#1 Você ama Deus?

Todo o segredo da força (e do sucesso) da fé religiosa reside no fato de que seus adeptos são treinados para não concentrar o raciocínio sobre ela. Se você se der ao trabalho de, intransigentemente, fixar a conversa num tópico único, de modo que o crente não possa continuar seu discurso sem antes fundamentar uma declaração feita (de preferência, com argumentos e fatos que não envolvam uma dimensão mágica), pode apostar que a verborragia que lhes é comum durante suas pregações vai ser substituída por uma gagueira crônica e por uma irritação crescente. A mesma irritação e a mesma gagueira que normalmente acometem a quem foi pego numa mentira.

O experimento que eu desenvolvi foi justamente esse: conduzir a conversa com um crente de modo que ele precise raciocinar sobre as coisas em que acredita que acredita, por exemplo, fazendo um questionamento simples como “Você ama Deus?” e, depois, tentando extrair dele os argumentos que sustentem a sua resposta. 

Eu fiz isso com dois rapazes Testemunhas de Jeová que apareceram na minha porta dia desses:

 — Olha, eu não acredito que você ame Deus, nem acredito que você sinta nada do gênero por ele. No máximo, você sente medo desse Deus, por conta das consequências terríveis que você acha que esperam os que não o amam.

 — Mas como você pode achar que sabe o que uma outra pessoa sente em seu coração por Deus?

 — Então, digamos que você precisasse me convencer de que sente amor por Deus. Como você faria isso?

 — Como eu faria? Veja, Deus é o criador de todas as coisas; ele me deu a vida, ele…

 — Ora, então o que você sente é gratidão, ou admiração pelos superpoderes dele. Isso não tem nada a ver com amor. Quando você me descreve os atributos e os feitos de Deus, você está só me dizendo o que Deus é capaz de fazer; isso não me convence de que você o ama.

 — Eu não preciso convencer ninguém do meu amor por Deus. Isso é uma coisa pessoal…

 — Claro que é pessoal. Mas eu seria capaz de te explicar por que acho que amo meu pai, minha mãe, um irmão, uma irmã, e até a filhinha de 1 ano da minha vizinha. Eu poderia te explicar com palavras o que eu sinto em relação a essas pessoas que me permite dizer que as amo. Você parece não poder fazer o mesmo em relação a Deus.

Aqui, alguém poderia pensar em dizer que ama Deus porque ele lhe dá  inspiração, confiança, paz interior, etc., o que seria o mesmo que dizer que alguém ama o próprio carro porque ele tem tração 4×4, ar-condicionado e sensor de estacionamento.

 — Mas o amor que sentimos por Deus não é o mesmo que uma pessoa sente por outra. É diferente.

 — Diferente como? Talvez seja tão diferente que nem mesmo seja amor.

 — Não, você não entende. Deus tudo pode. Como eu disse, ele é o criador de todas as coisas, e ele nos deu a vida, o dom de existir. Tudo que ele pede em troca é o nosso reconhecimento de que ele é o único e verdadeiro Deus.

 — Reconhecimento. Ok. Mas onde que entra o amor na história?

 — Deus nos deu o livre-arbítrio, e ele não nos obriga a amá-lo, porque nós somos livres para fazermos o que quisermos. Mas se nós o aceitarmos como nosso Deus, ele nos receberá como filhos para vivermos uma vida de glória por toda a eternidade.

 — Então, na verdade, você está só interessado num tipo de prêmio, muito bom por sinal. Mas interesse em recompensas também não tem nada a ver com amor.

 — Mas você não percebe que Deus nos deu tudo o que temos, que nos fez ser o que somos e que nos promete uma vida de maravilhas, e tudo o que ele pede em troca é o nosso amor de filhos?

 — É o que, rapá?!! Então é assim? Você acha que alguém pode chegar pra mim, me dar e prometer mundos e fundos e, depois, dizer “Olha, eu quero que você me ame”, e, então, eu poderia responder: “Tudo bem: eu te amo”? É assim que você acha que ama Deus?

 — Não, claro que não.

 — “Claro que não”? Que parte eu perdi do seu discurso?

 — Olha, você não entende…

Aqui eles foram embora, convencidos de que eu era um caso perdido. Mas me deixaram a certeza de que meu experimento é infalível. Eles não puderam me explicar por que amam Deus, pelo simples fato de que não amam Deus. Eles só precisam dizer que amam. Mas falar é fácil. Muito fácil.

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22 Respostas

  1. Muito bom. Parabéns mais uma vez.
    Isto chama-se fanatismo religioso, coisa de quem NÃO PENSA, que é a maior característica dos crentes burros.

  2. É isso mesmo Barros… Os interesseiros são os crentes, com medo da morte e com desejo do paraíso…

    Entendo que se eu fosse milionário haveria mais “babões” a me bajular…é isso. Só que no meu caso todos veriam o seu “mestre”

  3. Seguindo esse raciocínio, eu acho que não sou capaz de explicar o motivo pelo qual eu amo minha mãe. Porque se admiração, reconhecimento e gratidão não são o suficiente, o que mais eu poderia apresentar? Convívio? Mas da mesma forma alguém poderia argumentar um convívio com Deus.

    Para mim o problema neste caso é que o crente fica desesperado para tentar argumentar que ama a Deus. Porque ele se sente desconfortável com o fato que você não acredita nele quando ele afirma amar a Deus. Mas eu não me importo se você acredita que eu amo a minha mãe ou não :)

  4. Gustavo Milaré, uma relação de amor liga duas pessoas de uma forma inequívoca e essa situação é evidente para aquele que ama. O que eu quero mostrar para o crente é que, quando se trata de Deus, ou do amor que eles alegam ter por ele, essa situação nem é evidente nem inequívoca para eles próprios. Isso porque você não pode amar o que não conhece.

    Agora veja, essa criança nos seus braços na foto, é sua filha? Se for, imagine o seguinte: você não mora com ela, mora num outro bairro, digamos; você só pensaria nela quando o despertador do seu celular despertasse na hora em que você agendou pra pensar nela?

    Ups! Domingo, 7 da manhã. Preciso ir ver minha filha e demonstrar em uma hora e meia todo o amor que eu tenho por ela.

    É assim que funciona? É uma obrigação pra você amar essa menina? Não, né? Pois para o crente é. Uma obrigação com hora marcada. “Ah, chegou o domingo. Vamos lá na igreja rezar muito e mostrar pra Deus o quanto eu amo ele… Ai, ai…”

    E, no resto da semana, eles agem como se Deus não existisse.

  5. Detalhe, não apareceu nenhum crente por aqui pra responder se ama Deus…

  6. Na verdade, a menina da foto é minha prima :P

    Mas entendi o seu ponto.

  7. Olá! O que de proveito se pode tirar deste post é a técnica de manter a conversa num elemento e fugir da dispersão do crente.

    Sobre o amor, o crente poderia dizer que ama a Deus porque ele deu a vida por todos, etc.

  8. Se ele desse uma resposta do tipo “desculpe moço, não sei descrever como amo deus. É como sinto pelo meu pai, só que vejo em cada pessoa uma fatia d’Ele…” seria mais convincente :)

  9. […] Teste seus amigos crentes…#2 Você acredita que… on Teste seus amigos crentes…#1 Você ama Deus? … on Teste seus amigos crentes…Teste seus amigos cr… on #6 Deus quer a […]

  10. Eu amo Deus!
    :D

  11. Falou tudo Gustavo.

    “Seguindo esse raciocínio, eu acho que não sou capaz de explicar o motivo pelo qual eu amo minha mãe. Porque se admiração, reconhecimento e gratidão não são o suficiente, o que mais eu poderia apresentar?
    Mas eu não me importo se você acredita que eu amo a minha mãe ou não :)”

    Se “admiração, reconhecimento e gratidão não são o suficiente …”

    É tudo o que Deus espera receber de seus filhos. Nada mais, nada menos. E o verdadeiro filho “não se importa que as pessoas acreditem ou não que ele ama a seus pais”. Para ele isso é irrelevante.

    Fica com Deus. Estou muito feliz em saber que pensas assim. Estou sendo sincero.

  12. ton escreveu:

    Se “admiração, reconhecimento e gratidão não são o suficiente …”
    É tudo o que Deus espera receber de seus filhos. Nada mais, nada menos.

    Será que dá pra entender agora aquele conceito de “Deus pessoal”? É isso: cada um cria um Deus a sua maneira, e finge que ele é igualzinho aos outros “Deus”s criados pelos demais. E o mais engraçado é que nenhum desses “Deus”es se parece, nem de longe com o Deus da Bíblia.

  13. marc:

    Eu amo Deus!
    :D

    E eu consigo voar igualzinho ao Super-Homem!!

    :D

  14. Ton

    É tudo o que Deus espera receber de seus filhos. Nada mais, nada menos. E o verdadeiro filho “não se importa que as pessoas acreditem ou não que ele ama a seus pais”. Para ele isso é irrelevante.

    Fica com Deus. Estou muito feliz em saber que pensas assim. Estou sendo sincero.

    Bem, eu estava apontando a falha na argumentação. O ponto é que não é impossível amar um ser ao qual não se tenha evidências sobre sua existência, quer este ser exista ou não. Assim como as crianças que amam o papai Noel.

    Mas existem os dois lados da moeda. Veja que quando o Valdêmio Barros utiliza os argumentos deste texto para provar aos crentes (ou a boa parte deles) que eles não amam a Deus, então eles entram em desespero para mostrar que ele está errado. Isso é porque eles sentem insegurança, o que para mim põe em grande dúvida se eles realmente acreditam que amam a Deus.

    É por isso que eu disse “Mas eu não me importo se você acredita que eu amo a minha mãe ou não :)”, eu estava apontando a diferença entre mim e uma boa parte dos crentes.

    Enfim, não estou dizendo que este é o não o seu caso.

  15. Ok. Entendi.
    Abraços.

  16. Tiago.

    Por mais antagônico que seja, o cristão pode e deve ter um convívio com Deus.

    Para o cristão Deus pode é é real.

    É impossível a uma pessoa que teve uma experiência verdadeira com Deus, negar sua existência. Isso, para esse cristão seria ilógico, irracional. Ele não consegue negar a Deus, mesmo que queira.

    Quando nos aproximamos de Deus com sinceridade (e neste ponto eu não estou dizendo que você não é ou não foi sincero) Ele se revela a esses de uma maneira especial, única e irredutível. Só mesmo quem passou por isso.

    O problema, Gustavo, é que alguns ditos como “arautos de Deus”, acabam pregando um Deus interesseiro e, como é de se esperar, os charlatões também encontram pessoas interesseiras dispostas a ganhar dinheiro fácil. Estes são presas fáceis.

    O apóstolo Pedro, quando fala dos falsos mestres em 2Pedro 2.2-14, diz:

    “E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade.
    Por ganância farão de vós negócio, com palavras fingidas. Para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme. Pois se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou em cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;”

    Deus castigará especialmente aqueles que, segundo a carne, andam em imundas concupiciências, e desprezam as autoridades. Atrevidos, arrogantes, não receiam blasfemar das dignidades, enquanto que os anjos, embora maiores em força e poder, não ousaram proclamar contra eles juízo blafemo diante do Senhor.

    Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção. Receberão a paga da injustiça. Tais homens tem prazer na luxúria à luz do dia. São nódulas, deleitando-se em suas mistificações, quando se banqueteiam convosco.

    Tem os olhos cheios de adultério e são insaciáveis no pecado no pecado; engodam as almas inconstantes; tem um coração exercitado na ganância, são filhos da maldição.”

    O apóstolo João diz em sua 1ª epístola 2.18 e 19 que os anti-cristos saíram de nosso meio mas não eram dos nossos.

    E no capítulo 4.12 diz: “Ninguém jamais viu a Deus, mas se amarmos uns aos outros, , Deus está em nós, e em nós é aperfeiçoado o seu amor”.

    Mercenários existem na igreja ou fora dela. A esses Deus tratará pessoalmente.

    Mas os que blasfemam de Deus não são ateus, são enganadores. Já foram cristãos um dia, ” saíram de nosso meio” como afima o apóstolo João, mas nunca foram cristãos e muito menos ateus.

    Os verdadeiros ateus que conheço são pessoas que nunca viram a Deus, mas que glorificam a Deus, mesmo sem saber, através de suas vidas. Amam ao próximo. E por amarem ao próximo, o amor de Deus está neles. A esses, basta apenas uma questão de tempo para que Deus confirme sua chamada para o evangelho. Apenas uma questão de tempo.

    Mas os que se dizem ateus e não são, mas mentem e enganam, servindo até mesmo de pedra de tropeço até mesmo para “ateus”.

    Na verdade são uma vergonha. As pessoas sinceras que estão a busca de respostas ficam até mesmo encabuladas pelo mal exemplo de pessoas que se dizem ateus mas usam isso como pretesmo para exalarem o mal cheiro da podridão que existe em seus corações.

    Amaldiçoam e blasfemam do que não conhecem. A esses Deus repugmina e o juízo para eles é certo. São mercenários, assim como os que se dizem cristãos mas mentem e fazem negócio das pessoas sinceras que deles se aproximam.

    Fica com Deus. E fique esperto com esse tipo de gente.

  17. Ton…
    Procure na internet uma coisa chamada culto a carga, um tipo de prática que nasceu em tribos indígenas a pouco tempo atrás que recebiam visitas de “homens brancos” o qual determinaram serem verdadeiros deuses por causa de seu poder, como voar em carruagens (para nós conhecidos como aviões), dar-lhes uma bebida mágica chamada coca-cola, e armas poderosas que matavam a distância sem que eles soubessem como ela funcionava (rifles).
    Para nós que não tivemos o mesmo tipo de “contato”, eles seriam apenas homens normais. Nesse ponto podemos fazer uma pequena comparação, ateus que nunca tiveram contato com deus, ao ver um “milagre” ele o ve como reação química, física, biológica e etc, mas para o teísta, é a prova de deus. Do mesmo jeito que uma criança que acredita em fantasmas, ao ver um galho de arvore pensa que é o braço de um fantasma prestes a rancar sua cabeça fora.
    Por isso… amar deus, não existe, você ama a idéia de um deus que você mesmo criou ou lhe foi ensinado, assim sentindo bem, toda vez que lembra dessa idéia de deus… um tipo de sinestesia.
    Um dia vi uma pesquisa que perguntava para diversas pessoas com elas achavam que deus é… e depois, se elas ja tiveram alguma experiencia pessoal. A maioria disse que nunca teve um experiencia pessoal, mas afirmavam praticamente a mesma coisa sobre a natureza de deus.Ficarei lhe devendo as fontes pois não consigo encontrar.

  18. Se amoodeus?
    -NÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOO

  19. Amigo welington

    Hoje de manhã comi um pão caseiro feito por minha sogra. Não estava tão frequinho como a dois dias atrás mas ao esquentar no microondas e passar uma manteiga, ficou bom. Nunca saberá o gosto pois pão caseiro cada um tem um faz do seu jeito .

    Agora, ontem comi um Mec Lanche Feliz com minha filha por conta do brinde que ela iria ganhar: um ganço do desenho Gato de Botas.

    A esse amburguer, bem como o suco de laranja, coca-cola e coisa e tal, poderíamos ao menos concordar que os igredientes foram os mesmos, uma vez que passa por um controle de qualidade, afora ao fato de trocarem, por questões de economia, os igredientes por uma marca inferior ou trocar o profissional responsável pelos direitos aoutorais da fórmula.

    Mas mesmo a esse ponto, cairíamos no quesito das percepções individuais que temos sobre os gostos. Embora nossas papilas gustativas possam funcionar perfeitamente, a percepção do gosto está sujeito à cultura e hábitos alimentares, Sendo assim, poderíamos ter opiniões diferentes do que seria o gosto ideal do alimento ingerido, chegando a conclusões diversas.

    Mas em uma coisa concordaríamos: a certeza do que é líquido e sólido e de que estamos ingerindo um alimento. Mas infelizmente apareceria alguém e dizer que sólido, líquido, gazozo, alimento e coisa e tal é relativo e também depende da cultura. A isso é forçar a barra.

    Concluindo: podemos ter percepções diferentes de Deus e podemos optar em reconhecê-lo como Senhor em nossas vidas, amá-lo ou odiá-lo mas limitar a sua existência a uma cultura(s) é abrir mão do intelecto e da razão e ficarmos limitados como alguns que dizem: não sabemos de nada. Tudo é relativo.
    Então, cai por terra qualquer possibilidade de evolução ou desenvolvimento das espécies. Estamos atolados na lama e não podemos ir para nenhum lugar.

    O irônico é que, até mesmo nestas cituações, precisaremos de Deus para nos tirar da lama.

  20. Ton…
    …e você, de umas aulinhas básicas de português. Seu raciocínio é até bom, mas a ortografia deixa muito a desejar.

  21. O fenómeno religioso é, à luz das mais recentes investigações de proeminentes sociólogos, antropólogos e biólogos, vista como um subproduto da evolução, que deverá ter de algum modo contribuído para o favorecimento do processo adaptativo dos indivíduos ao longo dos últimos milhares de anos! Considera-se que o efeito agregador da crença religiosa terá tido no passado um efeito favorável na sobrevivência dos mesmos pelo efeito da entreajuda e proximidade!
    Dessa forma a religião foi sobrevivendo ao longo de gerações transmitida juntamente com ensinamentos válidos e importantes para a sobrevivência dos indivíduos. Para uma criança, que segue com respeito e perseverança os conselhos dos mais velhos, aprende com a mesma veemência como se deve defender dos animais perigosos, da mesma forma que aprende que o sacrifício duma cabra ajuda a trazer a chuva!
    É por essa razão que a maior parte de nós não tem qualquer relutância em aceitar com a maior das convicções, o dualismo corpo-alma! Temos um instinto dualista em relação a esse mecanismo, também herdado! Daí toda a panóplia de reencarnações, possessões, fenómenos espíritas, almas e juízos finais, e tudo o demais!

    Cabe a cada um de nós libertarmo-nos desses fantasmas que povoam as nossas mentes preparadas e moldadas para nelas habitarem! Uma vez vencida a batalha o resultado é duma inigualável leveza e clareza mental e inestimável sensação de libertação e satisfação!

  22. Sou cristâo evangélico, mas essa questâo de ser obrigado a amar a Deus é realmente estranha, pq o amor é um sentimento espontâneo, como a paixâo, não tem como eu decidir ficar apaixonado por alguém só pq é conveniente. Os religiosos erram em mandar a gente amar a Deus, deviam ao menos orientar como nutrir esse sentimento. A única saída é oração pedindo a Deus q ajude-nos a amá-lo.

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