O outro nome de Deus

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[INTRODUÇÃO]

     “No início era a simplicidade. (…) O universo é povoado por coisas estáveis. (…) No Sol, os átomos mais simples de todos, os átomos de hidrogênio, fundem-se para formar átomos de hélio porque, nas condições que ali predominam, a configuração do hélio é mais estável. (…) Algumas vezes, quando se encontram, os átomos se ligam uns aos outros por meio de reações químicas para formar as moléculas, que podem ser mais ou menos estáveis. (…)

  “Não sabemos que matérias-primas químicas eram abundantes na Terra antes do aparecimento da vida, contudo entre as mais plausíveis encontram-se a água, o dióxido de carbono, o metano e a amônia: todos compostos simples que, sabemos, estão presentes em pelo menos alguns dos outros planetas do nosso sistema solar. (…) Eles [os cientistas] colocam essas substâncias simples num frasco aplicando-lhes uma fonte de energia como a luz ultravioleta ou descargas elétricas — uma simulação artificial dos relâmpagos primordiais. Depois de algumas semanas fazendo isso, algo interessante é descoberto no interior do frasco: um caldo ralo amarronzado com um grande número de moléculas mais complexas do que as originalmente colocadas ali. Em particular, têm sido encontrados aminoácidos — os blocos de construção de que são feitas as proteínas, uma das duas grandes classes de moléculas biológicas.

      “(…) Processos análogos aos mencionados acima devem ter dado origem à ‘sopa primordial’ que biólogos e químicos acreditam ter constituído os mares de 3 a 4 bilhões de anos atrás. (…) Sob a influência posterior de energia, como a luz ultravioleta emanada pelo Sol, elas se combinavam em moléculas maiores. Hoje em dia, moléculas orgânicas grandes não durariam tempo suficiente para serem notadas: seriam rapidamente absorvidas e desintegradas pelas bactérias ou por outros seres vivos. Mas as bactérias e todos nós só aparecemos mais tarde, de tal maneira que, naqueles tempos, as grandes moléculas orgânicas podiam flutuar à deriva, sem serem molestadas, em meio ao caldo que se tornava cada vez mais denso.

 

[O GÊNESIS SEM A “MÁGICA” DIVINA]

      “Em algum momento formou-se, por acidente, uma molécula particularmente notável. Vamos chamá-la de o Replicador. (…) …ela tinha uma propriedade extraordinária: a capacidade de criar cópias de si mesma.

      “Este pode parecer um tipo de acidente cuja ocorrência é muito pouco provável. E foi, de fato. Foi uma ocorrência extremamente improvável. Durante a vida de um homem, acontecimentos assim tão improváveis podem ser considerados, em termos práticos, impossíveis. É por isso que nunca ganharemos o primeiro prêmio na loteria. Entretanto, nas nossas estimativas humanas sobre o que é ou não provável, não estamos habituados a lidar com centenas de milhões de anos. Se apostássemos na loteria todas as semanas durante 100 milhões de anos, é muito provável que ganhássemos o primeiro prêmio em diversas ocasiões.

      “Pense no Replicador como uma matriz ou um modelo padrão. Imagine-o como uma molécula grande, constituída por uma cadeia complexa de vários tipos de blocos moleculares. Esses pequenos blocos de construção encontravam-se abundantemente disponíveis no caldo em que flutuava o Replicador. Agora suponha que cada bloco apresenta afinidade com outros blocos do mesmo tipo. Então, sempre que um bloco, vindo do caldo, se encontrar com uma parte do Replicador com a qual tenha afinidade, tenderá a aderir-se a ele. Os blocos que se ligam desse modo se arranjarão, automaticamente, numa sequência idêntica à do próprio Replicador. (…) Esse processo poderia prosseguir como um empilhamento progressivo, camada sobre camada. É assim que se formam os cristais. Por outro lado, as duas cadeias poderiam se separar e, nesse caso, passaríamos a ter dois Replicadores, e cada um deles continuaria a produzir outras cópias de si mesmo. (…)

        “Ao que parece, chegamos assim a uma numerosa população de réplicas idênticas. Agora, porém, temos de mencionar uma propriedade importante de qualquer processo de replicação: ele não é perfeito. Ocorrem erros nesse processo. Espero que não haja erros de impressão neste livro, mas, se fizermos um exame cuidadoso, é bem possível que encontremos um ou dois. É provável que eles não distorçam seriamente o sentido das frases, porque serão erros de ‘primeira geração’. Mas, imagine os tempos anteriores à imprensa, quando livros como os Evangelhos eram copiados à mão. Todos os escribas, por mais cuidadosos que fossem, cometiam um erro ou outro, e alguns não conseguiam resistir à tentação de fazer pequenas ‘melhorias’ no texto. Se todos produzissem suas cópias a partir de uma única matriz original, não haveria deturpações significativas de sentido. No entanto, se as cópias fossem feitas a partir de outras cópias, que, por sua vez, tivessem sido feitas a partir de cópias também, os erros começariam a se acumular e se tornariam mais sérios. Tendemos a considerar ruins as cópias imprecisas e, no caso dos documentos humanos, é difícil pensar em exemplos nos quais os erros possam ser vistos como benefícios. Quanto aos eruditos da Septuaginta, o mínimo que se pode dizer é que eles deram início a algo de profunda importância quando traduziram, incorretamente, a expressão ‘jovem mulher’, em hebraico, pela palavra ‘virgem’ em grego, originando a profecia ‘Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho…’ De todo modo, como veremos, a produção de uma cópia imprecisa do Replicador biológico pode, num sentido real, originar um melhoramento, e foi essencial para a evolução progressiva da vida que alguns erros tivessem ocorrido.

      “(…) Seus [dos Replicadores] descendentes modernos, as moléculas de DNA, são extraordinariamente fiéis, se comparados com alguns processos de cópia humana do mais alto grau de fidelidade, mas, mesmo eles, de quando em quando, cometem erros, e são esses enganos, em última análise, que tornam possível a evolução. (…) …o que importa é que podemos ter certeza de que os erros ocorriam e eram cumulativos.

      “À medida que se formavam e se propagavam cópias imperfeitas, a sopa primordial foi se enchendo, não de uma população de réplicas idênticas, e sim de diversas variedades de moléculas replicadoras, todas elas ‘descendentes’ do mesmo ancestral.

 

[A ORIGEM DA EVOLUÇÃO SELETIVA]

      “(…) Algumas variedades [de moléculas] seriam inerentemente mais estáveis do que outras. Certas moléculas, depois de formadas, teriam menos tendência do que outras a se decompor mais uma vez. Tais tipos se tornavam relativamente mais numerosos na sopa, não somente como consequência lógica e direta da sua ‘longevidade’, mas também porque teriam muito tempo disponível para produzir cópias de si mesmas.

      “(…) Provavelmente, porém, os demais fatores não se mantiveram constantes. Assim, outra propriedade inerente a uma variedade de Replicadores que deve ter assumido uma importância ainda maior na sua disseminação pela população foi a velocidade de replicação ou ‘fecundidade’. Se as moléculas replicadoras do tipo A fazem cópias de si mesmas, em média, uma vez por semana, ao passo que as moléculas do tipo B fazem cópias de si mesmas a cada hora, não é difícil prever que, em pouco tempo, as moléculas do tipo A serão superadas em número, ainda que ‘vivam’ durante muito mais tempo do que as do tipo B.

      “(…) Voltando ao caldo primordial, ele deve, portanto, ter sido povoado por algumas variedades de moléculas estáveis; estáveis no sentido de as moléculas individuais durarem muito tempo, ou se replicarem a uma grande velocidade, ou ainda se replicarem com alto grau de precisão.

      “(…) Quer chamemos aos primeiros Replicadores de ‘vivos’ ou não, eles foram os ancestrais da vida.

      “(…) O próximo elo importante na nossa argumentação, (…) é a competição. A sopa primordial não tinha capacidade de prover o sustento de um número infinito de moléculas replicadoras. Primeiro porque as dimensões da Terra são finitas (…). …quando os Replicadores se tornaram numerosos, os blocos de construção devem ter sido utilizados numa velocidade tão grande que acabaram por se tornar um recurso escasso e precioso. Diferentes variedades ou linhagens de Replicadores devem ter competido por eles. (…) Podemos agora concluir que as variedades menos favorecidas teriam com efeito se tornado menos numerosas por causa da competição, e que, finalmente, muitas delas devem ter se extinguido. As variedades de replicadores travaram uma luta pela existência. Elas não sabiam que estavam lutando, e nem se preocupavam com isso. (…) Entretanto, se tratava de uma luta, no sentido de que qualquer cópia imprecisa que resultasse num nível mais alto de estabilidade, ou numa nova forma de reduzir a estabilidade das suas rivais, era automaticamente preservada e multiplicada. O processo de melhoramento era cumulativo. As formas de aumentar a própria estabilidade e de diminuir a estabilidade das rivais tornaram-se mais elaboradas e mais eficientes. Alguns Replicadores podem até mesmo ter ‘descoberto’ como decompor quimicamente as moléculas das variedades rivais, usando os blocos construtores assim liberados para produzir as próprias cópias. Dessa maneira, esses ‘protocarnívoros’ ao mesmo tempo obtinham alimento e removiam os rivais competidores. Outros Replicadores talvez tenham descoberto jeitos de se proteger, quer quimicamente, quer erguendo uma barreira física de proteína à sua volta. Talvez as primeiras células vivas tenham surgido assim. Os Replicadores começaram não apenas a existir, mas também a construir invólucros para si mesmo, veículos capazes de preservar sua existência. Os Replicadores que sobreviveram foram aqueles que construíram máquinas de sobrevivência no interior das quais pudessem viver. De início, é provável que tais máquinas não passassem de um revestimento de proteção. No entanto, ganhar a vida ficou gradativamente mais difícil à medida que surgiam novos rivais com máquinas de sobrevivência melhores e mais eficientes. Essas máquinas se tornaram maiores e mais elaboradas, num processo cumulativo e progressivo.

 

 

[O OUTRO NOME DE DEUS]

  “Haveria um ponto final para o aperfeiçoamento gradual das técnicas e dos artifícios usados pelos Replicadores para assegurarem sua própria continuação no mundo? Eles contavam com muito, muito tempo para esses aperfeiçoamentos. Que estranhas máquinas de autopreservação trariam consigo os milênios seguintes? Qual seria o destino dos primeiros Replicadores 4 bilhões de anos depois? Eles não se extinguiram, pois são mestres antigos na arte de sobreviver. Mas não espere encontrá-los no mar, flutuando à deriva; há muito que desistiram dessa liberdade altiva. Hoje em dia, eles se agrupam em colônias imensas, seguros no interior de gigantescos e desajeitados robôs, guardados do mundo exterior, e com ele se comunicam por caminhos indiretos e tortuosos, manipulando-o por controle remoto. Eles estão dentro do leitor e de mim. Eles nos criaram, o nosso corpo e a nossa mente, e a preservação deles é a razão última da nossa existência. Percorreram um longo caminho, esses Replicadores. Agora, respondem pelo nome de genes, e nós somos suas máquinas de sobrevivência.”


Fora dos colchetes, esse texto foi extraído do livro “O Gene Egoísta”, de Richard Dawkins, capítulo 2: Os Replicadores, páginas 54-66.

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10 Respostas

  1. Mas há algo que ninguém considerava, e foi provado com inferência, condição, causa, proposição, fenômeno/fato, consequência(s), premissas, considerações, hipótese, teoria, tese, leis, teorema, e postulado: a Lógica Espacial. E nela está resumida uma simplicidade — a Natureza é firmada/concatenada por justiça (na composição, concatenação, e procedimento das importâncias espaciais); a justiça traduz-se no modo de ser e operar da Natureza, que comporta feedbacks que mantém o incessante movimento espacial e a propensão à organização em sua conjuntura. Estaríamos atingindo hoje uns 38 anos desse estudo, que chegou a ponto de, entre 1985 a 2000, encontrar velocíssimas movimentações de co-pontos-cargas utilizando-se matemática fundamental com dízimas periódicas e recursos como a fatoração dos números-primos. Foi isso que assustou os que nos parasitam, os vagabundos-chefetas de crenças; pois ele não dá trela para palhaçadas fantasiosas que têm mantido a Sociedade Humana submetida ao formato escravo de pasto.
    Prestem atenção:
    Sabíamos que nas eleições as “cartas” eram ‘marcadas’, mas não sabíamos que nem entre as cartas já estávamos: http://www.atheistnexus.org/photo/o-santo-rico-o-ginri-e-roma-neles

  2. Para complementar: Havendo já uma sequência de gene complicada. ao atingir o estado conjuntural de um ser humano, com todas as condições ambientais (e físico-psicológicas) o arranjo-primário não procede relesmente como “máquina”, a implicância de aprimoramento natural versiona os conceitos, a ponto de haer a consciência em seres vivos e esta vislumbrar os parâmetros que a mantém satisfatoriamente em um breve interalo de vida.

  3. O D&C é apenas um idiota. Simples assim. Não tem o que discutir com essa gente. Por quê perder tempo com gente assim? Ele quer acreditar na bobagem dele, então acredite. Enquanto não faça mal a ninguém, tudo bem. Que seja apenas mais um crente burro. Podemos conviver com pessoas assim. É fácil.

    Não podemos viver é com essa corja muçulmana que ameaça dominar o mundo. Esse são os inimigos. A agenda é varrer essa coisa infame da face da Terra. Islamismo é sinônimo de repressão. Islã é escravidão. Se tiver algum muçulmano lendo isso, quero dizer: fuck alah!!

    Agora, jogue uma bomba em mim.

  4. Só ais uma coisa: o Haddammann é um imbecil.

  5. Odeio muçuomanos. São uma corja nojenta. Mataria todos eles!! PULHAS!!!!

  6. muçulmanos, cristãos, evangélicos, espíritas, vigias, vigaristas, etc; são tudo a mesma coisa; já seres humanos são outra; seres humanos saem fora da submissão escrava das crenças. Nem sequer seres que incorporaram socialmente um sistema de reles replicadores disseminando um formato de pasto pelo embuste divino que esconde o parasitismo, nem isso podemos aventar sumária e completa execução por tanto prejuízo que nos causam e causaram à espécie humana; a não ser que de fato se evidenciem como uma peste afetando vários seres vivos danosamente, como fator que impõe um sofrimento fútil, descabido, que destoa da singela expressividade e da beleza da consonância da Natureza; por exemplo, alguma coisa como deus e o cocô dele que se mete pelo ouvido,aloja-se na bôca, e apodrece o cérebro das pessoas.

  7. Durante a Faculdade, Haddammann que conhecia vários estudantes lá, explicava a algumas turmas conceitos implicados nos problemas. Um dia foi convidado por um deles a assistir uma aula de matemática num curso da Universidade em que reunía alunos de biologia, administração, química, etc; daí o professor foi ao quadro depois de um “como vocês entenderam na lição passada” … (entenderam, como assim entenderam? Não seria: O que vocês não entenderam na lição passada? E a resposta geral seria: TUDO); ele me vai ao quadro e tasca mais um “pobrema” (ou seja: um enunciado que não tem suficiência de dados para ser resolvido); o Pensador Haddammann deu um toque no estudante que o convidara: “Lembre ao seu professor que essa questão de Cálculo Integral precisa de mais de uma só ordenada”. Um aluno perto também escutou o toque, e ele mesmo lembrou ao professor (todo sem graça, pois tal supressão desse dado só podia ser premeditada). Os olhares que antes estavam enterrados em mil confusões e embaraços nos cadernos entreolharam-se como rastro de pólvora faiscando. A cruz no peito, o anelzão de ouro, a bíblia sempre escancarada na mesa sumiram junto com esse fantástico e muito irmão professor que sabia teologias na ponta da língua.
    Ficou constatado, ali naquela sala, que havíamos chegado à Universidade como reles micos de circo, não atinávamos para o básico conceitual envolvido na colocação de um problema. E vemos na Veja uma argumentação lançando o Salaman com mil cortejos do Bil Gates,TODAS decalcadas do espaço educativo que o Haddammann (ou com o codinome de Athan Gene) tem no Blogger. Enfim; até o “simples assim” fala tácita do Pensador nas conclusões do que expõe, foi descaradamente debochado pelo Boni, como “recado”, ao fazer sua sardinha frita durante a perversão descarada e medíocre do bigbrother. É o circo dos parasitas no final da festa que fazem com a nossa cara, com as nossas crianças, com a nossa sexualidade, e com a nossa Sociedade.

  8. Kill all

  9. O poder da prece

    ”Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á” (Mateus 7:7)

    Prece é uma palavra que vem do latim e significa discurso, oração, súplica religiosa, pedido dirigido a Deus, sermão e agradecimento.
    A oração faz parte dos preceitos de todas as religiões. Na verdade, orar é reconhecer a grandeza e o amor do Pai Celeste por nós.
    ”A criatura que ora, mobilizando as próprias forças, realiza trabalhos de inexprimível significação. Semelhante estado psíquico descortina forças ignoradas, revela a nossa origem divina e coloca-nos em CONTATO com as FONTES SUPERIORES”, segundo Francisco C. Xavier, em Missionários da Luz, Cap. 6.
    Tem mais, sobre o valor da prece, na luta contra as doenças, é muito

    significativo o RECONHECIMENTO da COMUNIDADE MÉDICA INTERNACIONAL. Esse posicionamento revela a importância que tem

    na cura das mais diversas moléstias.

    Ao longo de várias passagens do Novo Testamento, Jesus esclarece que a prece eficaz é sincera. Não é feita com os lábios e uma multidão de palavras. O ideal é fazê-la ao menos duas vezes ao dia. De preferência, pela manhã, ao acordar, e à noite, antes de dormir.
    Através da prece, podemos louvar e agradecer a Deus pelas bênçãos que nos concede. É claro que a oração NÃO nos livra das dificuldades que nos cabe passar em nossas vidas. De outro lado, a ORAÇÃO nos PROTEGE e FORTALECE ante o mal.
    Pois bem! A prece mais agradável a Deus é aquela que pedimos forças para suportar os problemas da vida. Afinal, é fonte de luz e paz ante os nossos problemas. A oração é MEDICAMENTO de PAZ para todo aquele que ROGA COM FÉ.

    Ela nos traz paz, harmonia e consolo. Nas doenças, aciona minúsculas partículas, de nanoelementos espirituais, que despertam a homeostasia corporal ativando forças espirituais que são fundamentais na promoção do processo de cura. Enfim, orar é confiar em Deus e conquistar a paz íntima.
    Portanto, ela é indispensável ao nosso bem-estar emocional e espiritual. É o melhor alimento para o equilíbrio do nosso espírito. Quem ora alcança as bênçãos que necessita. Nossos pedidos devem estar em sintonia com o amor e perdão, não devem ser de natureza material. Outra coisa: orar anula energias, de vibração espiritual, contrárias ao amor.
    Em conclusão, não há dúvida que a oração proporciona melhor qualidade de vida. Através dela, temos a oportunidade de PRATICAR a LEI DE AMOR, em favor do nosso semelhante e nós mesmos. Mais ainda, quem ora recebe a AJUDA dos BENFEITORES espirituais, que nos amparam e auxiliam quando necessitamos. Em uma palavra, a prece é ato de reverência.

    Revista Cristã de Espiritismo

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