O lado podre do orgulho

<< Ler do começo

.

Se você leu meu último texto vai saber que, na expressão “orgulho gay”, a palavra orgulho foi entendida como “dignidade pessoal”; e que, da definição de dignidade, eu pesquei isso: “o respeito que se tem pelos próprios valores”

Consideradas essas acepções apenas, nada impede que um pistoleiro, por exemplo, sinta orgulho do seu “trabalho”, afinal, seria o reconhecimento, respeito e satisfação que ele teria pelos seus próprios valores morais. Se esse pistoleiro se considera bom no que faz, se ganha muito dinheiro com seus crimes, e se sente prazer matando pessoas, não há por que alguém achar que ele não possa ter orgulho de ser pistoleiro. 

Foi isso o que eu quis dizer com “equívoco” quando se trata de “passeatas de orgulho”, como a do orgulho gay do exemplo. Orgulho por orgulho, qualquer um pode sentir, por qualquer coisa. Pode-se ter orgulho por ser gay, por ser ateu, por ser analfabeto, por ser um pistoleiro. 

Nas definições adotadas acima, não há valoração nenhuma; ninguém está comparando nada. É uma coisa “interna” do indivíduo para consigo mesmo. Nestes termos, passeatas de orgulho seriam completamente sem sentido.

Mudemos, então, os termos para ver se as coisas se encaixam. 

Se continuamos vinculando orgulho com “dignidade”, mas passamos a entender dignidade como “qualidade moral que infunde respeito”, nós criamos um sistema contraditório. Os gays fazem passeatas porque são discriminados pela sociedade, e são discriminados justamente porque a sociedade os vê como “imorais”. Sendo assim, essas definições também não servem.

O problema aqui é que estávamos raciocinando com a única definição “positiva”, por assim dizer, da palavra orgulho. As outras, as que intencionalmente havíamos desconsiderado no meu primeiro texto, implicam em valoração; ou seja, o seu orgulho é fruto da sua convicção de que os seus valores são superiores aos valores dos outros; ou que a sua condição é superior à condição dos outros; ou que você mesmo é superior aos outros.

É só nessa acepção “negativa” que o orgulho dos manifestantes de passeatas passa a fazer sentido.

 

Continua…

.

Anúncios

18 Respostas

  1. Barros e outros que PENSAM não acreditar em Deus; Trancrevo, aqui, um texto de 2007 que deve ser lido com ISENÇÃO, a MESMA isenção que u usei para ler as bobagens do seu site…

    NÃO quero fazer proselitismo e, sim, mostrar que espiritismo NÃO é religião.

    “(…) O Espiritismo, enquanto doutrina libertadora, progressista e evolutiva, e por isso mesmo considerada consoladora, objetiva auxiliar-nos a entender o porquê dos acontecimentos de nosso dia-a-dia, inclusive dos mais trágicos. Assim, via entendimento da Lei Natural e da Justiça Divina, obtêm-se a conseqüente aplicação desses princípios no cotidiano, favorecendo sua vivência, promovendo a coerência entre o crer e o agir. (…)

    Um abraço, fique com Deus (tenho CERTEZA de que você seus, digamos, “seguidores”, estão apenas BRIGADOS com Deus, temporariamente…
    Ao entendermos o que a Doutrina Espírita tem a dizer sobre o assunto, começamos a perceber a profundidade da REFLEXÃO que deve ser adotada por cada um de nós em nosso dia-a-dia e o papel a ser assumido de observadores da sociedade, em substituição à postura usual de críticos e questionadores.
    Fatalidade, destino, azar são palavras sempre lembradas em situações como essa. Mas que conceitos estão por trás dessas palavras? Em “O Livro dos Espíritos”, as questões de 851 a 867 tratam de fatalidade, e, entre outras informações, destaca-se o fato de que “a fatalidade só existe no tocante à ESCOLHA FEITA pelo Espírito, ao se ENCARANAR, de sofrer esta ou aquela prova; ao escolhê-la ele traça para si mesmo uma espécie de destino, que é a própria conseqüência da posição em que se encontra” (LE 851).
    O resgate de nossas ações contrárias à Lei Divina, ao Bem e ao Amor pode ocorrer de várias formas, inclusive coletivamente. O objetivo, segundo LE 737, é “fazê-lo avançar mais depressa” e as calamidades “são freqüentemente necessárias para fazerem com que as coisas cheguem mais prontamente a uma ordem melhor, realizando-se em alguns anos o que necessitaria de muitos séculos”. Além disso (LE 740), “são provas que proporcionam ao homem a ocasião de exercitar a inteligência, de mostrar sua paciência e sua resignação ante a vontade de Deus, ao mesmo tempo em que lhe permitem desenvolver os sentimentos de abnegação, de desinteresse próprio e de amor ao próximo”.
    E assim, entendemos o sentimento de solidariedade que essas calamidades despertam, auxiliando todos a desenvolver o amor. O importante para os mais diretamente envolvidos, para que tenham o progresso devido, como está dito em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo 14, item 9, é “não falir pela murmuração”, pois “as grandes provas são quase sempre um indício de um fim de sofrimento e de APERFEIÇOAMENTO DO ESPÍRITO, desde que sejam aceitas por amor a Deus.
    Nesta frase selecionada no “O Evangelho Segundo o Espiritismo” está uma informação de cabal importância: indício de aperfeiçoamento do espírito. E qual seria o objetivo prático de tudo isso e como esses fatos atuam em nosso progresso, com que finalidade?
    A resposta está na Lei do Progresso, que determina ao homem o PROGRESSO INCESSANTE, sem retrocesso, no campo intelectual e moral; cada um seu tempo, seguindo seu RÌTMO PRÓPRIO, sendo que “se um povo não avança bastante rápido, Deus lhe provoca, de tempo em tempos, um abalo físico ou moral que o transforma” (LE 783).
    Essas calamidades – se olharmos para elas sob o ponto de vista espiritual, fundamentando nossa reflexão nos princípios da Doutrina Espírita – têm, portanto, objetivos saneadores que, conforme Joanna de Ângelis, removem as pesadas cargas psíquicas existentes na atmosfera e significam a realização da justiça integral, pois a Justiça Divina, para nosso re-equilíbrio, recorre a métodos purificadores e liberativos, de que não nos podemos furtar.
    Assim, tocados pelas dores gerais, ajudemo-nos e oremos, formando a corrente da fraternidade e estaremos construindo a coletividade harmônica, sempre lembrando a advertência de Hammed: “a função da dor é ampliar horizontes para realmente vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Como o golpe ao objeto pode ser modificado, repensa e muda também tuas ações, diminuindo intensidades e freqüências e recriando novos roteiros em sua existência”. Desse modo, estaremos utilizando nossos problemas como ferramenta evolutiva, não nos perdendo em murmurações, mas utilizando nosso livre-arbítrio como patrimônio.
    E mais: Graças ao Espiritismo, compreende-se hoje a justiça das provações desde que as consideremos uma amortização de débitos do passado. As faltas coletivas devem ser expiadas coletivamente pelos que juntos as praticaram, e os mentores estão sempre trabalhando, ajudando a todos nós, reunindo-nos em grupos de forma a favorecer a correção de rumo, amparando-nos e nos fortalecendo para darmos conta daquilo a que nos propomos, além de nos equilibrarem para podermos auxiliar o outro com nossos pensamentos positivos, nossos melhores sentimentos e vibrações. “

    (Autora: Kátia Penteado).
    Fontes de consulta:
    ÂNGELIS, Joanna de. Após a tempestade, texto Calamidades, psicografia de Divaldo Pereira Franco. Alvorada.
    HAMMED. Renovando Atitudes, texto Crenças e carmas, psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto. Boa Nova.
    KARDEC, Allan. Obras Póstumas, Primeira Parte, Questões e Problemas – Expiações coletivas. Lake.
    KARDEC, Allan. A Gênese, capítulos 17 e 18. Lake.
    KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo do Espiritismo, capítulo 14, item 9. Lake.
    KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos – questões 100 a 113; 737 a 741; 776 a 802; 851 a 867. Lake.
    PORTÁSIO, Manuel. Fora da Educação não há salvação, capítulos: Educação pela dor; Educação para o bem e Educação e renovação. DPL.

  2. Pelo menos o Barros “PENSA”, né?

    Tem gente que confunde até religião com filosofia — e pior — fantasia com realidade.

  3. Anônimo, você é outro que PENSA que não acredita em Deus e, como os ateus que aqui frequentam, CONFUNDE religão com religiosidade, filosofia etc…
    Você tanto ACREDITA em Deus que SE ESFORÇA para desmoralizá-lo. Mais ou menos como um amigo que briga com outro, se afasta, mas, no íntimo, GOSTA dele…
    Algo de muito sério deve ter ocorrido com você que o fez CONFUNDIR Deus com uma ilusão…
    Com o Barros o caso é mais grave, a ponto de ele produzir um blog, como que tentando PROVAR para ele mesmo algo que ele SABE existir, já teve evidências ao longo da vida, mas, frutsrado internamente com algo, NEGA e NEGA e NEGA…
    Ateu é assim: PENSA com TANTA convicação que Deus não existe, que até CONFUNDE as coisas…

    Fica tranquilo, meu caro Anônimo, “SOMOS HERDEIROS DE NÓS MESMOS”,

  4. Espíritos nos esclarecem: “Fatalidade”, “Destino” e “Azar” são palavras que NÃO combinam com a Doutrina Espírita, da mesma ”. (4) Em chegando a hora de RETORNAR ao Plano Espiritual, nada nos livrará e, inconscientemente, guardamos em nós o gênero de morte que nos aguarda, pois isso nos foi revelado quando fizemos a escolha desta ou daquela existência. Não nos esqueçamos de que somente os ACONTECIMENTOS IMPORTANTES, e capazes de INFLUIR nossa EVOLUÇÃO MORALl, são previstos por Deus, porque são úteis à nossa purificação e à nossa instrução.
    Nas mortes coletivas, como os casos tão dramáticos ocorridos nos recentes desastres aéreos, somente encontraremos uma justificativa lógica para os respectivos acontecimentos, se analisarmos, atentamente, as explicações que só a Doutrina Espírita nos fornece, para confirmar que, até mesmo nesses DESASTRES, a Lei de Justiça se faz presente, pois, como nos afirma o Codificador, não há efeito sem que haja uma causa que o justifique.
    Todos os nossos irmãos que pereceram, em desastres aéreos, carregavam, na alma, motivos para se ajustarem com a Lei Maior, a fim de quitar seus débitos com a Justiça Divina, que não falha jamais, encontrando, aí, a oportunidade sublime do resgate libertador. “Salvo exceção, pode-se admitir, como regra geral, que todos aqueles que têm um compromisso em comum, reunidos numa existência, já viveram juntos para trabalharem pelo mesmo resultado, e se acharão reunidos ainda no futuro, até que tenham alcançado o objetivo, quer dizer, expiado o passado, ou cumprido a missão aceita”. (5)
    Vamos encontrar em o livro Chico Xavier Pede Licença, no capítulo 19, intitulado “Desencarnações Coletivas”, as sábias explicações para o fenômeno das mortes coletivas, quando o benfeitor Emmanuel responde pergunta endereçada a ele, por algumas dezenas de pessoas, em reunião pública, realizada na noite de 22/08/1972, em Uberaba, MG, e que aqui transcrevemos: “Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos de incêndios (e de quedas de aeronaves)? Responde Emmanuel -” Realmente, reconhecemos em Deus o Perfeito Amor, aliado à Justiça Perfeita. “E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio”. (6)

  5. Como se processa a provação coletiva [resgate]? O mentor do Chico esclarece: “Na provação coletiva, verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro. O mecanismo da justiça, na lei das compensações, funciona, então, espontaneamente, através dos prepostos do Cristo, que convocam os comparsas da dívida do pretérito para os resgates em comum, razão porque, muitas vezes, intitulais “doloroso caso” às circunstâncias que reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais”. (7) Diante de tantos lúcidos esclarecimentos, não mais podemos ter quaisquer dúvidas de que a Justiça Divina exerce sua ação, exatamente, com todos aqueles que, em algum momento, contrariaram a harmonia da Lei de Amor e Caridade e, por isso mesmo, cedo ou tarde, defrontar-se-ão, inexoravelmente, com a Lei de Causa e Efeito, ou, se preferirem, com a máxima proferida pela sabedoria popular: “A semeadura é livre, mas, a colheita é obrigatória”.

  6. (… ) A função da dor é AMPLIAR horizontes, para, realmente, vislumbrarmos os concretos caminhos amorosos do equilíbrio. Por isso, diante dos compromissos “cármicos”, em expiações coletivas ou individuais, lembremo-nos sempre de que a FINALIDADE da Lei de Deus é a perfeição do Espírito, e que estamos, a cada dia, caminhando nessa direção, onde o nosso esforço pessoal e a busca da paz estarão agindo a nosso favor, minimizando, ao máximo, o peso dos débitos do ontem.

  7. Você pode ACHAR que pensa, Fabiano, mas seu Xiko Chawier era uma fraude, e nunca foi demonstrada a existência de espíritos. Já li muitos livros espíritas, aquilo é delírio puro.

    http://obraspsicografadas.haaan.com/2010/waldo-vieira-responde-a-dvidas-sobre-fraudes-de-chico-xavier-e-otlia-diogo/

    http://obraspsicografadas.haaan.com/2011/o-primeiro-plgio-internacional-de-chico-xavier/

  8. Mais um brinde pra quem acha “justiça” no eterno olho-por-olho proposto pelo espiritismo (em que estupradores têm a nobre função de ajudar suas vítimas a se livrar de karmas de vidas passadas etc.):
    http://ateus.net/artigos/critica/a-historia-dos-nove-policiais/

  9. http://ceticismo.net/ceticismo/teoria-da-reencarnacao/

    Brinde adicional pra quem acha “justiça” no eterno olho-por-olho proposto pelo espiritismo (em que estupradores têm a “nobre” função de ajudar suas vítimas a se livrar de karmas de vidas passadas, mas serão punidos por cumprir a função a eles encomendada etc.):

  10. Você não acredita em você mesmo? Você É UM ESPÍRITO, meu caro Anônimo. Que, como eu, como vários, já habitou, nessas jornadas, VÁRIOS corpos. Todos condizentes com suas NECESSIDADES!

  11. Prove!!! Fabiano, você prega, prega e prega (como um típico fanático religioso que você é), mas não apresenta nenhuma evidência pra mostrar que o espiritismo não passa de delírio.

    Veja: Você se baseia em delírios de Allan Kardec e Chico Xavier. Precisa se atualizar, e trazer informações de fontes confiáveis.

    Chico Xavier, ainda que fosse bem-intencionado em boa parte do tempo, era uma fraude, como denunciado pelo colega dele (link acima), que ainda conta do “costume” de médiuns receberem cartas e bilhetes (com informações sobre suas “vítimas”) pra “preparar” seus engodos.

    Chico Xavier escreveu em 1935 um livro sobre a vida em outros planetas (e até na Lua!) na época em que ainda não havia naves espaciais. Claro, as informações detalhadas dos lugares estavam todas erradas, como se soube depois com as sondas/ônibus espaciais. Ele se aproveitou que ninguém podia verificar naquele tempo. Depois ficou claro que era tudo delírio ou fraude.

    Mais: as fotos hilariantes das “materializações”, você já viu? São de gargalhar: http://www.espiritismogi.com.br/fotosmaterializa.htm :-D :-D :-D

    Allan Kardec, o francês que nem os franceses não levam a sério, também não tem evidências em favor de sua hipótese católico-reencarnacionista. Sua obra também serve pra rir muito.

    Vale ler:
    http://bulevoador.haaan.com/tag/allan-kardec/
    http://bulevoador.haaan.com/tag/espiritismo/
    http://bulevoador.haaan.com/2010/12/19404/

  12. Mensagem de um VERDADEIRO ATEU para vocês que se dizem “ateus”.

  13. Parte II

  14. Perguntaram a um “espírito”:

    “Sendo Deus a Bondade Infinita, por que permite a morte aflitiva de tantas pessoas enclausuradas e indefesas, como nos casos de incêndios (e de quedas de aeronaves)?

    E o “espírito” respondeu:

    Responde Emmanuel – ”Realmente, reconhecemos em Deus o Perfeito Amor, aliado à Justiça Perfeita. E o Homem, filho de Deus, crescendo em amor, traz consigo a Justiça imanente, convertendo-se, em razão disso, em qualquer situação, no mais severo julgador de si próprio”.

    E os incautos se afogam nesse mar de tolices, levados por rios caudalosos de frases proferidas por ardilosos cretinos.

  15. Desde que me tornei ateu, parei de ver almas penadas; parei de ver fantasmas; parei de ser importunado por demônios.

    E desafio as igrejas evangélicas, que cultuam Satanás, e os centros espíritas que cultuam os mortos, a me levarem aos seus templos para que eu seja possuído por um demônio, ou veja algum fantasma…

  16. «E o “espírito” “respondeu”» é modo de dizer, né. Respondeu coisíssima nenhuma. :-D

    PS.: E aí Barros, está melhor?

  17. Fabiano escreveu: «NÃO quero fazer proselitismo e, sim, mostrar que espiritismo NÃO é religião.»

    Agora entendo porque ele é presunçoso em dizer no que ateus crêem em deuses: ele é quem tem o vício de negar as próprias atitudes!!!

  18. Hill, meu nobre. Estou melhorando, mas ainda “operando em marcha lenta”.

    Abraço.

Deixe um comentário:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: