Interpretareis conforme a vossa conveniência (parte 3)

.<< Parte 1

Até que o céu e a terra passem, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”.

Admitindo-se que Jesus começou seus trabalhos de vendedor de mansões no Céu quando tinha 30 anos, não é estranho concluir que ele pretendia “abolir” as leis de Deus na data da sua morte, já havendo mencionado que tais leis em nada mudariam, até que o céu e a terra passassem?

Não é preciso nem saber o que diabos é “hermenêutica” para concluir uma coisa: se eu digo algo como “até que o céu e a terra passem, eu não mudo uma palavra do que disse a seu respeito”, você deve entender que eu tenho uma opinião formada, e que não tenciono mudá-la de jeito nenhum. Mas o cristão acha que quando Jesus disse a mesma coisa, estava sinalizando que todas as regras que o papai-neurótico dele havia instituído iam ser revogadas dali a três anos, no máximo, quando “tudo estaria cumprido”.

Se Jesus era mesmo Deus, ninguém melhor do que ele para dizer exatamente que, a partir dali, as coisas deveriam mudar, e que a lei Mosaica seria substituída pela doutrina que ele, então, apresentava. Mas não: Jesus era Deus em cima do muro. Ele encarnou o Mestre dos Magos e nunca disse o que se precisava saber sobre o assunto, além de só complicar algo que poderia facilmente esclarecer com um “sim” ou com um “não”. 

Afinal, pode ou não pode trabalhar no dia de sábado?

“O sábado foi feito por causa do homem, não o homem por causa do sábado”. 

É para apedrejar ou não a mulher adúltera?

“Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado”. 

Jesus, sendo Deus, deveria saber que esse conhecimento do que mudava e do que deveria lhe ocupar o lugar seria fundamental para livrar as almas das pessoas do Inferno que ele mesmo criou, ou permitiu que fosse criado. De um jeito ou de outro, um Inferno do qual ele estava ciente e que, indiscutivelmente, fazia parte dos seus planos. E uma vez que ele escolheu se revelar para um povo tão pouco instruído que precisava lhes ensinar usando parábolas, por que, então, ele não deu essas respostas de uma forma mais clara e direta?

Agora, adivinha quem disse isso:

Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.

.

<< Parte 1

Anúncios

39 Respostas

  1. O autor do evangelho de Mateus (que não é Mateus) defende ao longo de todo o evangelho dele que Jesus não veio abolir a lei, mas para completá-la. O autor defendia a ideia de uma seita judaica cristã que seguisse as leis judaicas, não uma nova religião.

    Entretanto, eu duvido fortemente que o Jesus histórico tenha dito algo do tipo:

    Até que o céu e a terra passem, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.

    Isso só aparece em Mateus e defende fortemente a visão do autor, então é muito suspeito, além de incoerente.

  2. Ainda bem que Jesus não existiu e eu nem ligo para tudo isso que está escrito!
    Aliás, Mateus também não existiu. Joguem essa medra fora!…
    abç

  3. alfredobernacchi70anos, há controvérsias. Não é necessário ser um cristão ou acreditar 100% em tudo o que os evangelhos dizem para admitir que é provável que Jesus tenha existido.

  4. Alfredo,

    Tenho visto algumas postagens suas a uns 3 anos atrás quando frequentava o yahoo respostas. Acredito que Deus é justo e não permitirá que nenhuma injustiça fique impune. Mesmo esta sendo feita por cristãos (se é que realmente são cristãos). Mas no demais, você fêz uma escolha e eaperas que não sejas perseguido por ela?
    Meio fantasioso pensar assim.

    Não me lembro bem de como eram seus argumentos mas me lembro de não postar nada a seu respeito. Respeitei sua opinião. Aliás, respeitei sua opinião e torci por seu suscesso como pessoa. Fico aliviado de não fazer parte de suas críticas.

    Mas a despeito do que disse acima, você também não é de respeitar muito a opinião e a fé das pessoas.
    escrito!

    Você disse:

    “Aliás, Mateus também não existiu. Joguem essa medra fora!…”

    Como você pode ter certeza de que Mateus não existiu, por acaso és Deus ou um doutor em arqueologia?

    Mas como meu amigo Gustavo disse:

    “há controvérsias. Não é necessário ser um cristão ou acreditar 100% em tudo o que os evangelhos dizem para admitir que é provável que Jesus tenha existido.”

    Não deixes de ser sensato pois, do contrário, não me presarei em ler as suas obras.

    Em eclesiastes 12.12, diz que não há limites para se escreverem livros, mas acredito que, como alguns livros podem perdurar por gerações, é bom expressarmos o melhor de nossos pensamentos e por uma boa causa. Em especial que pese pela filantropia.

    Fica na paz.

  5. Ae alfredo bernacchi teus videos mataram a pau e ainda jogou uma pá de cal em cima deste mito chamado jesus cabrito ops cristo

  6. JESUS NÃO PERSONIFICA AS
    QUALIFICAÇÕES PESSOAIS DO MESSIAS

    Messias como profeta
    Jesus não foi um profeta. A profecia
    apenas pode existir em Israel
    quando a terra for habitada por uma
    maioridade de judeus. Durante o
    tempo de Ezra (cerca de 300 AEC), a
    maioria dos judeus recusou-se a
    mudar da Babilônia para Israel, e
    assim a profecia terminou com a
    morte dos três últimos profetas –
    Chagai, Zecharyá e Malachi.
    Jesus apareceu em cena
    aproximadamente 350 anos após a
    profecia ter terminado.

    Descendente de David
    O Messias deve ser descendente do
    Rei David pelo lado paterno (veja
    Bereshit 49:10 e Yeshayáhu 11:1).
    Segundo a reivindicação cristã que
    Jesus era filho de uma virgem, não
    tinha pai – e dessa maneira não
    poderia ter cumprido o
    requerimento messiânico de ser
    descendente do Rei David pelo lado
    paterno!

    Observância da Torá
    O Messias levará o povo judeu à
    completa observância da Torá. A
    Torá declara que todas as mitsvot
    permanecem para sempre, e quem
    quer que altere a Torá é
    imediatamente identificado como
    um falso profeta. (Devarim 13:1-4

    No decorrer de todo o Novo
    Testamento, Jesus contradiz a Torá e
    declara que seus mandamentos não
    se aplicam mais. (veja João 1:45 e
    9:16, Atos 3:22 e 7:37).

    VERSÍCULOS BÍBLICOS “REFERINDO-
    SE” A JESUS SÃO TRADUÇÕES
    INCORRETAS
    Os versículos bíblicos apenas podem
    ser entendidos estudando-se o texto
    original em hebraico – que revela
    muitas discrepâncias na tradução
    cristã.

    Nascimento virgem
    A idéia cristã de um nascimento
    virgem é extraído de um versículo
    em Yeshayáhu descrevendo uma
    “alma” que dá à luz. A palavra “alma”
    sempre significou uma mulher
    jovem, mas os teólogos cristãos
    séculos mais tarde traduziram-na
    como “virgem”. Isto relaciona o
    nascimento de Jesus com a idéia
    pagã do primeiro século, de mortais
    sendo impregnados por deuses.

    Crucifixão
    O versículo em Tehilim 22:17 afirma:
    “Como um leão, eles estão em
    minhas mãos e pés.” A palavra
    hebraica ka’ari (como um leão) é
    gramaticalmente semelhante à
    palavra “ferir muito”. Dessa maneira
    o Cristianismo lê o versículo como
    uma referência à crucifixão: “Eles
    furaram minhas mãos e pés.”

    Servo sofredor
    Os cristãos afirmam que Yeshayáhu
    (Isaías) 53 refere-se a Jesus. Na
    verdade, Yeshayáhu 53 segue
    diretamente o tema do capítulo 52,
    descrevendo o exílio e a redenção
    do povo judeu. As profecias são
    escritas na forma singular porque os
    judeus (Israel) são considerados
    como sendo uma unidade. A Torá
    está repleta de exemplos de
    referências à nação judaica com um
    pronome singular.

    Ironicamente, as profecias de
    perseguição de Yeshayáhu referem-
    se em parte ao século 11, quando os
    judeus foram torturados e mortos
    pelas Cruzadas, que agiram em
    nome de Jesus.
    De onde provêm estas traduções
    erradas? S. Gregório, Bispo de
    Nanianzus no século IV, escreveu:
    “Um certo jargão é necessário para
    se impor ao povo. Quantos menos
    compreenderem, mais admirarão.”

  7. “Fodão”, o que você apresentou mostra, no máximo, que Jesus não foi o messias que foi profetizado pelo antigo testamento. Você também poderia argumentar que muitas das coisas que o novo testamento diz de Jesus não são verdades: não existiu nenhum censo que obrigou alguém a se deslocar para a cidade natal, não existiu aquela chacina de criancinhas, não havia julgamento nas crucificações, enfim.

    Já o que o Alfredo Bernacchi disse nos vídeos está muito errado.

    Primeiro ele disse que o cristianismo começou no século II. Ele deve estar maluco, existem muitos manuscritos sobre cristianismo que datam entre 50 d.C. e 100 d.C., quase nenhum historiador duvida disso.

    Segundo, ele diz que João Batista morreu em 26 (embora a Wikipedia diga 36), mas a data da morte dele não importa muito, isso só altera o que se acredita a respeito das datas (por exemplo, Jesus pode ter sido batizado em 25 d.C. ou em 35 d.C., nada impede).

    Enfim, ele vai apenas apresentando vários detalhes históricos do século I que não são como nos evangelhos. É claro que isso põe em dúvida até que ponto eles são verdade, mas daí historiadores usam criticismo textual descobrir quais detalhes dos evangelhos provavelmente ocorreram e quais provavelmente não ocorreram.

    Por exemplo, Bart D. Ehrman, que é um dos mais respeitados estudiosos do novo testamento, explica que os manuscritos receberam alterações e que os detalhes dos evangelhos não podem ser tomados historicamente, mas ele apresenta neste vídeo um argumento histórico a favor da existência de Jesus:

    O argumento está mais ao final do vídeo, quando o homem de barba branca começa a fazer perguntas.

    Em resumo, ele disse que é improvável que alguém do século I inventasse um messias que morreu numa cruz, essa ideia ia completamente contra a noção de messias que os judeus tinham. Aliás, vários detalhes da história de Jesus também vão contra esta noção (por exemplo, ele era de Nazaré), coisa que os evangelistas vão tentando corrigir, inventando uma linhagem que vai até Davi, inventando que o censo obrigava deslocamento e que por isso Jesus nasceu em Belém, e por aí vai.

    Eu andei aprendendo bastante sobre o assunto ultimamente e os historiadores geralmente concordam com a existência histórica de Jesus (embora alguns discordem) e inclusive há um consenso a respeito de vários aspectos da vida dele. E os argumentos não são fracos.

    Enfim, muitos afirmam que Jesus porque se deixam levar por motivos pessoais.

  8. Correção: Muitos afirmam que Jesus não existiu porque se deixam levar por motivos pessoais.

  9. Certas coisas dependem muito da inteligência e da capacidade de raciocinar para se concluir.
    Um cara nasce, faz centenas de milagres, é julgado em praça pública, crucificado, morre e vive de novo em vez de apodrecer… E durante 150 anos a partir disso, NINGUÉM! Ninguém falou dele, nem ouviu falar. Ninguém, ninguém nada, ninguém! Nem da mãe dele, nem do pai dele, nem dos tios nem dos avós, nem dos seus apóstolos, nem dos seus irmãos, seguidores, amigos, inimigos, ninguém falou dele fez pintura escultura versinhos, desenhos rupestres, nada, nada nada!
    esse cara existiu? Use a sua inteligência e sua capacidade de raciocinar para isso. Responda.

  10. Gustavo Milaré. – Olá meu prezado. É natural que você fique em dúvida. Essa coisa monstruosa, não é fácil de engolir.
    reparei que você fala muito de historiadores… Que historiadores? Quais historiadores? O nome deles!…E por fim diga: eles são católicos, evangélicos, judeus ou ateus? A credibilidade de cada um está diretamente relacionada a isso.

    Eu sei que se eu indicar o meu livro para você ler, você não vai lá. E acho que é sacanagem publicar aqui várias páginas com o nome de historiadores que nada citaram sobre Jesus no Século I e outros tantos que concordam comigo (eu concordo com eles). Jesus não existiu.
    Por isso vou colocar aqui só alguns. Eu tenho 150 aqui comigo. Estão no meu livro: Sinto muito, mas Jesus cristo não existiu. ok? Você confere pelo Google:

    Lista dos escritores que dizem Jesus ñ Existiu:
    Revisada em 14-08-11

    # Hermann Samuel Reimarus – 1694 – Escritor, filósofo alemão e um dos promotores da corrente nacionalista que negava os milagres, mas ainda admitia a possibilidade da existência desse personagem, defendia que Jesus nada tinha de divino, era apenas um dos profetas. Quanto a ressurreição, dizia que os apóstolos a inventaram após esconderem o corpo de Jesus. Receando a perseguição da Igreja, o pensador não publicou a sua obra “Intenção de Jesus e Seu Ensinamento”, que só foi editada depois dele morto. Reimarus era um pensador iluminista e foi professor de línguas orientais do Ginásio de Hamburgo, sua extensa obra, publicada após sua morte, rejeita a “religião revelada” e defende um deísmo naturalista. Reimarus acusou os escritores dos evangelhos de fraude proposital e inumeráveis contradições. [Sumiu do mapa depois disso]

    # Voltaire (François-Marie Aroue) – 1694 em Paris – A mais influente figura do Iluminismo, foi educado num colégio jesuíta e ainda assim concluiu “O cristianismo é a religião mais ridícula, absurda e sangrenta que jamais infectou o mundo… O verdadeiro Deus não pode ter sido dado à luz por uma garota, nem sido morto num cadafalso e nem ser comido numa porção de hóstia.” Preso, exilado, seus livros banidos e queimados, a grande popularidade de Voltaire na França assegurou-lhe um descanso final no Panteão, em Paris. Extremistas religiosos roubaram seus restos mortais e os atiraram numa pilha de lixo.
    Junto a outros grandes filósofos franceses, combatia violentamente a Igreja Católica e publicavam: “Esmagar a infâmia”. Assinalou as coincidências até na terminologia entre o Evangelho segundo João e os escritos de Filon de Alexandria. Um polemista satírico, frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Ficou conhecido por dirigir duas críticas aos reis absolutistas e aos privilégios do clero e da nobreza.

    # Thomas Paine – 1737 – A Idade da Razão 1795. Panfleteiro que fez o primeiro apelo à independência dos Estados Unidos (Bom Senso, 1776; Direitos do Homem,1791), Paine derramou sátiras virulentas nas contradições e atrocidades da Bíblia. Como muitos revolucionários americanos, Paine era deísta: “Eu não creio na fé professada pela igreja judaica, pela igreja romana, pela igreja grega, pela igreja turca, pela igreja protestante ou por qualquer outra de que tenha notícia… Cada uma destas igrejas acusa a outra de descrença; e de minha parte eu descreio de todas.”

    # Georg Wilhelm Friedrich Hegel – 1770 – Filósofo alemão, escritor da escola de Tubingem, junto com Baur descobriram tendências opostas em síntese no Novo Testamento concluindo que, como conhecemos, não foi escrito antes do século II.

    # Godfrey Higgins (1771-1834). 1836, “Anacalipse” – Uma Tentativa de Remover o Véu da Ísis Saíta ou um Inquérito da Origem das Línguas, Nações e Religiões. Pioneiro inglês da arqueologia e maçom. [A palavra ateu ainda não existia].

    # Count Constantine Volney, 1787, As Ruínas; ou, Meditação sobre as revoluções dos impérios (Ruína dos Impérios). Pesquisador napoleônico, viu com seus próprios olhos evidências de precursores egípcios do cristianismo. [Apontando os caminhos falsos percorridos até Jesus]

    # Ferdinand Christian Baur – 1792 – Professor de teologia na Universidade de Tubingen – Alemanha – Iniciou a aplicação de novos métodos de investigação histórica ao estudo dos Evangelhos e revelou a completa inconsistência dos dogmas tradicionais da Igreja. [E foi criado na Igreja!]

    # Edward Evanson, 1792, A Dissonância dos Quatro Evangelistas Geralmente Percebidos e a Evidência de suas Respectivas Autenticidades. Racionalista inglês que contestou a autoria apostólica do Quarto Evangelho e denunciou como espúrias várias epístolas Paulinas. [Teve que mudar de país]

    # Charles François Dupuis, 1794, Origem de todos os Cultos ou a Religião Universal. Interpretação astrológico-mítica do Cristianismo (e de toda religião). “Um grande erro é mais facilmente propagado que uma grande verdade, porque é mais fácil crer que raciocinar e porque as pessoas preferem o maravilhoso do romance à simplicidade da História.” Dupuis destruiu a maior parte de seu próprio trabalho por causa das violentas reações que causou. [Deu sorte de não ser estripado]

    # David Friedrich Strauss – 1808 – Teólogo, escritor alemão, discípulo de Hegel. Em Setembro de 1825 iniciou os seus estudos de teologia no seminário protestante de Tübingen, sendo depois professor no seminário de Maulbroon. 1860 Escreveu “A Vida de Jesus Examinada Criticamente”, e afirmou que os apóstolos foram buscar quase tudo o que dizem em religiões anteriores ao cristianismo. Foi criticado brutalmente e por vezes difamado pelos teólogos católicos e protestantes da Alemanha, embora pouco a pouco tivesse imposto suas opiniões. Para Strauss, o sucesso do cristianismo explicava-se por um “mito de Jesus”, que teria sido forjado pela mentalidade judaica dos tempos apostólicos, e que não poderia ser sustentada pela ciência moderna. Era um Vigário luterano que se tornou estudioso, expôs magistralmente os milagres evangélicos como mito e, no processo, reduziu Jesus a um homem comum, e isso lhe custou sua carreira.[Claro!]

    # Friedrich Engels – 1820 – Escritor – Obras sobre o cristianismo primitivo. Três foram importantes. “Bruno Bauer e o Cristianismo primitivo”- 1882 – “O Livro da Revelação” – 1883 e “Para a história do Cristianismo Primitivo” – 1894. Admite que os quatro Evangelhos são arranjos ulteriores de escritos perdidos. Elimina a narração histórica, considera inadmissível os milagres e contradições. E endossa os resultados de investigações da Universidade de Tubingen.

    # Robert Taylor – 1828 – Sintagma de Provas da Religião Cristã; 1829 – Diegesis. Taylor foi aprisionado por afirmar as origens míticas do cristianismo. “Os primeiros cristãos entendiam as palavras como nada mais que a personificação do princípio da razão, da bondade, ou daquele princípio, seja qual for, que pode ser mais benéfico à humanidade durante o curso de uma vida.” [Deve ter morrido na prisão]

    # Bruno Bauer, 1841 – Padre – Professor de Teologia da Universidade de Bona – Em 1840 e 1842 publicou dois livros críticos ao Evangelho de João e à história Evangélica. 1841, Crítica da História Evangélica dos Sinóticos. 1877, Cristo e os Césares, segundo o que para ele, o cristianismo era a síntese primitiva do estoicismo. A Formação da Cristandade entre os Romanos Helenizados. O iconoclasta original. Bauer contestou a autenticidade de todas epístolas paulinas (nas quais viu a influência de pensadores estóicos, como Sêneca) e identificou o papel de Fílon no cristianismo emergente. Bauer rejeitou a historicidade do próprio Jesus. “Tudo que se sabe sobre Jesus pertence ao reino da fábula.” Como resultado, em 1842, Bauer foi ridicularizado e removido de sua cátedra de Novo Testamento em Tübingen.
    Demonstrou que os Evangelhos não são dignos de confiança como fontes documentais sobre a vida de Jesus. Tal conclusão levou-o à negação da realidade histórica de Jesus, o que provocou autêntica sublevação nos meios clericais. Teve que deixar o seu cargo na faculdade sofreu todo tipo de perseguições e teve seus escritos boicotados. [Deu sorte de não ser executado em praça pública]

    # Ralph Waldo Emerson, 1841, Ensaios. Inicialmente cristão trinitário e posteriormente ministro unitário, defendeu que Jesus era um “verdadeiro profeta”, mas que o cristianismo institucionalizado era um “despotismo oriental”: “Nossas escolas dominicais, igrejas e ordens monásticas são jugos sobre nossos pescoços.” [Pegou de leve… Não era bobo e ficou vivo]

    # Mitchell Logan, 1842, escreveu A Mitologia Cristã Revelada. “A opinião predominante, embora infundada e absurda, é sempre a rainha das nações.” [Viveu escondido daí pra frente]

    # Friedrich Wilhelm Nietzsche – 1844, autor de 19 obras contra a religião, nasceu numa família luterana, filho de Karl Ludwig, seus dois avós eram pastores protestantes; o próprio Nietzsche pensou em seguir a carreira de pastor. Entretanto, Nietzsche rejeita a “fé” (religião/crença religiosa) durante sua adolescência, e os seus estudos de filosofia afastam-no da carreira teológica.
    O budismo para Nietzsche “é cem vezes mais realista que o cristianismo” (escreveu em O anticristo). Religiões que aspiram ao Nada, cujos valores dissolveram a mesquinhez histórica. Não obstante, também se auto intitula ateu: Escreveu: “Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária.”
    “O cristianismo foi, até o momento, a maior desgraça da humanidade”.
    “A fé é querer ignorar tudo aquilo que é verdade.”

    # Ferdinand Christian Baur, 1845, escreveu “Paulo, o Apóstolo de Jesus Cristo”. Estudioso alemão, iniciou a aplicação de novos métodos de investigação histórica ao estudo dos Evangelhos e revelou a completa inconsistência dos dogmas tradicionais da Igreja. Identificou como “inautênticas” não apenas as epístolas pastorais, mas também Colossenses, Efésios, Filêmon e Filipenses (deixando apenas as quatro principais epístolas paulinas consideradas genuínas). Baur foi o fundador da assim chamada “Escola de Tübingen” na Alemanha. [Tinha 3 guarda costas]

    # Hegel, 1845 – Filósofo escritor da escola de Tubingem, junto com Baur descobriram tendências opostas em síntese no Novo Testamento concluindo que, como conhecemos, não foi escrito antes do século II. [Nem saía da escola]

    (são 150, não se esqueça! Dá 10 vezes esse tamanho)

    E mais esses aqui do século I

    John E. Remsburg, em seu livro clássico, The Christ:A Critical Review and Analysis of the Evidence of His Existence (O Cristo: Uma Revisão Crítica e Análise de Sua Existência) (The Truth Seeker Company, sem data, pgs 24-25), lista os seguintes escritores (40) que viveram durante a época, ou até um século após a época, em que Jesus supostamente teria vivido: [E o que eles escreveram sobre Jesus]

    # Sêneca – Historiador – Filósofo romano – Nascido 4 anos a/C e falecido em 65 d/C. Em seus escritos anuncia a idéia de Deus absoluto e todo poderoso e a necessidade da resignação perante os golpes do destino pela vontade do Altíssimo. Engels chamava Sêneca de “tio do cristianismo. Os padres da igreja Tertuliano e S. Jerônimo o consideravam um deles. Entretanto não se encontra nos seus escritos qualquer referência a Jesus ou aos cristãos.

    # Filon de Alexandria – Primeira metade do primeiro século – Estoriador – Filósofo grego de origem judaica. Nascido 30 a/C (antes de Cristo) e falecido por volta de 54 d/C. Pertencia a família de sacerdotes. Escrevia sobre a síntese do judaísmo e da filosofia helenística. Escrevia sobre Deus. Pontos de vista de Filon coincidentes com os do cristianismo serviram de ponto de partida para a ideologia cristã. Apesar disso nunca mencionou diretamente o cristianismo nem escreveu nada sobre Jesus.

    # Flavio Josefo – Historiador – Nasceu em 37 e morreu por volta do ano 100. Seus textos constituem uma fonte preciosa para o estudo da história da Palestina no primeiro século da nossa era. Forneceu importantes informações sobre os essênios e outras seitas da Judéia. Silenciou totalmente sobre os cristãos e nunca mencionou Cristo ou Jesus em suas obras.
    Falsificações não estão sendo consideradas aqui.

    # Justo de Tiberíades – Segunda metade do século I dC. Historiador – Adversário político de Flávio Josefo. Suas obras não chegaram a nós, mas Fotio, escritor bizantino cita de passagem a sua “Crônica dos Reis Judeus” que detalhava desde Moisés até a morte de Agripa II, no ano 100, mas não mencionou Jesus Cristo nem os seus milagres.

    Segundo Remsburg, “o que resta dos escritos dos autores mencionados na lista acima é suficiente para compor uma biblioteca.

    Abç
    Acho que vou fazer um slogam.
    Alfredo Bernacchi. Mata a cobra e mostra o pau!

  11. HA!… Esqueci esse daqui que viveram no século I e meados do II e nada falaram sobre jesus:

    John E. Remsburg, em seu livro clássico, The Christ:A Critical Review and Analysis of the Evidence of His Existence (O Cristo: Uma Revisão Crítica e Análise de Sua Existência) (The Truth Seeker Company, sem data, pgs 24-25), lista os seguintes escritores (40) que viveram durante a época, ou até um século após a época, em que Jesus supostamente teria vivido: [E o que eles escreveram sobre Jesus]

    Flávio Josefo (37-100 d.C) [nada +2 parágrafos falsos]
    Filon de Alexandria (10 a.C – 50 d.C [nada]
    Plínio, o Velho (23-79 d.C) [nada]
    Arriano (92 – 175 d.C) [nada]
    Petrônio (27- 66 d.C) [nada]
    Díon Pruseus [nada]
    Paterculus (19 a.C – 31 d.C) [nada]
    Suetônio (69-141 d.C) [nada]
    Decimus Iunius Iuvenalis (final 1º Século) [nada]
    Marco Valério Marcial (38 – 103 d.C) [nada]
    Aulo Pérsio Flaco (34 – 62 d.C) [nada]
    Plutarco de Queroneia (46 a 126 d.C.) [nada]
    Caio Plínio Cecílio, o Moço (62 – 114 d.C) [nada]
    Tácito o Pensador ( 55 – 120 d.C) [nada + 2 parágrafos falsos]
    Justus de Tiberíades (66–70/73) [nada]
    Apolônio de Thyana (01-80 d.C) [nada]
    M. Fábio Quintiliano (35-96 d.C) [nada]
    Marcus Annaeus Lucanus (39-65 d.C) [nada]
    Eptectus Hermógenes (55 – 135 d.C) [nada]
    Hermògenes de Frígia [nada]
    Sílio Itálico (25 – 101 d.C) [nada]
    Publius Papinius Statius (45-96 d.C) [nada]
    Cláudio Ptolemeu (90-168 d.C) [nada]
    Apiano de Alexandria (95-165 d.C) [nada]
    Flégon de Trales (Século I/II) [nada]
    Fedro (Macedônia) (15 a.C. – 50 d.C) [nada]
    Valério Máximo (Século I/II) [nada]
    Luciano (romano) (início Século II) [nada]
    Pausânias – (geólogo) (115 – 180 d.C.) [nada]
    Floro Lúcio de Alexandria (Século I/II) [nada]
    Quinto Cúrcio (10 a.C – 54 d.C) [nada]
    Aulo Gélio (125 – 180 a.C.) [nada]
    Díon Crisóstomo (40 – 120 d.C) [nada]
    Columella (Lucius Moderatus) (04 – 70 d.C) [nada]
    Valério Flaco (Poeta) (Final Século I) [nada]
    Dâmis (discípulo de Thyana) (66 d.C) [nada]
    Favorino di Arles (80 – 160 d.C) [nada]
    Claudio Lísias (Século I) [nada]
    Pompônio Mela (Século I) [nada]
    Teão de Smyrna (Século I) [nada]

    Segundo Remsburg, “o que resta dos escritos dos autores mencionados na lista acima é suficiente para compor uma biblioteca.

    E nem a Bíblia existia!!!!!

  12. Alfredo disse:
    “Certas coisas dependem muito da inteligência e da capacidade de raciocinar para se concluir.”

    Com esta frase você acaba se colocando acima dos demais. Acaba atropelando um monte de gente, inclusive ateus renomados.

    O Cristiano fica bravo quando suponho haver algumas facções de ateísmo. Se não é isso, é o que então?

    Os ateus que conheço nunca, jamais, discutiram sobre a existência de Cristo mas sim sobre sua divindade.
    Como disse em postagens anteriores: bons ateus, quando acreditam em Deus se tornam bons escritores. C.S.Lowis foi um deles: escritor de “As Crônicas de Nárnia” e outros livros renomados.

    Cristo existiu. É fato. A arqueologia prova isso. Os historiadores provam isso. Ateus sérios provam isso. Isso não dá para negar. Agora acreditar se Ele é Deus ou não, é uma questão de fé.

    Alfredo, posso até me colocar em seu lugar, me empatizar contigo e sentir a sua dor. Também fui católico e passei por situações frustrantes diante de pessoas que acreditavam ser portadoras da verdade. Acabei confiando nelas e me decepcionando. Não me refiro a membros mas aos principais.

    Nem porisso chutei o balde e passei a desacreditar em tudo o que acreditava. Fazer isso é assacinar o intelecto.

    Como o ateu Piaget, fiz uma introspectiva de tudo o que conhecia, atrelado a novos conteúdos, reformulei minhas questões. Piaget chama a isso de “processo de equilibração”: uma informação nova provoca um desequilíbrio mas gera um processo de equilibração.

    Você já possui 70 anos. Acredito que isso ainda é possível. O único caso em que isso não pode mais ocorrer é quando sofremos o mal de aushaimer.

    Aprendemos todos os dias. Temos sempre algo novo que desconhecemos e estar fechado a isso não é ser prepotente mas é abrir mão, de forma gradativa de nossa origem como seres pensantes, que raciocinam e evoluem.

    Fica com Deus.

  13. Gustavo disse:
    “Muitos afirmam que Jesus não existiu porque se deixam levar por motivos pessoais.”

    Concordo em gênero, número e grau!

    Isso já teve início desde sua ressurreição quando os guardas foram pagos pelos fariseus para omitirem o que eles testemunharam.
    Havia interesse político e religioso ao abafar tal notícia.

    Muitos judeus da época viam em Cristo como o reformador, o libertador to povo judeu das garras dos romanos. É até possível compreender porque tentavam apagar o nome de Cristo da história. Mas isso não foi feito apenas pela lei do silêncio mas sim por duras perseguições. Queimavam em praças públicas, jogavam aos leões como espetáculo nos areópagos como aviso e alerta para que ninguém sequer mencionassem o nome de Cristo.

    Temos um grande exemplo em nossa história nacional em que um regime militar ascendeu ao poder e dizimou pessoas que se opunham a eles, controlou e manipulou a imprensa para que a sujeira que faziam não aparecesse debaixo do tapete. Depois, quando o regime democrático assumiu o poder, eles se viram como desesperados, queimando qualquer prova contra eles. Milhares de documentos foram queimados nos quartéis mas não conseguiram queimar a memória de um povo que muito sofreu com o regime militar.

    Da mesma forma tentaram fazer com o nome de Cristo através dos séculos, mas não conseguiram.

    A minoria citada pelo Alfredo são exemplos dos que ainda tentam negar, por motivos pessoais, a existência de Cristo.

    Poderíamos então negar o regime militar e as cicatrizes deixadas em seus opositores? Acredito que não.

    Fiquem na paz.

  14. Um cara nasce, faz centenas de milagres, é julgado em praça pública, crucificado, morre e vive de novo em vez de apodrecer… E durante 150 anos a partir disso, NINGUÉM! Ninguém falou dele, nem ouviu falar. Ninguém, ninguém nada, ninguém! Nem da mãe dele, nem do pai dele, nem dos tios nem dos avós, nem dos seus apóstolos, nem dos seus irmãos, seguidores, amigos, inimigos, ninguém falou dele fez pintura escultura versinhos, desenhos rupestres, nada, nada nada!

    Tenho a impressão que você não leu o que eu escrevi. Muitos falaram sobre Jesus no século I, incluindo os evangelhos da bíblia, as cartas de Paulo e outras cartas da bíblia, além de outras cartas e evangelhos que não estão na bíblia. Além disso, Tacitus escreveu a respeito de Cristo em 116 d.C. Sua ideia de que ninguém escreveu sobre ele até 150 anos depois está bem errada.

    Quanto a não ter sobrado documentos de historiadores da época de Jesus que falassem sobre ele, eu preciso procurar a respeito disso, mas veja também o que Ton disse acima.

    Você pode comparar este problema ao problema da historicidade de Sócrates. Nenhum historiador da época dele documentou sobre ele, apenas discípulos dele, cada um dos quais apresentando uma versão diferente de Sócrates. Mesmo tendo relatos contraditórios acerca dele, poucos duvidam da sua existência.

    Olá meu prezado. É natural que você fique em dúvida. Essa coisa monstruosa, não é fácil de engolir.

    Eu não estou em dúvida.

    reparei que você fala muito de historiadores… Que historiadores? Quais historiadores? O nome deles!…E por fim diga: eles são católicos, evangélicos, judeus ou ateus? A credibilidade de cada um está diretamente relacionada a isso.

    Eu assisti palestras do historiador Bart D. Ehrman, que é agnóstico, critica enormemente a interpretação literal da bíblia e até escreveu um livro sobre o “problema da maldade”, argumentando contra a existência divina.

    Eu também assisti várias aulas (muito boas!) do professor Dale B. Martin da universidade de Yale a respeito do assunto. Ele é ateu. E gay.

    Você apresentou um número muito grande de historiadores que vão contra a existência de Jesus, vários deles da antiguidade, mas, como você já deve imaginar, existe uma lista muito maior de historiadores que vão a favor dela, mesmo que eu me restrinja a historiadores atuais.

    Veja por exemplo essa citação da Wikipédia:

    Although a few scholars have questioned the existence of Jesus as an actual historical figure,[46] most scholars involved with historical Jesus research believe his existence, but not his miracles, can be established using documentary and other evidence.[47][48][49][50][51][52]

    http://en.wikipedia.org/wiki/Jesus_christ#Chronology

    Isto é, na falta de uma evidência dizendo que a maioria dos historiadores aceitam a existência de Jesus, a Wikipédia cita seis. E você deve saber que a Wikipédia é praticamente um reduto dos ateus.

    Não fique tentando me impressionar com números, até porque os historiadores que você apresentou nem sequer conseguem concordar com a teoria a respeito de como teria surgido a história de Jesus Cristo. Tem até um bendito egiptólogo que decidiu dar uma de sabe-tudo e falar sobre inexistência de Jesus sem nem sequer estudar o Novo Testamento! Ah, fala sério!

    Entenda, eu já vi palestras e textos defendendo a não-historicidade de Jesus, e até pensei que eles tinham razão, ao menos até certo ponto, mas depois eu parei para pensar e percebi que o argumento não era tão bom assim. Daí eu assisti aquela palestra que eu passei no outro comentário e aí sim eu vi argumentos coerentes a favor da existência de Jesus que fazem extremamente mais sentido do que quaisquer outros que eu ouvi contra a sua existência.

    E, se isso ajudar em alguma coisa, saiba que eu também sou ateu.

    Já que você me convidou a pensar, eu também faço o mesmo:

    Por que tantos indivíduos do século I atestaram por escrito a existência de um messias que morreu numa cruz, sendo que morrer numa cruz vai completamente contra a ideia de messias que se tinha na época?

    Por que tantos documentos que foram escritos independentemente, defendendo posições e filosofias diferentes, concordam em alguns aspectos históricos como batismo por João Batista, o fato de estar escrito “Rei dos Judeus” na sua cruz, entre outros?

    Por que surgiram no século I tantos documentos apresentando várias parábolas e ensinamentos que têm estilos (um estilo judaico) e temáticas (falam de pobreza, humildade, bondade, amor) tão parecidas?

    Se o pregador não se chamava Jesus, qual era seu nome? E onde estão os documentos que atribuem essas pregações a outro indivíduo?

  15. […] a voss…Valmidênio Barros on Interpretareis conforme a voss…Gustavo Milaré on Interpretareis conforme a voss…Ton on Interpretareis conforme a voss…Ton on Interpretareis conforme a […]

  16. Existe um erro gritante já em mateus, onde voce ve claramente a igreja já desde os primeiros séculos tentam dar força ao mito chamado jesus cristo.
    Já na genealogia há traduções que diz que ele nasceu de José, isto validaria aquela estória que o messias, seria um descendente de davi, um rebento do tronco de jesse etc,
    Mais a igreja pra sustentar que jesus teria nascido de uma virgem e nascido de espirito fez esta tradução.
    E jacó gerou a josé, marido de Maria da qual nasceu Jesus ,que se chama o cristo.
    Nisto aqui existe um grande problema em se comparando as profecias sobre o messias.
    Porque Maria não tem nada a ver com a genealogia ela entra como esposa de josé, mais o filho não era de José e para a igreja ela era virgem e morreu virgem.,então a genealogia de jesus esta ligado com os parentesco de maria e não tem nada a ver com josé, então fica descartado toda aquela estória da geração de jesus cristo que começa no capitulo 1 de mateus com abraão que gerou a isaque etc.
    Então o certo aqui seria que ele realmente nasceu de josé, da semente de josé(espermatozóide) porque assim validaria de certa forma as antigas profecias.
    Agora dizer que ele nasceu de um espirito de uma virgem que morreu virgem, ele não se encaixa de jeito nenhum na geanalogia de mateus, mais ele estaria ligado a genealogia de maria.
    Neste caso teria que saber quem era os pais de maria, quem eram os avós de maria, quem eram os bisavós de maria etc, o que mudaria a genealogia de jesus.
    E esta estória de que nasceu de uma virgem foi erro de tradução, porque no lugar de virgem era pra ser traduzido ”uma jovem” e não uma ”virgem”.

  17. Se entederam o que eu escrevi, é que segundo a genealogia ,Jesus não tem nenhum parentesco com josé, que não tem nenhum parentesco com jacó, que não tem nenhum parentesco com matã ,que não tem nenhum parentesco com eleázer ,que não tem nenhum parentesco com eliúde etc.
    O parentesco de jesus estaria ligado a maria somente a maria e aos parentesco dela, E não aos parentesco de josé como esta na genealogia.

    Pois se Maria era virgem e concebeu do espirito e na genealogia ela aparece somente como a esposa de José ,isto não faz ela de jeito nenhum estar dentro daquela genealogia, pois a genealogia de maria é outra.

  18. Jesus deve ter existido, e uma evidência que os estudiosos céticos apontam é que ele foi usado nos Evangelhos como sendo o filho de Deus, o messias de quem falavam as profecias do Antigo Testamento, mesmo que — segundo a própria Bíblia — não se encaixasse nessas mesmas profecias.

    Alguém, em algum momento, deve ter pensado o mesmo: “Mas ele não se encaixa na descrição das profecias; segundo elas, ele não pode ser o filho de Deus” — com o que os judeus, o povo que Deus escolheu, concordam.

    Mas aí, mesmo assim, os chefões da doutrina viram mais benefícios em proclamar que Jesus era mesmo o Messias, talvez apostando que ninguém iria perder tempo lendo a Bíblia.

    E acertaram em cheio.

  19. Meu querido, isso que você falou só tem a ver com a afirmação que Jesus é divino e é descendente de Davi. Não tem nada a ver com a historicidade de Jesus. Você tem que saber separar as duas coisas.

    Se o que você quer é convencer que Jesus não foi Deus e que ele não foi descendente de Davi, não precisa, eu já estou convencido disso há muito tempo.

  20. “Deus é um carnaval para reprimidos” (Shannon Ballanne).

  21. Gustavo,
    Eu não te conheço , então não vou dizer que voce esta sendo desonesto intectualmente,
    O Messias teria um descendente comum segundo as profecias, e ele não tem ,jesus não se encaixa na genealogia.

    Mais ai voce disse ,que isto prova que ele é divino.
    Mais exclui ele totalmente daquela genealogia de mateus, fazendo que dentro daquela genealogia apresentada ele não tem nenhum parentesco.

    E se voce leu Gustavo, o Jesus divino não existe, na verdade, o texto original seria.

    E uma jovem concebera e dara a luz a um filho.

    E não, Uma virgem concebera e dara a luz a um filho.

    Ai voce já viu os copistas tiveram que fazer muito malabarismo pra ir dando sentido as lendas do messias que eles tinham, pois fica evidente que estes copista não tinha com eles nenhuma testemunha dos fatos que eles estavam traduzindo.

    Fica evidente que eles tinham somente os escritos que já não eram nem originais, porque eles não sabia como era o certo e não tinha ninguém pra dizer pra eles o que era o certo.

    Não tinha ninguém pra dizer pra eles se era uma ”virgem” ou se era uma ”jovem” e comforme eles iam traduzindo errado, eles ia se esbarrando em coisas que não fazia muito sentido, e para dar sentido eles iam alterando tudo comforme suas vontade . Isto esta no livro de Bart D. Erhmam

  22. Você não entendeu, eu não disse que isso prova que ele é divino. Eu sou ateu.

  23. Olá Valmidênio. Está difícil você escutar o que eu estou dizendo! Você é uma porta fechada?! Por que você tira suas conclusões trancado dentro de uma redoma de incomunicabilidade? Abra a porta e vamos discutir! Fui religioso por 50 anos! Mas aberto a novos conhecimentos. Isso mudou radicalmente meus conceitos, depois que eu descobri a verdade, o fato de Jesus ter sido apenas um mito. Uma estória, um conto sem nenhuma base material. Apenas uma fantasia, apenas uma hipótese ilusória! Você está me tomando por imbecil ou esclerosado? Ainda faço cálculos de engenharia, ainda lembro o telefone da minha avó! Por que o que eu digo tem que ser motivado por algum desastre? Não posso apenas ter estudado e concluído?
    Estou convidando você a pegar os rascunhos dos meus estudos, olhar com os seus olhos e dizer: – Isso aqui está errado!
    Leia o meu livro: “Sinto muito, mas Jesus Cristo não existiu”. Leia a porra do livro! E então fale de boca cheia! Xingue! Me chame de imbecil, e de aparvalhado de esclerosado! Faça como todos os crentes de mente lavada fazem – SEM CONHECER OS MEUS ARGUMENTOS!
    E TEM MAIS! EU NÃO ESTOU SOZINHO!
    Depois que cheguei a essa conclusão, conheci centenas de sumidades da teologia, da literatura, da ciência, que respaldaram as minhas conclusões.
    Todos são doentes mentais e só você é o certo aqui?
    Está aqui a lista de novo:

    Lista dos escritores que dizem Jesus ñ Existiu:
    Revisada em 14-08-11

    # Hermann Samuel Reimarus – 1694 – Escritor, filósofo alemão e um dos promotores da corrente nacionalista que negava os milagres, mas ainda admitia a possibilidade da existência desse personagem, defendia que Jesus nada tinha de divino, era apenas um dos profetas. Quanto a ressurreição, dizia que os apóstolos a inventaram após esconderem o corpo de Jesus. Receando a perseguição da Igreja, o pensador não publicou a sua obra “Intenção de Jesus e Seu Ensinamento”, que só foi editada depois dele morto. Reimarus era um pensador iluminista e foi professor de línguas orientais do Ginásio de Hamburgo, sua extensa obra, publicada após sua morte, rejeita a “religião revelada” e defende um deísmo naturalista. Reimarus acusou os escritores dos evangelhos de fraude proposital e inumeráveis contradições. [Sumiu do mapa depois disso]

    # Voltaire (François-Marie Aroue) – 1694 em Paris – A mais influente figura do Iluminismo, foi educado num colégio jesuíta e ainda assim concluiu “O cristianismo é a religião mais ridícula, absurda e sangrenta que jamais infectou o mundo… O verdadeiro Deus não pode ter sido dado à luz por uma garota, nem sido morto num cadafalso e nem ser comido numa porção de hóstia.” Preso, exilado, seus livros banidos e queimados, a grande popularidade de Voltaire na França assegurou-lhe um descanso final no Panteão, em Paris. Extremistas religiosos roubaram seus restos mortais e os atiraram numa pilha de lixo.
    Junto a outros grandes filósofos franceses, combatia violentamente a Igreja Católica e publicavam: “Esmagar a infâmia”. Assinalou as coincidências até na terminologia entre o Evangelho segundo João e os escritos de Filon de Alexandria. Um polemista satírico, frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo. Ficou conhecido por dirigir duas críticas aos reis absolutistas e aos privilégios do clero e da nobreza.

    # Thomas Paine – 1737 – A Idade da Razão 1795. Panfleteiro que fez o primeiro apelo à independência dos Estados Unidos (Bom Senso, 1776; Direitos do Homem,1791), Paine derramou sátiras virulentas nas contradições e atrocidades da Bíblia. Como muitos revolucionários americanos, Paine era deísta: “Eu não creio na fé professada pela igreja judaica, pela igreja romana, pela igreja grega, pela igreja turca, pela igreja protestante ou por qualquer outra de que tenha notícia… Cada uma destas igrejas acusa a outra de descrença; e de minha parte eu descreio de todas.”

    # Georg Wilhelm Friedrich Hegel – 1770 – Filósofo alemão, escritor da escola de Tubingem, junto com Baur descobriram tendências opostas em síntese no Novo Testamento concluindo que, como conhecemos, não foi escrito antes do século II.

    # Godfrey Higgins (1771-1834). 1836, “Anacalipse” – Uma Tentativa de Remover o Véu da Ísis Saíta ou um Inquérito da Origem das Línguas, Nações e Religiões. Pioneiro inglês da arqueologia e maçom. [A palavra ateu ainda não existia].

    # Count Constantine Volney, 1787, As Ruínas; ou, Meditação sobre as revoluções dos impérios (Ruína dos Impérios). Pesquisador napoleônico, viu com seus próprios olhos evidências de precursores egípcios do cristianismo. [Apontando os caminhos falsos percorridos até Jesus]

    # Ferdinand Christian Baur – 1792 – Professor de teologia na Universidade de Tubingen – Alemanha – Iniciou a aplicação de novos métodos de investigação histórica ao estudo dos Evangelhos e revelou a completa inconsistência dos dogmas tradicionais da Igreja. [E foi criado na Igreja!]

    # Edward Evanson, 1792, A Dissonância dos Quatro Evangelistas Geralmente Percebidos e a Evidência de suas Respectivas Autenticidades. Racionalista inglês que contestou a autoria apostólica do Quarto Evangelho e denunciou como espúrias várias epístolas Paulinas. [Teve que mudar de país]

    # Charles François Dupuis, 1794, Origem de todos os Cultos ou a Religião Universal. Interpretação astrológico-mítica do Cristianismo (e de toda religião). “Um grande erro é mais facilmente propagado que uma grande verdade, porque é mais fácil crer que raciocinar e porque as pessoas preferem o maravilhoso do romance à simplicidade da História.” Dupuis destruiu a maior parte de seu próprio trabalho por causa das violentas reações que causou. [Deu sorte de não ser estripado]

    # David Friedrich Strauss – 1808 – Teólogo, escritor alemão, discípulo de Hegel. Em Setembro de 1825 iniciou os seus estudos de teologia no seminário protestante de Tübingen, sendo depois professor no seminário de Maulbroon. 1860 Escreveu “A Vida de Jesus Examinada Criticamente”, e afirmou que os apóstolos foram buscar quase tudo o que dizem em religiões anteriores ao cristianismo. Foi criticado brutalmente e por vezes difamado pelos teólogos católicos e protestantes da Alemanha, embora pouco a pouco tivesse imposto suas opiniões. Para Strauss, o sucesso do cristianismo explicava-se por um “mito de Jesus”, que teria sido forjado pela mentalidade judaica dos tempos apostólicos, e que não poderia ser sustentada pela ciência moderna. Era um Vigário luterano que se tornou estudioso, expôs magistralmente os milagres evangélicos como mito e, no processo, reduziu Jesus a um homem comum, e isso lhe custou sua carreira.[Claro!]

    # Friedrich Engels – 1820 – Escritor – Obras sobre o cristianismo primitivo. Três foram importantes. “Bruno Bauer e o Cristianismo primitivo”- 1882 – “O Livro da Revelação” – 1883 e “Para a história do Cristianismo Primitivo” – 1894. Admite que os quatro Evangelhos são arranjos ulteriores de escritos perdidos. Elimina a narração histórica, considera inadmissível os milagres e contradições. E endossa os resultados de investigações da Universidade de Tubingen.

    # Robert Taylor – 1828 – Sintagma de Provas da Religião Cristã; 1829 – Diegesis. Taylor foi aprisionado por afirmar as origens míticas do cristianismo. “Os primeiros cristãos entendiam as palavras como nada mais que a personificação do princípio da razão, da bondade, ou daquele princípio, seja qual for, que pode ser mais benéfico à humanidade durante o curso de uma vida.” [Deve ter morrido na prisão]

    # Bruno Bauer, 1841 – Padre – Professor de Teologia da Universidade de Bona – Em 1840 e 1842 publicou dois livros críticos ao Evangelho de João e à história Evangélica. 1841, Crítica da História Evangélica dos Sinóticos. 1877, Cristo e os Césares, segundo o que para ele, o cristianismo era a síntese primitiva do estoicismo. A Formação da Cristandade entre os Romanos Helenizados. O iconoclasta original. Bauer contestou a autenticidade de todas epístolas paulinas (nas quais viu a influência de pensadores estóicos, como Sêneca) e identificou o papel de Fílon no cristianismo emergente. Bauer rejeitou a historicidade do próprio Jesus. “Tudo que se sabe sobre Jesus pertence ao reino da fábula.” Como resultado, em 1842, Bauer foi ridicularizado e removido de sua cátedra de Novo Testamento em Tübingen.
    Demonstrou que os Evangelhos não são dignos de confiança como fontes documentais sobre a vida de Jesus. Tal conclusão levou-o à negação da realidade histórica de Jesus, o que provocou autêntica sublevação nos meios clericais. Teve que deixar o seu cargo na faculdade sofreu todo tipo de perseguições e teve seus escritos boicotados. [Deu sorte de não ser executado em praça pública]

    # Ralph Waldo Emerson, 1841, Ensaios. Inicialmente cristão trinitário e posteriormente ministro unitário, defendeu que Jesus era um “verdadeiro profeta”, mas que o cristianismo institucionalizado era um “despotismo oriental”: “Nossas escolas dominicais, igrejas e ordens monásticas são jugos sobre nossos pescoços.” [Pegou de leve… Não era bobo e ficou vivo]

    # Mitchell Logan, 1842, escreveu A Mitologia Cristã Revelada. “A opinião predominante, embora infundada e absurda, é sempre a rainha das nações.” [Viveu escondido daí pra frente]

    # Friedrich Wilhelm Nietzsche – 1844, autor de 19 obras contra a religião, nasceu numa família luterana, filho de Karl Ludwig, seus dois avós eram pastores protestantes; o próprio Nietzsche pensou em seguir a carreira de pastor. Entretanto, Nietzsche rejeita a “fé” (religião/crença religiosa) durante sua adolescência, e os seus estudos de filosofia afastam-no da carreira teológica.
    O budismo para Nietzsche “é cem vezes mais realista que o cristianismo” (escreveu em O anticristo). Religiões que aspiram ao Nada, cujos valores dissolveram a mesquinhez histórica. Não obstante, também se auto intitula ateu: Escreveu: “Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária.”
    “O cristianismo foi, até o momento, a maior desgraça da humanidade”.
    “A fé é querer ignorar tudo aquilo que é verdade.”

    # Ferdinand Christian Baur, 1845, escreveu “Paulo, o Apóstolo de Jesus Cristo”. Estudioso alemão, iniciou a aplicação de novos métodos de investigação histórica ao estudo dos Evangelhos e revelou a completa inconsistência dos dogmas tradicionais da Igreja. Identificou como “inautênticas” não apenas as epístolas pastorais, mas também Colossenses, Efésios, Filêmon e Filipenses (deixando apenas as quatro principais epístolas paulinas consideradas genuínas). Baur foi o fundador da assim chamada “Escola de Tübingen” na Alemanha. [Tinha 3 guarda costas]

    # Hegel, 1845 – Filósofo escritor da escola de Tubingem, junto com Baur descobriram tendências opostas em síntese no Novo Testamento concluindo que, como conhecemos, não foi escrito antes do século II. [Nem saía da escola]

    # Ernest Renan, 1863, escreveu Vida de Jesus. Educado como padre católico, escreveu uma biografia romanceada do homem-deus, sob a influência dos críticos alemães. Custou-lhe seu emprego. [Foi falar a verdade, Rua!]

    # Thomas Wittaker – Século XIX – Historiador inglês da Escola Mitológica, considerava que o culto Evangélico de Jesus deriva diretamente do culto Judaico pré-monoteísta de Josué.

    # W. Smith – cientista americano – Por volta de 1870 procurou demonstrar que o nome que diziam ser Jesus era um epíteto (antiga inscrição em túmulos) aplicado ao deus hebraico Iahvé e se denominavam nazarenos. Para ele o mito Jesus é pura alegoria. [Era americano…]

    # Robert Ingersoll, 1872, escreveu Os Deuses. Extraordinário orador de Illinois, seus discursos atacavam a religião cristã. “Sempre me pareceu que um ser vindo de outro mundo, com uma mensagem de infinita importância para a humanidade, deveria pelo menos ter escrito tal mensagem de seu próprio punho. Não é admirável que nenhuma palavra foi jamais escrita por Cristo?” [Cristo era analfabeto, esqueceu?]

    # Kersey Graves, 1875, escreveu Os Dezesseis Salvadores Crucificados da Humanidade. Quacre da Pensilvânia que viu um fundo pagão através das invenções cristãs, embora raramente citasse fontes para suas conclusões avançadas.

    # Allard Pierson, 1879, escreveu O Sermão da Montanha e outros Fragmentos Sinóticos. Historiador de arte, literatura e teologia que identificou o Sermão da Montanha como uma coleção de aforismos da literatura sapiençal judaica. Esta publicação foi o começo da Crítica Radical Holandesa. Não apenas a autenticidade das epístolas paulinas, mas a própria existência histórica de Jesus foi trazida à baila. [Escondeu-se depois disso]

    # Bronson C. Keeler, 1881, escreveu Pequena História da Bíblia. Uma exposição clássica das fraudes cristãs. A Bíblia inteira está saturado com temas mitológicos comuns, desde a criação e mito dilúvio ao nascimento virgem e ressuscitou mitologia do herói. Do inglês:
    *As histórias dos patriarcas do Antigo Testamento são conhecidos como “templo lendas” para melhorar a história do povo hebreu e são principalmente de ficção.
    *Os evangelhos não foram escritos por alguém que conhecia Jesus pessoalmente.
    * O ‘Cristo’ mitos e as fórmulas são cópias directas de mitos Zoroastrian adotado pela seita Jesus.
    *Esses fatos, com os outros, são conhecidos há anos, e ensinado por estudiosos respeitados internacionalmente das principais universidades em todo o mundo.

    # Friedrich Engels – Escritor – 1882, “Bruno Bauer e o Cristianismo primitivo”- 1883, “O Livro da Revelação” e 1894, “Para a história do Cristianismo Primitivo”Obras sobre o cristianismo primitivo. Essas três foram importantes. Admite que os quatro Evangelhos são arranjos ulteriores de escritos perdidos. Elimina a narração histórica, considera inadmissível os milagres e contradições. E endossa a os resultados de investigações da Universidade de Tubingen. [Cara inteligente…]

    # Abraham Dirk Loman, 1882, escreveu “Quaestiones Paulinae,” in Theologisch Tijdschrift. Professor de teologia em Amsterdã que declarou que todas as epístolas paulinas datam do segundo século. Loman explicou que o cristianismo era a fusão do pensamento judaico ao helenístico-romano. Ao perder a visão, Loman acabou enxergando através das trevas da história da igreja. [Criado dentro da Igreja, teve que sumir depois disso]

    # Thomas William Doane, 1882, escreveu Os Mitos Bíblicos e seus Paralelos em Outras Religiões. Desatualizado, mas uma revelação clássica dos antecessores pagãos dos mitos e milagres bíblicos.

    # Samuel Adrianus Naber, 1886, escreveu Verisimilia. Laceram conditionem Novi Testamenti exemplis illustrarunt et ab origine repetierunt. Classicista que viu mitos gregos escondidos dentro das escrituras cristãs. [Disse nada mas falou tudo]

    # Gerald Massey, 1886, escreveu O Jesus Histórico e o Cristo Mítico. 1907, Antigo Egito-A Luz do Mundo. Outro clássico da pena de um inimigo precoce do clero. Esse egiptologista britânico escreveu seis volumes sobre a religião do antigo Egito. [Lá no Egito, dentro de uma pirâmide qualquer!]

    # Prosper Alfaric (1886-1955) Ex-padre. – Professor de História da Religião na Universidade de Estrasburgo. Professor francês de teologia, abalado pela posição de Pio X. Estudou no Instituto católico. Sagrado padre, renunciou à sua fé e deixou a Igreja em 1909 para trabalhar em prol do racionalismo depois que Alfred Loisy foi excomungado. Em 1932 foi excomungado também por defender as teses da Escola Mitológica da França, da qual acabou representante. Considerava que a vida de Jesus apresentava muitas semelhanças com os mitos de Osiris, de Mithra e de Átis. Estudando as descobertas de Qumran concluiu que era o elo que faltava na história do cristianismo primitivo, que nasceu no seio da seita dos essênios. [Deu uma banana para a excomunhão, mas quase morreu de fome]

    # Edwin Johnson, 1887, escreveu Antiqua Mater. Um Estudo das Origens Cristãs. Teólogo radical inglês identificou os primeiros cristãos como os primeiros cristãos como os “crestianos”, seguidores de um bom (Chrestos, em grego) Deus que havia se apossado do mito de Dionísio Eleutério (“Dionísio, o Libertador”) para produzir um homem-deus altruísta que se sacrificou. Denunciou que os doze apóstolos eram uma completa invenção. [Teve que se esconder nos EUA]

    # Rudolf Steck, 1888, escreveu A Epístola aos Gálatas investigada quanto à sua pureza e uma Observação Crítica das Principais Epístolas Paulinas. Estudioso radical suíço que classificou todas as epístolas paulinas como falsas. [Falsas!]

    # Franz Hartmann, 1889, escreveu A Vida de Johoshua: Profeta de Nazaré. Foi um célebre escritor teosófico alemão, estudioso das doutrinas de Paracelso, Jakob Böehme e a Tradição Rosacruz. Discípulo de Helena Blavatsky na Índia. Posteriormente fundou a Sociedade Teosófica na Alemanha em 1896.
    “O maior obstáculo para a compreensão dos mistérios da religião do Cristo vivo é a visão bastante estreita que estamos acostumados a ter com relação a tais mistérios, sempre de acordo com a mera interpretação externa e superficial do Velho e do Novo Testamentos, tais como são ministrados pelas igrejas modernas e pelo clericalismo da moda, que se referem a estas doutrinas a partir de um ponto de vista meramente histórico ou emocional” – escreveu.

    # Willem Christiaan van Manen, 1896, escreveu Paulus. Professor em Leiden e mais famoso dos Radicais Holandeses, um clérigo que não acreditava na ressurreição física de Jesus Cristo. Depois de resistir à conclusão por vários anos, van Manen admitiu que nenhuma das epístolas paulinas era genuína e que os Atos dos Apóstolos se baseiam nas obras de Josefo. [Certíssimo!]

    # Joseph McCabe, 1897, escreveu Porque Deixei a Igreja. 1907, A Bíblia na Europa: Investigação da Contribuição da Religião Cristã à Civilização. 1914, As Origens da Moral Evangélica. Monge franciscano que se tornou evangélico e depois ateu. McCabe, prolífico autor, destroçou muitas partes da lenda cristã – “Não há uma “figura de Jesus” nos Evangelhos. Há uma dúzia de figuras” – mas continuou a admitir a plausibilidade de um fundador histórico, apesar disso. [Ex-padre, botou panos quentes para sobreviver]

    # Louis Duchesne – Século XX, foi um francês sacerdote, filólogo , professor e crítico historiador do cristianismo e da liturgia católica romana e as instituições. Especialista em história do cristianismo primitivo. Tinha obras que figuravam no Index, proibidas aos leitores católicos por serem contundentes à crença em Jesus. [Foi proibido de tudo e seus livros censurados]

    # Albert Schweitzer. O famoso teólogo e missionário alemão, padre protestante, eminente investigador contemporâneo em cristianismo primitivo, doutor em Teologia. Médico. Escritor – Em 1901, escreveu O Mistério do Reino de Deus. 1906, A Busca pelo Jesus Histórico – Obra sobre a vida de Cristo. Começou a duvidar da autenticidade dos relatos evangélicos. Em sua obra fez questão de afirmar que Jesus não era filho de deus coisa nenhuma e nem sequer o Messias. Disse que Straus passou uma certidão de óbito a uma série de interpretações racionalistas das lendas evangélicas e que hoje figuram como fantasmas. Que o Evangelho é um amálgama [mistura] de mitos e lendas sobrepostos em diversas épocas. (35 Anos nos Camarões) ridicularizou o Jesus humanitário dos liberais e teve, ao mesmo tempo, coragem para reconhecer o trabalho dos Radicais Holandeses. Sua conclusão pessimista foi a de que o super-herói foi um fanático apocalíptico que morreu desapontado. Autor da célebre frase: “aqueles que buscam um Jesus histórico apenas encontram um reflexo de si mesmos.” [Ninguém mais ouviu falar dele depois disso]

    # Wilhelm Wrede, 1901, em “O Segredo Messiânico” demonstrou como, no evangelho de Marcos, uma falsa história foi criada pelas crenças dos primeiros cristãos.

    # George Robert Stowe Mead, 1903, foi um escritor, editor, tradutor, esoterista e um influente membro da Sociedade Teosófica. Escreveu “Jesus Viveu em 100 a.C”? Uma discussão das histórias judaicas sobre Yeshu que leva Jesus para uma época mais antiga, desacreditando a Igreja.

    # Thomas Whittaker – 1904 – escreveu Origens da Cristandade. Historiador inglês da Escola Mitológica, considerava que o culto Evangélico de Jesus deriva diretamente do culto Judaico pré-monoteísta de Josué. Declarou que Jesus era um mito.
    [Depois, se escondeu nos EUA]

    # William Benjamin Smith, 1906, escreveu O Jesus Pré-Cristão. Em 1911, Os Ensinamentos Pré-Cristãos do Jesus Pagão. Defende a existência de um culto a um Jesus pré-cristão na ilha de Chipre, a exemplo de George Robert Stowe Mead.

    # Albert Kalthoff, 1907, escreveu “Ascensão do Cristianismo”. Outro radical alemão que identificou o Cristianismo como uma psicose de massas. Cristo era essencialmente o princípio transcendental da comunidade cristã que buscava uma reforma social apocalíptica. [Mudou de país]

    # Gerardus Bolland, 1907, escreveu O Josué Evangélico. Filósofo em Leiden, identificou a origem do cristianismo no antigo gnosticismo judaico. O super-astro do Novo Testamento é o “filho de Num” do Velho Testamento, o homem a quem Moisés renomeou como Josué. A virgem nada mais é que um símbolo do povo de Israel. De Alexandria, os “Netzerim” levaram seu evangelho até a Palestina. Escreveu desacreditando a estória bíblica. [E ficou desacreditado até o fim]

    # Alfred Loisy – 1908 – Padre católico (Abade) – Fundador do modernismo católico – Fiel à Igreja, foi excomungado porque quis estudar as fontes cristãs, à luz da ciência. Suas obras foram para o Index e proibidas aos católicos. Concluiu depois de estudos das suas fontes que a escola de Tubingem coincidia em muitos pontos com a opinião dele e que os documentos que chegaram até a nossa época nada contem de comprovativo sobre a vida de Jesus. Ainda colocou em dúvida a autenticidade das cartas de Paulo. Segundo ele foram reescritas no Século II. [Antigamente, a moda era ser padre. Quando a verdade vem à tona eles se mandam]

    # Mangasar Magurditch Mangasarian, 1909, Durante sua vida Mangasarian escreveu uma série de livros. Seus mais populares, incluindo “A verdade sobre Jesus – Ele é um mito” (1909) e “A Bíblia Unveiled” (1911), lidando com as provas contra a existência de um histórico Jesus. Ele também escreveu centenas de ensaios e palestras sobre as questões dos tempos. Seus livros e ensaios foram traduzidos para o francês, alemão, espanhol e outras línguas estrangeiras. O tema geral de sua escrita foi a crítica religiosa e a filosofia da religião. A Verdade Sobre Jesus? Ele É um Mito? Perspicaz ministro presbiteriano que enxergou o mito por trás da farsa. [São homens honrados que priorizam a verdade]

    # Karl Kautsky, 1909, escreveu As Origens do Cristianismo. Teórico socialista que interpretou o cristianismo como uma manifestação da luta de classes. Essa profunda análise do Jesus histórico empreendida pelo autor é a base para o entendimento dos primórdios do Cristianismo, que segundo Kautsky ganhou força após a grande guerra ocorrida entre os judeus de Jerusalém e o Império. Este acontecimento determinou a expansão do Cristianismo, quando deixou de ser um partido político dentro do Judaísmo e tornou-se um partido dos não-judeus e, inclusive, hostil a eles.

    # John E. Remsburg,(*) 1909, professor por 15 anos, em seguida, um escritor e conferencista em apoio à liberdade de pensamento. Em “O Cristo: Uma revisão crítica e análise de Sua existência”. Afirmou que os evangelhos estavam cheios de contradições, duvidou que Jesus tivesse existido e afirmou que o Cristo sobrenatural é apenas certamente um dogma cristão. Nas pgs 24-25), lista 40 escritores que viveram durante a época, ou até um século após a época, em que Jesus supostamente teria vivido. A referida lista detalhada e explicada é a que encontra-se nesse livro
    [(*) Autor da lista anterior]
    Segundo Remsburg, “o que resta dos escritos dos autores mencionados [No Século I] é suficiente para compor uma biblioteca. Apesar disso, nessa massa de literatura Pagã e Judia, fora duas passagens falsificadas de um autor judeu e duas passagens discutíveis em trabalhos de autores Romanos, não foi encontrada nenhuma menção a Jesus Cristo.” E podemos acrescentar, nenhum desses autores faz qualquer menção aos Discípulos ou Apóstolos – aumentando o embaraço do silêncio da história concernente à fundação do cristianismo.

    # Arthur Drews, 1910, Die Christusmythe (O Mito de Cristo). 1910, Die Petruslegende (A Lenda de Pedro). 1924, Die Entstehung des Christentums aus dem Gnostizismus (A Emergência do Cristianismo a partir do Gnosticismo). Eminente filósofo que foi o maior expoente da Alemanha na argumentação em favor do caráter mitológico de Cristo. Segundo Drews, os evangelhos historicizaram um Jesus mítico pré-existente cujo caráter foi derivado dos profetas e da literatura sapiençal judaica. A Paixão foi baseada em especulações de Platão.

    # Gustaaf Adolf van den Bergh van Eysinga, 1912, foi um teólogo holandês. De 1936 a 1944 foi professor no Novo Testamento a exegese na Universidade de Amsterdam. Ele pertencia à escola holandesa da Crítica Radical. Em Visões Radicais sobre o Novo Testamento. 1918, Cristandade Pré-Cristã. Van den Bergh contestou a autoria das epístolas paulinas . Refutando a autenticidade da Epístola de Clemente e Inácio de Antioquia , ele concluiu que não havia nenhuma evidência para a existência do paulinos antes de Marcion . Ele também listou evidência interna para estas epístolas sendo pseudepigraphs dos círculos Marcionita. Em vários lugares, a escrita não se encaixa com um fundo judaico do autor. Van den Bergh não encontrou nenhuma evidência de uma real crucificação de uma pessoa que afirma ser o Messias como a origem do cristianismo. [Abandonou o magistério para ser escritor ateu – morreu de fome]

    # Alexander Hislop, 1916, escreveu As Duas Babilônias. Exaustiva exposição dos rituais e parafernálias pagãs do Catolicismo Romano, desacreditando a seriedade da Bíblia.

    # Edward Carpenter, 1920, escreveu Credos Pagãos e Cristãos. Elaborou uma descrição das origens pagãs do Cristianismo, desmentindo toda a sua interpretação bíblica.

    # Rudolf Bultmann, 1921, escreveu A História da Tradição Sinótica. 1941, Novo Testamento e Mitologia. Teólogo luterano e professor da Universidade de Marburgo, Bultmann foi o expoente da “crítica formal” e fez muito para desmistificar os evangelhos. Identificou as narrativas sobre Jesus como teologia expressa em linguagem mítica. Observou também que o Novo Testamento não é a história de Jesus, mas o registro da crença dos primeiros cristãos. Argumentou que a busca por um Jesus histórico era infrutífera: “Nós não podemos saber praticamente nada a respeito da vida ou da personalidade de Jesus.” (Jesus e a Palavra, pg. 8)

    # James Frazer, 1922, Etnólogo, escreveu O Ramo Dourado [ou de Ouro], demonstrando pelo método comparativo a existência de um paralelismo entre os usos e costumes dos povos e as analogias da sua evolução espiritual. Segundo esse cientista, as raízes das religiões residem nos ritos mágicos das tribos primitivas e que muitas dessas tribos processavam o culto ao deus morto e ressuscitado. Assim comparando com a origem da religião cristã, concluiu que o mito evangélico é uma interpretação antropológica do progresso do homem a partir da magia, através da religião, até a ciência, afirmou: O Cristianismo nasceu de religiões anteriores. É um fenômeno cultural, ou seja, nada de sagrado ou divino. [Certo!]

    # John Robertson – Investigador etnógrafo – Século XX – Prosseguiu as investigações de James Frazer que escreveu “O Ramo de Ouro e tentou demonstrar pelo método comparativo, um certo paralelismo entre os usos e costumes. Robertson ainda descobriu certos traços de um culto de Jesus anterior ao cristianismo e paixões pré-cristãs. [Ou seja, tudo uma baita mentira como as outras]

    # John Robertson II, 1910, escreveu Christianismo e Mitologia. 1911, Cristos Pagãos. Estudos em Hagiografia Comparativa. E em 1917, O Problema de Jesus. Robertson chamou atenção para a universalidade de muitos dos elementos da biografia de Jesus e para a existência de rituais de crucifixão no mundo antigo. Identificou Jesus/Josué com um antigo deus efraimita em forma de cordeiro, não um ser humano.

    # P. L. Couchoud, 1924, Teólogo da Escola Mitológica. Amigo de Anatole France deixou claro que a objeção mais séria à existência real de Jesus derivava da sua representação sob um aspecto divino nos mais antigos escritos cristãos. (Apoc. João e epist. Paulo). Em O Mistério de Jesus.1939, e A Criação de Cristo. Couchoud era adepto da historicidade de Pedro, mas não de Jesus, e defendeu que a Paixão foi modelada a partir da morte de Estêvão.
    Para os primeiros cristãos, Jesus não era um homem, mas um cordeiro imolado, desde a criação do mundo. A biografia terrena de Jesus só surgiu no Século II. Jesus deus foi transformado em Jesus-homem no Século II. Portanto, não existia antes.

    # Georg Brandes, 1926, escreveu Jesus – Um Mito. Identificou o Apocalipse como a parte mais antiga do Novo Testamento (ano 64). Na idade de 30, Brandes formulou os princípios de um novo realismo e naturalismo , condenando estética hiper-escrita e fantasia na literatura, referindo-se à Bíblia. De acordo com Brandes, a literatura deve ser um órgão “dos pensamentos grandes da liberdade e do progresso da humanidade.” [subentendido: não feito de mentiras nem fantasias]

    # Michael W. Smith – Década de 20, cientista americano da Escola de Tubingem, – Junto com J. Robertson, A. Niemojewski, A. Drews e P. Couchoud, estabeleceu que os Evangelhos datavam do Século II. Procurou demonstrar que o nome Jesus era um epíteto (inscrição em túmulos) aplicado ao deus hebraico Iahvé e se denominavam nazarenos. Para ele o mito Jesus é pura alegoria.

    # Arthur Drews – Década de 20, Representante da escola Mitológica, colocou ao alcance dos leitores comuns as ideias e argumentos dos seus antecessores, tal como W. Smith e considerava que o cristianismo vinha do agnosticismo, doutrina mística da gnose, conhecimento da pretensa essência divina. Ou seja nada de divino era aceitável, senão como mitos. Jesus, no máximo era um homem comum, mas ainda tinha que provar isso.

    # Joseph Wheless, um advogado americano de 1926, criado no “Cinturão da Bíblia”, destroçou as fantasias bíblicas. Escreveu “Palavra de Deus?” Uma Exposição das Fábulas e Mitologia da Bíblia e das Falácias da Teologia. Em 1930, escreveu Falsificações no Cristianismo. “As provas da minha acusação encontram-se na mais ampla retórica da história e credenciadas autoridades eclesiásticas, e em abundante admissões incautas feita pelos porta-vozes credenciados do Arguido. A minha tarefa é simplesmente reunir as provas documentais e expô-los diante dos olhos atônitos do leitor moderno, que é o principal mérito do meu trabalho”

    # Henri Delafosse, 1927, escreveu “As Cartas de Inácio de Antióquia”. Em 1928, “Os Escritos de São Paulo” em Cristianismo. No livro as Epístolas de Inácio são denunciadas como falsificações tardias.

    # L. Gordon Rylands, 1927, escreveu A Evolução do Cristianismo. Em 1935, e escreveu Jesus Viveu? Livros que criticam o cristianismo e levanta questiona a sua existência real. Nota: A biografia de Rylands está embutida nos referidos livros, sem acesso externo.

    # I. Iaroslavski – Na década de 30 publicou Como Nascem e Morrem os Deuses, obra crítica de valor sobre a origem do cristianismo. Depois da separação da Igreja e o Estado soviético e a Grande Revolução Socialista, historiadores da religião e do cristianismo, tiveram pela primeira vez no mundo, a possibilidade de estudar esses problemas e escrever outras obras arquivadas em museus antirreligiosos. [Antes disso, seriam queimados vivos a mando da Igreja]

    # Edouard Dujardin, 1938, escreveu Antiga História do Deus Jesus. (Histoire ancienne du dieu Jésus por Édouard Dujardin) 1927. Versão em Inglês resumido por A. Brodie Sanders – 1938 – Explica como Jesus já existia antes dele mesmo. Mitologia.

    # John J. Jackson, 1938, escreveu “Cristianismo Antes de Cristo”, numa clara referência à nova invenção cristã, chamou atenção para precedentes egípcios das crenças cristãs, com histórias e até nomes muito semelhantes.

    # Alvin Boyd Kuhn, 1944, escreveu Quem É o Rei da Glória? Em 1970 escreveu em Renascimento para o Cristianismo. “Jesus não foi uma pessoa, mas um símbolo da alma humana que existe em cada ser humano”.

    # R. Vipper – Século XX Acadêmico – 1946, escreveu O Nascimento da Literatura Cristã e em 1956, Roma e o Cristianismo Primitivo, demonstrando a estreita ligação entre o Cristianismo e a ideologia mitológica do antigo mundo greco-romano. Demonstrou de modo convincente que o texto dos Evangelhos canônicos não podem ser anteriores a meados do Século II. E era firme na sua negação da existência do Cristianismo durante o Século I e na primeira metade do Século II.

    # A. Ranovitch – Século XX – Escritor – Obras sobre o início do Cristianismo Primitivo de 1933 a 1941. Investigando à luz da ciência histórica. A melhor monografia soviética sobre as origens cristãs. Apreciador dos trabalhos de R. Vipper que julgava os textos escritos dos Evangelhos canônicos e a própria constituição da Igreja Cristã, nunca pudesse ser anterior a meados do Século II.

    # Herbert Cutner, 1950, escreveu Jesus: Deus, Homem ou Mito? Natureza mítica de Jesus e o sumário do contínuo debate entre os mitologistas e os historicizantes. A hipótese mítica é uma tradição contínua, não nova. Cristo teve origens pagãs.

    # Papa Pio XII – Intervindo num Congresso Internacional de Historiadores realizado em Roma – 1955 – disse: “Para os católicos a questão da existência de Jesus depende da fé e não da ciência”. [Ele sabe que é mentira!…]

    # A. Domini – Por volta de 1955. Investigador italiano declara estar absolutamente convencido de que os escritos dos essênios encontrados em Qumran no Mar Morto, são o elo que faltava na longa cadeia de fatos que levou ao nascimento da religião cristã. Mesma opinião de P. Alfaric.

    # Georges Las Vergnas, 1956, escreveu Porque Deixei a Igreja Romana. Vigário geral da diocese de Limoges, que perdeu sua fé, argumenta que a figura central do cristianismo não tinha existência histórica. [Comeu o pão que o diabo amassou para sobreviver depois disso]

    # Georges Ory, 1961, escreveu Uma Análise das Origens de Cristo. 68 pp Secular Society edition Limited (1961) .- Hypothese sur le Jean Baptiseur. 24 pp Paris: Cahiers du Cercle Ernest Renan, n º 10 (1956). Este escritor radical e negligenciado produziu numerosos tratados (20-50 páginas) para o Cahiers du Cercle Ernest Renan. Já em meados do século, Ory identificou João Batista como sendo Jesus porque outra hipótese não existia, e afirmou outras teses radicais. Seu trabalho é em grande parte não traduzida e difícil de encontrar na América do Norte [e menos ainda aqui na terra tupiniquim, mas hoje, com a Internet, a gente vai lá!]

    # Guy Fau, 1967, escreveu A Fábula de Jesus Cristo p. 235. Luigi Cascioli e Guy Fau, ambos partidários da não-existência de Jesus, escreveram: não acredito que Plínio estava se referindo aos cristãos mas aos essênios (de Chrestus), em sua carta ao Imperador Trajano pedindo conselhos sobre como lidar com os eles. [Isso mesmo].

    # John Allegro, 1970, escreveu O Cogumelo Sagrado e a Cruz. 1979, Os Manuscritos do Mar Morto e o Mito de Cristo. “Jesus não foi mais que um cogumelo mágico e a sua vida, a interpretação alegórica de um estado alterado de consciência” – escreveu. [“Consciência católica”, eu acrescento].

    # Edward Evanson, 1792 – escreveu A Dissonância dos Quatro Evangelistas Geralmente Recebidos e a Evidência de suas Respectivas Autenticidades. Racionalista inglês que contestou a autoria apostólica do Quarto Evangelho e denunciou como espúrias várias epístolas Paulinas.

    # Mitchell Logan, 1842 – escreveu A Mitologia Cristã Revelada. “A opinião predominante, embora infundada e absurda, é sempre a rainha das nações.”

    # George Albert Wells, 1975, escreveu Jesus Existiu? 1988, A Evidência Histórica de Jesus. 1996, A Lenda de Jesus. 1998, Jesus Mito. 2004, Podemos Confiar no Novo Testamento? Considerações sobre a Confiabilidade dos Mais Antigos Testemunhos Cristãos. O Cristianismo surgiu da literatura sapiençal judaica. Em seus livros mais tardios, admite a possibilidade de influência de um pregador real. [Dançou…]

    # Max Rieser, 1979, escreveu O Verdadeiro Fundador do Cristianismo e a Filosofia Helenística. O Cristianismo começou com os judeus da Diáspora e depois, retroativamente, ambientado na Palestina de antes de 70. O Cristianismo chegou por último à Palestina, e não primeiro – eis porque achados arqueológicos cristãos aparecem em Roma, mas não na Judéia, até o século IV.

    # Abelard Reuchlin, 1979, escreveu A Verdadeira Autoria do Novo Testamento. Teoria de Conspiração do melhor tipo: o aristocrata romano Arius Calpurnius Pisus (alias, “Flavius Josephus”) conspirou para ganhar o controle de todo o Império Romano através da invenção de uma religião inteiramente nova.

    # Iakov Lentsman, 1986, traduzido em Portugal, escreveu A Origem do Cristianismo. Livro que aborda detalhadamente os fatores que influíram diretamente na criação do cristianismo. Os personagens, escritores, teólogos, historiadores, escolas, as fontes, locais, fatos e literatura e conclui para o leitor sobre a impossibilidade da existência de Jesus Cristo ter sido real.

    # Hermann Detering, 1992, escreveu Cartas de Paulo sem Paulo?: As cartas de Paulo segundo os críticos radicais holandeses. Ministro religioso holandês adepto da antiga tradição dos radicais diz: Nem Jesus nem Paulo existiram.

    # Gary Courtney, 1992, 2004 escreveu Et tu, Judas? Então Caiu Jesus! A Paixão de Cristo é essencialmente a história de César sob um disfarce judaico, mesclada ao culto da morte/ressurreição de Átis. Fãs judaicos de César assimilaram do “salvador da humanidade” ao “servo sofredor” de Isaías.

    # Michael Kalopoulos, 1995, escreveu A Grande Mentira. Historiador grego que descobriu paralelos notavelmente semelhantes entre os textos bíblicos e a mitologia grega. Denunciou a natureza astuta, mentirosa e autoritária da religião.
    [Outros autores disseram o mesmo sobre a mitologia Egípcia e outros da mitologia Hindu. [Eu ainda acrescento a mitologia judaica dos essênios]. Haja cópias!]

    # Gerd Lüdemann, 1998, escreveu A Grande Ilusão: E o que Jesus Realmente Disse e Fez. 2002, Paulo: O Fundador do Cristianismo. 2004, A Resurreição de Cristo: Uma Investigação Histórica. Depois de 25 anos de estudo, o professor alemão concluiu que Paulo, não Jesus, iniciou o Cristianismo. Lüdemann foi expulso da faculdade de teologia da Universidade de Göttingen por ousar dizer que a Ressurreição foi um “pio auto-engano”. Demais para a liberdade acadêmica.

    # Alvar Ellegard, 1999, escreveu Jesus, Cem Anos Antes de Cristo. O Cristianismo visto como originário da Igreja Essênia de Deus, com Jesus sendo um protótipo do Mestre da Virtude. [Conheço também como Mestre da Retidão]

    # D. Murdock (“Acharya S”) 1999, escreveu A Conspiração Cristã: A Maior Mentira Que Já Foi Vendida. 2004, Sóis de Deus: Krishna, Buda e Cristo Revelados. Adiciona uma dimensão astro-teológica à demolição do mito cristão. “Murdds a astro-theological dimension to christ-myth demolition”. Murdock identifica Jesus Cristo como uma divindade composta usada para unificar o Império Romano.

    # Earl Doherty, 1999, escreveu O Enigma de Jesus. O Cristianismo Primitivo Começou com um Cristo Mítico? Poderosa afirmação de como o Cristianismo começou como uma seita mística judaica, sem necessidade de Jesus!

    # Timothy Freke, Peter Gandy, 1999, escreveu Os Mistérios de Jesus. 2001, Jesus e a Deusa Perdida: Os Ensinamentos Secretos dos Cristãos Originais. Examina a relação próxima entre a história de Jesus e a de Osíris/Dionísio. Jesus e Maria Madalena são figuras míticas baseadas na dualidade Deus/Deusa do paganismo.

    # Harold Liedner, 2000, escreveu A Criação do Mito Cristão. Anacronismos e erros geográficos dos evangelhos denunciados. O Cristianismo é uma das fraudes mais bem-sucedidas da História.

    # Robert Price, 2000, escreveu Desconstruindo Jesus. 2003 O Incrível Encolhimento do Filho do Homem: Quão Confiável é a Tradição Evangélica? Ex-ministro e estudioso reputado, mostra como Jesus é o amálgama de diversos profetas do primeiro século, redentores de cultos de mistério e “aions” gnósticos.

    # Hal Childs, 2000, escreveu O Mito do Jesus Histórico e a Evolução da Consciência. O ataque de um psicoterapeuta ao deus-homem.

    # Michael Hoffman, 2000, filósofo e teórico da “morte do ego” que descartou completamente a existência de um Jesus histórico.

    # Burton Mack, 2001, escreveu O Mito Cristão: Origens, Lógica e Legado. Formação social da criação do mito.

    # Luigi Cascioli, 2001, escreveu A Fábula de Cristo. Indicia o Papado por lucrar com uma fraude! [E fazer o mundo de bobo].

    # La Sagesse – 2002 – Escritor competente e detalhista, conta amiúde, os acontecimentos históricos que deram origem ao cristianismo, detalhando e demonstrando que a história de Jesus Cristo é totalmente mitológica, ou seja foi montada através de inspirações e mitos anteriores.

    # Frank R. Zindler, 2003, escreveu O Jesus que os Judeus Nunca Conheceram: Sepher Toldoth Yeshu e a Busca por um Jesus Histórico em Fontes Judaicas. Sem evidências em fontes Judaicas que corroborem o Messias espectral.

    # Bart D. Ehrman – 2003 – escreveu excelentes livros sobre o assunto (“Evangelhos Perdidos: As Batalhas pela Escritura e os Cristianismos que não Chegamos a Conhecer (2003)”; ” O Que Jesus Disse e o que Jesus Não Disse: Quem mudou a Bíblia e por quê?” (2006); “Pedro, Paulo e Maria Madalena: A verdade e a lenda sobre os seguidores de Jesus (2006)”.

    # Alfredo Bernacchi, escritor brasileiro, ateu racional, por 50 anos religioso, acreditava na existência de Jesus. Pesquisou profundamente sobre o assunto em 2003, escreveu o Livro “Sinto muito, mas Jesus Cristo não existiu”. Literatura investigativa. Uma reunião de fatos históricos apresentados por célebres escritores, historiadores, teólogos, professores, autoridades eclesiásticas, ex- religiosos, padres, abades, investigadores religiosos, institutos de pesquisas, bibliotecas, museus, cientistas, arqueólogos, e autoridades de todo o mundo, em de todos os tempos, analisando e demonstrando que todos os fatos que envolvem esse personagem, concluem que o mesmo não passa de uma fraude alimentada por interesses políticos financeiros, inspirado e copiado de mitos anteriores, Em 2002 publicou seu primeiro trabalho Ateu Graças a Deus. Em 2008 escreveu o notório livro “A Bíblia do Ateu” e a seguir “Deus??? Jesus??? A maior MENTIRA!!!”, complementando seu trabalho e apresentando sua contundente conclusão.

    # Daniel Unterbrink, 2004, escreveu Judas, o Galileu. Carne e Sangue de Jesus. Paralelos entre o líder da revolta fiscal de 6 AD e o fantasma dos Evangelhos explorados em detalhe. “Judas é Jesus”. Bem, pelo menos em parte, sem dúvida.

    # Tom Harpur, 2005, escreveu O Cristo Pagão: Recuperando a Luz Perdida. Estudioso canadense do Novo Testamento e ex-padre anglicano que reafirma as idéias de Kuhn, Higgins e Massey. Jesus é um mito e as idéias originais do Cristianismo se originaram no Egito.

    # Francesco Carotta, 2005, escreveu Jesus Era César: Sobre a Origem Juliana do Cristianismo. Exaustiva lista de paralelos. Estranhamente afirma que César era Jesus.

    # Joseph Atwill, 2005, escreveu O Messias de César: A Conspiração Romana para Inventar Jesus. Outra análise das similaridades entre Josefo e os Evangelhos. Atwil argumenta que os conquistadores da Judéia, Vespasiano, Tito e Domiciano, usaram judeus helenizados para manufaturar os textos “Cristãos” para estabelecer uma alternativa pacífica ao judaísmo militante. Jesus foi Tito? Não creio.

    # Michel Onfray, 2005, escreveu Tratado de Ateologia. Filósofo francês que defende o ateísmo positivo, desmistifica a existência histórica de Jesus, entre outras coisas.

    # Kenneth Humphreys, 2005, escreveu Jesus Não Existiu. O livro deste site. Reúne as mais convincentes exposições sobre o suposto super-herói messiânico; O autor ambienta sua exegese dentro do contexto sócio-histórico de uma religião maligna em evolução.

    # Jay Raskin, 2006, escreveu A Evolução de Cristo e dos Cristianismos. Acadêmico e ativo cineasta, Raskin olha além da cortina de fumaça oficial de Eusébio e encontra um Cristianismo fragmentário e um Cristo composto a partir de vários personagens históricos e literários. Especula que a camada mais antiga da criação do mito foi uma peça escrita por uma mulher chamada Maria. Talvez.

    # Clinton Richard Dawkins – escreveu Deus é um Delírio (2006) que se tornou best-seller em várias partes do mundo. Através de diversos fatos científicos, Dawkins nos mostra sua ideia da inexistência de Deus. Logo, deus não teve nenhum filho chamado Jesus Cristo, conclui-se. A Desilusão de Deus (2007), O Maior Espetáculo da Terra – As Evidências da Evolução (2009) entre outros. Eminente zoólogo, etólogo, evolucionista e popular escritor de divulgação científica britânico, natural do Quênia, além de ex-professor da Universidade de Oxford, premiado 4 vezes por suas obras.
    Dawkins também é famoso por sua defesa e divulgação de correntes como o ateísmo, ceticismo e humanismo. Também é um entusiasta do movimento bright e, como comentador de ciência, religião e política, um dos maiores intelectuais conhecidos no mundo.

    # Thomas L. Thompson, 2006, escreveu O Mito do Messias. Teólogo, deão e historiador da Escola de Compenhague que concluiu que tanto Jesus como Davi são amálgamas de temas mitológicos do Oriente Médio originados na Idade do Bronze.

    # Emílio Bossi – 2007 – Escreveu: A maior farsa de todos os tempos: As contradições sobre Jesus Cristo. Crítica contundente e inteligente contra a
    historicidade de Cristo, mostra as divergências e contradições encontradas na Bíblia entre os depoimentos dos evangelistas, descaracterizando essa história como verdade absoluta.
    Em seu livro intitulado “Jesus Cristo Nunca Existiu”, compara Jesus Cristo a Sócrates que igualmente nada deixou escrito, mas sua existência nunca foi posta em dúvida. Faz ver que Sócrates só ensinou o que é natural e racional, ao passo que Jesus ter-se-ia apenas preocupado com o sobrenatural. Sócrates teve como discípulos pessoas naturais, de existência comprovada, cujos escritos, produção cultural e filosófica passaram à história como Platão, Xenófanes, Euclides, Esquino, Fédon. Enquanto isso, Jesus teria por discípulos alguns homens analfabetos como ele próprio te-lo-ia sido, os quais apenas repetiriam os velhos conceitos e preconceitos talmúdicos.

    Me despeço, porque não tenho mais argumentos. Tudo de bom para você.

  24. ALFREDO BERNACCHI, VALMIDÊNIO, BARROS, e DeusILUSAO, são um só, eu, o autor do blog, com essa placa de trânsito escrito GOD aí à direita.

    Acho que esse seu ultimo comentário deve ser para outro leitor, Ton, que foi quem citou você mais acima.

  25. Alfredo Bernacchi,

    O fato de eu desacreditar no que você apresentou nada tem a ver com a sua idade. O grande número de historiadores que não acreditaram na inexistência de Jesus nada provam: fosse assim, deveríamos também acreditar em Deus, já que praticamente todo mundo acredita, não é mesmo?

    No seu último comentário, você ignorou todos os argumentos que eu apresentei. Então eu também vou ignorar o seu pedido que eu leia o seu livro.

  26. Aliás, mais um detalhe, tem um pedaço bem conhecido do livro “Antiguidades Judaicas” escrito em 93 d.C. pelo historiador judeu Flávio Josefo que foi tido por muito tempo como uma adição posterior por cristãos. O motivo é que Josefo não era cristão, e, neste pedaço do livro, ele praticamente faz uma profissão de fé. Acabei de descobrir que a visão mais aceita, entretanto, é que este pedaço tenha sido parcialmente alterado por cristãos em vez de ter sido totalmente fabricado. Isso porque encontraram três manuscritos onde, em vez de escrito “Ele era o Cristo”, está escrito “Ele era tido com sendo o Cristo”, então, isso leva a crer que a versão original deveria trazer esta versão.

    Aqui tem uma explicação completa, em inglês:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Josephus_on_Jesus

    e aqui tem uma explicação mais resumida, em português:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Testimonium_Flavianum

  27. Ateu x ateu
    Barros X Alfredão

    “Sinto muito, mas Jesus Cristo não existiu”. Leia a porra do livro! E então fale de boca cheia! Xingue! Me chame de imbecil, e de aparvalhado de esclerosado! Faça como todos os crentes de mente lavada fazem –

    R: Eu como teista acho você uma pessoa muito sincera e consciênte de si mesma, parabens ! apezar dos setentão estas suas palavras atestam a sua lucidez!

    fofocas biblicas feitas por teistas ou ateus não comprovam absolutamente nada, puro orgulho puxando sardinha para o seu lado.
    se não cre na existencia dos homens , como poderão crer na existencia do Criador deles?
    Se não creem na figura , crenham e aprededam a ptraticar suas sabias palavras , isto sim é o que podera transformar o nusso mundo em algo melhor.
    ou então padre quevedo Bernasch continue gritando contra o vento : “isto no existe’ a psicologia atéia pode explicar todos esses fenomenos facilmente.

  28. Dê um desconto pro Alfredo, você deve imaginar que alguém da idade dele, em geral, já não tem mais paciência para parar, refletir, raciocinar e discutir como nós, que ainda somos jovens. Isso acontece tanto com ateus quanto com teístas, é a vida. Acho que é por isso que ele insiste tanto que a gente leia o livro, porque lá tem o ponto de vista dele bem explicado que ele já não tem paciência para apresentar aqui de novo.

    Claro que eu não vou ler o livro dele por isso. Pra mim, infelizmente o tempo em que ele podia participar de discussões complicadas como esta já passou e ele tem que aprender a aceitar isso.

  29. Nesta eu estou com o Alfredo , seria incrivel todos aqueles historiadores terem agido desonestamente, que eles eram todos revoltados raivosos querendo destruir o cristianismo ,e como Alfredo disse pessoas reais importantes que viveram a mesma época que teria vivido jesus nada escreveu sobre ele.

    Seria a mesma coisa que ninguém tivesse escrito sobre hitler, ou jesus não era nada importante que não chamou a atenção de ninguém

    Gustavo e me desculpe colega, voce esta agindo como um fundamentalista fazendo até birra, voce também tem um ponto de vista que não quer abrir mão, e as vezes precisamos ser mais maleaveis.

  30. Gustavo Milaré, apesar da sua ironia (que não me atinge) você está parcialmente certo. Eu não tenho mais paciência para repetir a mesma coisa pela milésima vez. Foi por isso que eu escrevi os livros. Aí, vem de novo o cara com a estória de Flávio Josefo. Putzz!… Eu já escrevi sobre esse troço com detalhes racionais, explicando a coisa tim tim por tim tim. Falar sobre isso de novo? Pela milésima vez? Em 10 linhas? Pra mim é fácil copiar e colar, mas isso perturbaria o blog pelo tamanho das explicações. É mais fácil ler no livro. Por isso eu sugiro ler o livro – Para quem se interessa em saber, em debater, em discutir o assunto. Mas quem não quiser ler a porra do livro, dane-se! Não estou ganhando nada com isso. Se os livros fossem pagos iriam logo dizer: – Há! esse velho esclerosado quer faturar nas nossas costas! – Por isso o livro é grátis!
    Pra mim, o que vem sendo discutido sobre Jesus, (incluindo Flávio Josefo) é abobrinha! É infantilidade! É ignorância! É desconhecimento total do que existe. Mas diz o ditado: Santo de casa não faz milagre! Se o meu livro custasse 200 reais cada um, aí sim, eu seria reconhecido como um cara sério! Um Dawkins da vida, Um Nietsche (Esse mesmo que você está pensando). Aí vocês ficariam babando, batendo palmas e elogiando.
    É isso aí
    Os meus olhos estão ardendo. O da esquerda já não enxerga mais nada, e eu fico aqui me desgastando para esclarecer e ensinar o meu semelhante, que em vez de aprender fica me esnobando.
    Por isso eu vou me retirar dessa discussão, mas por favor, me poupem! Não me xinguem pelas costas!
    abç

  31. Você está sendo simplista demais frente à questão. Primeiro, o cenário que nós estamos falando é um pais pobre e analfabeto, tipo um país da África. Vários “messias” apareciam vira e meche por lá. Segundo, é claro que alguns historiadores argumentaram contra a existência de Jesus, e eles, muitas vezes, tinham bons argumentos, e alguns muito mais bem elaborados do que simplesmente dizer que não sobraram documentos de testemunhas oculares. Mas, por outro lados, tem muito mais historiadores que também fornecem argumentos muito bem elaborados defendendo que Jesus existiu. E você está dizendo que estes é que são todos desonestos.

    Será que sou eu mesmo que está sendo fundamentalista? Só porque eu apresentei vários argumentos? Só porque eu discordo de você eu sou fundamentalista? Você cruza os braços, ignora todos os meus argumentos, diz pra mim que eu estou errado porque “não há testemunhas e ponto final”, me chama de fundamentalista e ainda por cima eu é que estou fazendo birra?

    Enfim, se você quiser discutir a sério, sugiro que deixe as intrigas pessoais de lado.

  32. Pra mim, o que vem sendo discutido sobre Jesus, (incluindo Flávio Josefo) é abobrinha! É infantilidade! É ignorância! É desconhecimento total do que existe.

    Se fosse abobrinha, infantilidade e ignorância, convenhamos, não teriam tantos historiadores defendendo este lado. Ainda que você esteja certo, não é tão óbvio quanto você quer fazer parecer.

    Eu conheço evidências que falam contra o Flávio Josefo, mas também conheço as evidências a favor. Até pode ser uma farsa completa, mas, pra mim, é mais provável que Josefo tenha, de fato, mencionado Jesus no seu documento.

  33. Ai Fodão vc conhece o “Inri christ” ? o pastor Valdomiro? se hoje em dia tem uma par de comédia; o que te faz pensar que antigamante não tinha?
    Agora se era Santo ou não ; filho de Deus ou não ai ja é outro assunto.

  34. Gustavo Milaré escreveu:
    “Mas, por outro lados, tem muito mais historiadores que também fornecem argumentos muito bem elaborados defendendo que Jesus existiu”.

    Acho que seria justo você mencionar algum, como eu fiz, porque assim fica muito vago e difícil de acreditar. Cite algum, de preferência algum que tenha escrito até o ano 150. Um que esteja no Google ou Wikipédia para eu conferir.
    Fiquei até curioso!
    Valeu

  35. Gustavo Milaré escreveu:
    “Eu conheço evidências que falam contra o Flávio Josefo, mas também conheço as evidências a favor. Até pode ser uma farsa completa, mas, pra mim, é mais provável que Josefo tenha, de fato, mencionado Jesus no seu documento”.

    Ok… Vamos ver. Só vou falar coisas que você conhece:
    Flávio Josefo nasceu em 37 – Ok?
    Escreveu Antiguidades judaicas lá pelo ano 100 (com 63 anos) Ok?

    Claro então que Fávio Josefo não conheceu Jesus. Concorda?
    Claro também que alguém contou a ele sobre Jesus, para que ele tivesse (hipoteticamente) escrito o que escreveu. Certo?

    Só me diga uma coisa:
    Esse cara que contou isso a ele, quem era?
    1 – Um judeu?
    2 – Um soldado romano?
    3 – Um egípcio?
    4 – Um ateu?
    5 – Um cristão?

    Antes de responder lembre-se: No ano 100 não havia cristãos de Jesus, entretanto havia os cristãos de Chrestus, conhecido como “cristianismo primitivo ou antigo”. (ver no Google)

    Para adiantar o seu lado: Wikipédia:

    “Os primeiros cristãos tinham como regra de fé e prática os ensinamentos da Bíblia judaica – Antigo Testamento. Em geral eles liam ou a versão grega (Septuaginta) ou a tradução aramaica (Targum). Foi nesse período que o cânon do Novo Testamento foi desenvolvido”

    Outra:

    Reencarnação e os primeiros cristãos [texto religioso]

    “Em dezembro de 1945, os primeiros textos cristãos contendo muitos segredos da religião cristã primitiva foram encontrados no alto Egito, um local onde muitos cristãos fugiram durante a invasão romana de Jerusalém. Intacta desde a sua ocultação quase dois mil anos atrás, estes manuscritos da classificação mística cristã em importância com os Manuscritos do Mar Morto . Esses escritos afirmaram a existência da doutrina da reencarnação sendo ensinado entre os primeiros judeus e cristãos. Esses místicos cristãos, conhecidos como gnósticos cristãos , acabaram por ser destruídos pela Igreja ortodoxa por ser hereges. Seus escritos sagrados foram destruídos e escondida com a crença de que seria revelado em momento oportuno no futuro. A descoberta em 1945 rendeu escritos que incluía alguns evangelhos perdido há muito tempo, alguns dos quais foram escritos mais cedo do que os evangelhos conhecida de Mateus, Marcos, Lucas e João.
    http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://www.near-death.com/experiences/origen06.html”

    Nota do Alfredo: esses escritos do Mar Morto eram anteriores ao “nascimento” de Jesus. Alguns de 1000 anos antes.

    Assim resposta certa para a pergunta inicial é:

    NENHUM DESSES!

    Então como se explica aparecerem no livro de Josefo, CUJO ORIGINALSUMIU???

    Você responde.
    abç

  36. Eu não falei de historiadores antigos, eu falei de historiadores atuais que estudaram os manuscritos.

  37. Claro então que Fávio Josefo não conheceu Jesus. Concorda?
    Claro também que alguém contou a ele sobre Jesus, para que ele tivesse (hipoteticamente) escrito o que escreveu. Certo?

    Só me diga uma coisa:
    Esse cara que contou isso a ele, quem era?

    Ele era historiador, então deve ter entrevistado algumas pessoas e lido alguns documentos da época.

    Antes de responder lembre-se: No ano 100 não havia cristãos de Jesus, entretanto havia os cristãos de Chrestus, conhecido como “cristianismo primitivo ou antigo”

    Aqui você se engana, você está ignorando todos os manuscritos do novo testamento na bíblia e outros fora dela.

    Os primeiros cristãos tinham como regra de fé e prática os ensinamentos da Bíblia judaica – Antigo Testamento. Em geral eles liam ou a versão grega (Septuaginta) ou a tradução aramaica (Targum). Foi nesse período que o cânon do Novo Testamento foi desenvolvido

    Viu? A própria Wikipédia explica que existiam cristãos primitivos que foram os que escreveram os livros do Novo Testamento.

    Reencarnação e os primeiros cristãos [texto religioso][…]

    Então haviam cristãos acreditando em coisas muito diferentes do que os de hoje. Eu já sei disso. Aliás, os próprios livros do Novo Testamento são uma prova de uma diversidade de crenças cristãs no século I. Não havia “o cristianismo primitivo”, havia apenas “os cristianismos primitivos”. Uma diversidade deles.

    Se você ler os quatro evangelhos, verá que são quatro relatos bem diferentes da história de Jesus. Eles contam por cima mais ou menos a mesma história, mas, analisando os detalhes, em cada evangelho a mensagem a ser passada é diferente, a personalidade de Jesus é diferente, as ideias teológicas são diferentes, enfim, um monte de coisas são diferentes. Isso até você analisar as cartas e ver ainda mais tipos diferentes de cristianismo. Depois você começa a ler os evangelhos apócrifos e as cartas fora da bíblia, e aí vira um carnaval de cristianismos já no século I.

    Nota do Alfredo: esses escritos do Mar Morto eram anteriores ao “nascimento” de Jesus. Alguns de 1000 anos antes.

    Os manuscritos do Mar Morto trazem uma diversidade de assuntos. É óbvio que os manuscritos que são de antes de Cristo não falam de cristianismo.

    Então como se explica aparecerem no livro de Josefo, CUJO ORIGINALSUMIU???

    Meu caro amigo, quando se trata de manuscritos, não existem “originais.”

    Todos os originais de todos os livros de todas as épocas sumiram! Não somente os livros que falam sobre Jesus ou o cristianismo, mas todos: livros da Grécia antiga, livros da Roma antiga, Pérsia, China, Idade Média, todos sumiram. É quase impossível a cópia original se preservar. O que sobra de qualquer documento antigo são apenas cópias de cópias de cópias… Para poder tentar entender como eram os textos originais, os historiadores precisam trabalhar com várias cópias, analisar as diferenças e tentar concluir qual das versões está mais próxima do original.

    Os textos antigos que ninguém se deu ao trabalho de copiar não sobreviveriam até hoje em dia, não tem como. Se alguém da época de Jesus escreveu alguma coisa sobre Jesus, esse texto pode até ter sido alterado e utilizado nos evangelhos, mas o texto em si não sobreviveu. A única coisa que sobreviveu a respeito dos relatos sobre a vida de Jesus foram os evangelhos, tanto da bíblia quanto fora dela, e diversas cartas.

  38. Ah, mais uma coisa interessante que eu encontrei a respeito. Acabei de encontrar uma página falando sobre três “profetas judeus” do século I.

    Teve um, chamado Athronges, que se denominava “rei dos judeus” e conseguiu combater tropas romanas por um tempo, em 4 a.C. Outro profeta anônimo que disse que ia fazer uma “revelação” aos judeus também teve que ser combatido por tropas romanas, incluindo cavalaria, em 36 d.C. Depois teve mais um, chamado Theudas, que disse que partiria o rio Jordão ao meio, e, de novo, foi contido por tropas romanas. Teve outro (incrível!) que comandou uma tropa de 30 mil homens até Jerusalém! Este dizia que os muros da cidade iam cair milagrosamente para que ele pudesse tomar a cidade. Todos da época de Jesus.

    E quais historiadores contemporâneos mencionam estes profetas? Nenhum, exceto Josefo, em 93 d.C. Se nenhum historiador se deu ao trabalho de relatar estes eventos, que com certeza chamam muito mais a atenção do que um evento pacífico de um homem entrando numa cidade montado num jumento, por que é que eles se dariam ao trabalho de falar sobre um indivíduo nazareno falando para os discípulos “amarem uns aos outros”?

    Fonte: http://armariummagnus.blogspot.com/2011/05/nailed-ten-christian-myths-that-show.html

    Enfim, desculpem a insistência. Se alguém estiver interessado, devo colocar amanhã ou sexta-feira essas e outras informações no meu blog:

    http://opinioesdobandeirinha.blogspot.com/

  39. […] Parte  3  : Jesus Cristo, o Mestre dos […]

Deixe um comentário:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: