as dificuldades que o âmbito lhe impunha (para se suster em sua vida pessoal e coletiva, porque tem serviços duros de se fazer pra qualquer um), sem dúvida alguma, foi o apreço, e atenção, e gozo à sua gradual engenhosidade e curiosidade, e atilada argúcia na função que teve chance de fazer, que fez fervilhar em notórias expressões muitas e tantas formas e maneiras com que pôde usufruir melhor a vida. Então, como um corrigir da própria Natureza, o ser humano diante de tamanho desacerto social que experimenta hoje, vê o lúmen do acerto na sua ancestralidade. E nada vai barrar isso; mesmo que tenhamos entrado bois num lamaçal de crenças desde a década de 90 até agora.
    Assim, pelo modo que o Homo Sapiens se dispôs a viver em Sociedade para que ela servisse não só a uns mas a todos; concedendo compensações condizentes aos méritos que se prontificavam; agora somos (como Seres sapiens sapiens faber psi) instados a rever a configuração social pela paleta que primitivamente nos edificou – o Mérito/competência, a Função, a Felicidade de Construir, Compartilhar, Comunicar e, propiciar Prazer.

    Muito bem. O que é coerente acerca daquele pensador, é que foi veemente contra o feitio servil em “formato” bitolador para o ser humano, e, avesso à crença que fazia seu povo escravo, é o que se tem (conforme o mito de palavras verbais ou que simbolicamente teriam sido escritas na areia pelo mesmo) claramente configurado até com gestos e ações contundentes, e assim, hoje mais do que nunca estaria injustiçado o que se teria dito, exatamente como todos os outros (em vários outros povos) que deflagraram ruptura com Mentiras (armadas para sustentar parasitas-vagabundos) em que nos enfiamos e nos atolamos até à ponta do fio de cabelo (busquem: A Canalhice Começou Assim – no Google ou foto-texto Orkut Haddammann) e Falácias armadas por sofistas para sustentarem-se drenando a seiva e o vigor civil em todos os povos até hoje, agora, em nossa História.
    Portanto, há que defendermos que uma valiosa contribuição duma mentalidade que deveria ter sido conquistada pelo povo judeu, outorgada também pela ancestralidade de outros valorosos povos, reverteu num tremendo engano, servindo não para prover liberdade e consenso civil, mas para suster um conluio imenso de parasitas que se esbaldam à custa da miséria físico/psicológica e da mentira. Disso se dá a conclusão necessária para extinguir a religião, a crença, do seio da Sociedade Humana, dado que visivelmente é essa instituição a principal fomentadora da preguiça psico-biológica para se conseguir socialmente o indivíduo com propensão à característica de escravo, dado à hipocrisia, à condescendência consigo mesmo, ao escárnio ao estudo, à anulação de si próprio, para que se possa através disso ser obtido um molde retrógrado de uma cocheira, ou senzalas (brancas, negras, de todos os matizes), num coacervado civil descabeçado, exaurindo com o sustento inconcebível de um imenso número de religiosos-parasitas-“mandantes e seus capatazes”, os riquíssimos recursos das nações e da Terra (num equivocado “desenvolvimento sustentado”), enquanto somos mantidos com olhos perdidos em coisas vãs, sem sentido, pernósticas, que só têm o fito de assegurar o regalo dos que vivem do parasitismo sobre a espécie humana.

    Não se brinca com as leis da vida. Portanto, temos sim, que mudar por Reflexão, não por guerra (mas também não como tontos mansos), e submissão, como os pulhas insistem (para uma mudança ao modo deles), e não com apatia silente como a que transformou povos lindos em flagelos super-populosos em desgraçada miséria.

    De tudo que vimos aqui, podemos atinar que até escarnecemos de quem trabalha, mas esse dano psicológico que nos empurram como conduta cultural leviana faz nossas mãos caírem e nossos prédios ficarem carcomidos, feios, enquanto ao invés de estarmos ativos e vivos mesmo e cuidando-nos, ficamos sentadinhos escutando o encanto de promessas de riquezas, fazendo-nos tirar do nosso bolso o que seria pra o nosso proveito em nossas casas, em nossas cidades, em nossas idéias de construir, que nos estimula com nossos amigos.

    Conclusão: Ao invés de termos higiene ambiental, bem-estar e beleza temos é esgoto insuportável em rios, cidades enfeiadas, sérias complicações físicas; e uma Terra desenganada com dias contados para atingir o Ponto de Não-Retorno; ao invés de vermos o que de fato somos, seres prumos, belos, que têm por obrigação viver em cidades belas, não como um coacervado em multiplicação daninha ao meio ambiente, mas um coordenamento equanimamente sustentado, condizente com nossa estatura em honra à vida e ao nosso Planeta.

    Haddammann Veron Sinn-Klyss.
    Domingo, 21 de dezembro de 2008; revisto em 07 de agosto de 2010.

    Trecho complementar deste post-comentário está vai estar http://universityprimer.blogspot.com/ a ser postado por Shere W.

  4. “Cretino… Você não sabe postar comentário. Eu odeio gente assim. Você é um imaturo, você é um… cocô. E eu vou matar você.”

  5. (Um pensador humano escapou da boca da efígie)
    Na ancestralidade humana …
    Perplexo diante das intempéries da Vida o ser humano aturdido por sentimentos intensos em seu íntimo e o rigor inescapável da consciência … Viu o tanto faz da vida …
    Para não esmorecer e para não desesperar projetou um sonho em uma esperança pessoal;
    A esperança pessoal de uma continuidade (e sobrevivência) tornou-se uma fé compartilhada, e inventou algo mais duro que a vida, inventou deus.
    Porque de fato a vida não precisa de deus, como também nenhum ser humano precisa e nem admite que crença alguma de outros modifique sua fé própria (o modo com que justifica suas ações).
    Assim, como sociedade, o ser humano criou símbolos com os quais justifica o andar da vida.
    A Sociedade (então organizada) preestipulou três prumos simbólicos para coadunar suas ações: O Ponderador, o Executor, e o Legislador.
    Através deles todos os conselhos se pautam e se dispõem. Esses prumos estão intrinsecamente ligados à vida pessoal de qualquer indivíduo (pois foram gerados dentro da reflexão do indivíduo da espécie humana: desde o seu estado destacado em sua solidão à enormidade de vaidades que o acompanha quando está envolto em sua associação civil); e esses prumos são o norteamento da Educação e da Política.
    Quando grupos de indivíduos apropriam-se de símbolos para massacrar a sociedade em favor de seus grupos, a civilização se retrai para reagir; porque sente a efígie soberana que criou para protegê-lo ameaçar a si e à sua Civilização.
    E a transformação social se impõe por ingene constituição da mentalidade humana. É o fator que irrompe o Desenlace.
    (quando, ao ver no negrume da garganta da efígie não a fresta projetora de rumos e luminosidade, mas vendo os dentes fecharem sobre si e sobre sua Sociedade, o pensador prumou uma agulha e espetou o céu da boca que em avidez por morte e escravidão fechava, e a efígie estancou e reparou – em sua feiúra — que não era maior que o vigor da Vida).
    Pra quantas reflexões se fizer, em todas as idades, a partir dos seis anos, este texto se propõe para ser lido.
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    10 de agosto de 2010.
    haddammann@bol.com.br
    Barra da Tijuca-Rio de Janeiro-Brasil
    Cep 22793050

  6. Massaa massaa!!
    é isso aí hadan ;)
    manja pra carai

  7. esse cobra aí parece uma bixona “odeio gente assim”
    ahahuehuaehuae

  8. slycobra

    Vai pegar você.

    srs….

  9. prezado Haddammann

    parece que os seus textos são tão complicados quanto voce mesmo, pare de se esconder atras de lindas palavra vazias, seja objetivo eu vou resumir para voce:

    “Politica é a arte de convencer o outro a fazerem o que voce deseja que elas façam ”
    prove que voce tem mais do que só palavras vazias e resolva os problemas voce mesmo ao invés de só ficar criticando todo trabalho dos outros e bla´…bla´…..bla´………blá……e mais …..blá…..blá….

    encare isso como uma critica construtiva se for capaz !
    e tudo de bom para você.

  10. Nothing to do ???

  11. Fiuiuiuiuuíí!!! Nóiz fazêmu u qui querêmu (Fuck you!!). Vai procurá um baralho, ô “incardido”(parece esses “seguranças” q ficam vigiando as garotas na porta da escola).
    Pogreção ispiritual: Ladrão, Assassino, Escravista;;;. U mais milhó du céu.
    “porlítica é a arti di cornvencê u ôtu a FAZEREM (ai, ah, uma escola sem ensino de religião!) u que VORCÊ deseja que ELAS (eu,hein!) façam”.
    AULA, cabô a hora da merenda:
    “Política é a Arte de coadunar vontades pautadas por um consenso social” ::: Haddammann (“Kirk , para a Enterprise!”) …
    Aí danzin!!! “Salquêro!Salguêro!!” Uáhuá (Cuidado com us anju da bala perdida e dos atropelamento aí!!)

  12. Tecla SAP?

  13. Haddammann no rabo você é um doente e louco e com louco eu não negocio. Eu mato!

  14. Andrey você adora dar tiro. Eu odeio gente assim. Você é um imaturo, você é um… cocô. Você deu a bunda pro Haddammann Veron Sinn-Klyss e a massa massa que você se refere é a massa barrenta que saiu das tuas entranhas. Não adianta pedir moderação… Aqui é onde a lei termina e eu começo!

  15. marideia@terra.com.br
    Peçam reforço.
    No penhasco do Grumari em dias de tempestade intensa, não se precisa ser homen suficiente pra subir ali, é só chamar, o nome.
    Num dia escaldante com sol queimando, se sentir um calafrio, olhe se não tem sombra atrás.
    Nesse encontro ela está ali, sem rosto, toda de preto; é a namorada do Pensador.

  16. Barros seu doente cretino! Você adora excluir, marcar com spam, deletar e agora EDITAR o que eu posto nesta merda de blog, tudo a pedido do Saragaycura teu macho.. Eu odeio gente assim. Você é um imaturo, você é um… cocô. E eu vou matar você.

    Saragaycura você é um menino criado por vó em apartamento e bebendo leite de cabra desnatado, eu aposto que você usa guardanapo você é um imaturo, você é um… cocô. E eu vou matar você.

  17. ta virando site de relacionamentos ou algo mais,
    Ainsla me parece um caso de reencarnação de blogs PASSADOS, SÓ MESMO O PAI DE SANTO Leo da oferendas divinas para traduzir este dialeto cabloco acho eu.

  18. Ué Vanderlei logo você o único ser humano que sabe ler a bíblia, não sabe ler isso ?
    Hehehe.

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