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11 Respostas

  1. Valmidênio, peço-lhe que LEIA, mas leia MESMO, o texto que ora lhe envio, do Robson Pinheiro. Aborda algo que dói, mas engrandece: mudança.
    Você tanto critica a postura dos cristãos, chegando ao desrespeito, mas SE MANTEM, como uma rocha, inflexível em suas convicções. Será isso benéfico, meu caro?
    Que acha de refletir um pouco acerca das inúmeras bobagens que você escreve no seu blog?

    Um abraço (e desculpe pela invasão e pela contudência da minha crítica)

    Escrito por Robson Pinheiro

    “Mudar é algo que costuma deixar muita gente inquieta. Na verdade toda mudança provoca certa insatisfação por parte de quem deseja ficar parado no tempo. É que todos desejam e acalentam a idéia de ser estável na vida, na profissão, em suas ideias e ritmo de vida.
    Afinal todos somos treinados diariamente para alcançar uma relativa estabilidade que significa para nós uma aparente segurança.

    Dou graças a Deus que a minha vida não é assim, nada em minha vida se processa com esta aura de estabilidade que para mim é enganadora.

    Quando eu comecei nom espiritismo lá pelos idos de 1979, eu estava numa relativa estabilidade na igreja evangélica da qual eu fazia parte. Mas os espíritos interferiram diretamente na situação estável e aqui estou eu, aprendendo a ser feliz segundo uma visão mais abrangente que a filosofia espírita me apresentou.

    Outra vez eu tive meus conceitos renovados, dentre as muitas vezes que isto ocorreu, foi quando conheci Chico Xavier, em outubro de 1984, em Uberaba. Ele me disse na ocasião, falando a respeito da minha tarefa de psicografia: “Não se esqueça que o preço de quem consola é viver na solidão”. Minha vida modificou-se por inteiro diante das avalanches de informações que a partir daí vieram e me arrancaram de um tipo de vivência espiritual que ameaçava cair na ortodoxia e improdutividade.

    Outras mudanças ocorreram em minha vida e creio que a mais drástica foi em 1997, no carnaval daquele ano, quando eu fiz uma cirurgia. Detalhes a respeito você internauta, poderá ler na introdução livro Medicina da Alma, psicografado por mim e de autoria do ser extra-físico Joseph Gleber. Naquela época minha vida deu uma reviravolta no verdadeiro sentido do termo. Modifiquei meu trabalho, minha vida, meu corpo, que perdeu mais de 20k de massa desnecessária e que produzia um contrapeso imenso. Mudei muito e meu trabalho também. Maior qualidade, mais intensidade e mais conteúdo vieram a partir daquelas experiências difíceis. Mas as mudanças foram para melhor.

    Hoje passo por um período de intensas mudanças e novamente o trabalho com os espíritos apenas definem um novo papel no palco de minha vida. Com a psicografia do primeiro volume da trilogia “O reino das Sombras” cujo livro ganhou o nome de Legião, de autoria do espírito Ângelo Inácio, novamente uma nova etapa de mudanças. Mudanças de conceitos, de estrutura física e espiritual, mudança de atitudes diante de inúmeras pessoas de todo o Brasil que esperam de mim aquilo que eu não estou preparado para oferecer. Sou humano ainda e pretendo continuar sendo por muito tempo.

    O trabalho nunca foi fácil para mim, mas resolvi colocar em prática os planos e mapas de crescimento e desenvolvimento pessoal abordados pelos habitantes da dimensão extra-física em livros por mim psicografados. Mas exatamente após a psicografia do livro Legião foi que a vida decidiu implementar mudanças mais profundas em meu ser, minha maneira de ver o mundo e também em minha aparência. Isso mesmo, em minha aparência física.

    Meu corpo parece refletir com extrema sensibilidade as mudanças que ocorrem no âmbito do espírito e assim você poderá notar pelas fotos divulgadas neste site, o quanto eu mudei e estou mudando, espero que para melhor.”

  2. Que acha de refletir um pouco acerca das inúmeras bobagens que você escreve no seu blog?

    AMIGO, eu me darei o trabalho de ler, sim, o texto que você deixou se, e somente se, você se der o trabalho de:

    1. citar pelo menos uma bobagem que eu tenha escrito no blog;

    2. explicar por que você considera o que listou em [1], acima, uma bobagem.

  3. Curioso. Às vezes o crente nos faz pensar que ele considera que todo ateu sempre foi ateu, a vida toda, que nunca mudou de postura, que sempre foi como uma rocha, inflexível em suas convicções. Os crentes que conheço sempre foram crentes (estou usando a palavra crente num sentido mais amplo, não me restringindo apenas aos evangélicos, mas incluindo todos que são de alguma vertante cristã), sempre tiveram a postura de acreditar em deus (nunca o negaram, mesmo não sendo fervorosos, mesmo não indo a missas ou cultos), sempre foram como uma rocha, inflexíveis em suas convicções. Um ateu, como eu (que fui católico, evangélico e quase budista), já esteve do outro lado e mudou. Quem é o inflexível nessa estória? O que se acomodou ou o que questionou firmemente a ponto de chegar a uma ruptura?

  4. Eddie,

    deixe me ser um pouquinho chato . Você está assumindo que ateu é aquele que não mais crê em Deus. Sim, imagino também que essa seja a grande maioria. Mas se uma pessoa jamais é exposta a crenças e portanto jamais tem a chance de crer , ela não acaba se transformando em atéia. Ela é, foi e possivelmente continuar sem crer…

    Sei que isso é óbvio mas só queria lembrar .

  5. Não reinvindico mais porque …
    Você parece aquelas pessoas que falam demais e acabam não dizendo muita coisa. Não vejo; tento mas não consigo ver uma proposta ou sequer uma postura clara nessa sua verborragia. Percebo que é comum você falar umas coisas, voltar depois se desculpando. Os ateus de forma geral não são frágeis e sensíveis na questão das convicções filosóficas. Eu ousaria até dizer que o que mais próximo que eles tem de religioso são apenas valores [ morais] ou simplesmente coisas que eles tem muitíssimo apreço (…). Então não se acanhe em insultar todas os ideais ou mesmo as mais tolas idéias que você tiver sobre os ateus. Como você provalmente percebeu mas aparentemente reluta em aceitar, muitos ateus simplesmente não tem o menor respeito por questões relacionadas a divindades. Fé, Deus, Jesus, Bíblia , etc é tudo no mínimo uma grande tolice. E a coisa deve se complicar na sua cabeça quando justificam tamanha falta de respeito. Não merecem, afirmam… Saber disso deve te indignar ou assustar, não sei. Agora você se engana na sua ‘lógica’ de associar a descrença em Deus com o interesse ou gosto tão grande de falar [mal] dele. Falo por mim; vejo poucas coisas que me inspirariam mais a fazer piadas caso eu fosse por exemplo um comediante, do que todos esses absurdos divinos. É muita contradição, muita esquisitice, muita maldade travestida de virtude. O Barros por exemplo, com palavras bem colocadas descreve muito bem esse cenário bizarro que impera por aí. Ele próprio insiste em ser “desmascarado” por alguém que derrube de maneira pelo menos razoável todas as asneiras que ele escreve aqui. O que aparece são uns ofendidos aclamando a fé e outros pedindo respeito. Isso não serve. Não nesse caso.

    É por causa dessas e de outras que citei a tal maconha estragada. O Barros frequentemente explica porque usa o termo ilusão. Nisso ele não acredita que exista. Ele sabe.

    Amém.

    ps.: quando estiver sóbria, manda beijo pra mim.

  6. E nesse estado em que você se encontra, sobrou inspiração até para combater a sua (não declarada) arqui-inimiga Shirley. Maldita Shirley ! Quem te mandou nascer mulher ?

  7. Fernando
    Acho que foi Deus e como sou muito obediente, disse: tá bem papai…
    rsrsr

  8. Shirley,

    ela tem um ‘algo mais’ contra você que eu ainda não descobri. Não crente e mulher já devem ser péssimo pra você, no conceito dela. Será que você tem outros ‘defeitos’ ? A tal deve estar se achando ao alardear que é roteirista…

  9. Fernando
    De modo geral, estou acostumada a ser hostilizada por ser ateia. O que tenho notado é que os crentes vêem homens ateus com mais naturalidade, ou o quanto possam, no caso. Mulheres ateias são especialmente ofensivas; talvez seja a mentalidade cultural, que (ainda) associa o feminino com, sei lá, delicadeza, submissão, até a maternidade entra nesse rolo. E as outras mulheres agem de forma muito mais agressiva comigo do que os homens.
    Quem sabe no caso da Day, apesar de ela adotar uma aparente postura liberal, eu esteja ofendendo fortemente seu senso do que deva ser uma mulher.
    Essa limitação numa pessoa que se quer escritora é grave, me parece.
    (sem ofensa, Day, apenas crítica construtiva)

  10. Trollagem de alto nível. Vai entender … Quem mandou alimentá-los ? Pior, quem deu de beber ? Afff …

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