Teste seus amigos crentes (Parte 3)


#2 Você acredita que Deus é bom?

As quatro coisas mais mal distribuídas do mundo são, pela ordem, poder, dinheiro, beleza e bom-senso. Eu, graças a Deus, ainda consegui pegar o bom-senso.

Entretanto, ninguém pode aplicar o bom-senso que tenha em cima de um assunto que desconhece completamente, ou sobre o qual não queira verter um mínimo de raciocínio. Em virtude disso, mesmo que uma pessoa religiosa também tenha sido contemplada com bom-senso, ela não se atreve a raciocinar sobre o pouco que conhece da sua própria religião. Eis o mistério da fé revelado: as coisas mais absurdas são empurradas goela abaixo do cristão porque o filtro do bom-senso que as rejeitaria nunca está em uso.

O experimento que eu desenvolvi é capaz de pôr o bom-senso do religioso para funcionar. No tranco, se preciso, ou algo como o Modo de Segurança do Windows. Por isso, ele irá fugir desse tipo de conversa como o Diabo da cruz. Ele perceberá que um interlocutor obstinadamente treinado para manter um determinado foco não irá deixá-lo seguir adiante no seu blá blá blá sem fim, que é de onde a fé tira o seu sustento. Vendo-se obrigado a, também, manter o foco, a fé que tem vai esmorecer, e, em esmorecendo, um mundo sem Deus se apresentará em toda a sua crueza diante dos olhos arregalados do crente, mimado desde o berço por um amigo imaginário que, de repente, não está mais lá.

Duvida? É só pôr em prática, você mesmo, o experimento que descrevi até aqui com alguma pessoa religiosa que você conheça. Pergunte a ela: “Você acredita que Deus é bom?”.

Claro que a pessoa vai dizer que sim. Deus é bom. Então, tente fazer com que ela justifique isso, usando a única coisa que sabe sobre Deus: a Bíblia. Como pode ser bom um ser todo-poderoso, todo-isso, todo-aquilo como é descrito no livro cristão, fazer o que Deus fez, permitir o que permitiu, cometer as atrocidades que cometeu.

Pergunte à pessoa religiosa como pode ser bom um Deus que ameaça com um castigo tão horrendo como o Inferno aqueles que não simpatizarem com ele; que incita à violência, que mata e que manda matar; que pune todos pelo suposto erro de dois; que comete genocídios; que amaldiçoa os filhos pelo crime dos pais; que é entusiasta da escravidão e da pena de morte; que pede sacrifícios humanos, e por aí vai…

Esteja só atento para não se deixar enrolar pelos “subterfúgios-padrão”  do crente. Por exemplo, quando você falar que Deus é a favor da escravidão e do apedrejamento, ele dirá algo como “Ah, mas isso é o Antigo Testamento”, ou “Ah, mas era a lei da época”, ou “Ah, mas o povo tinha o coração duro”, etc., e vai querer fazer você aceitar isso como uma justificativa, como se, por fazer parte do Antigo Testamento, não fosse o mesmo Deus; como se, por ser a lei da época, não houvesse sido instituída por ele, ou com sua conivência; como se fosse possível dizer que uma pessoa que manda matar a pedrada continua sendo boa, só porque os que vão ser apedrejados não são.

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17 Respostas

  1. Barros,
    Você não decepciona, texto enxuto. Parabéns. Deusilusão está de mãos dadas com Diário de Uns Ateus e Paulopes em meus favoritos.
    “O que me assusta é a grande maioria que não tem bom senso, comportam-se como ovelhas (não pensam) e obedecem aqueles que têm dinheiro e poder (pastores).”
    Mais um agraciado com bom senso:
    O pastor Justin Vollmar que ficou conhecido, sobretudo na internet, após passar os últimos anos lançando vídeos em língua de sinais explicando conceitos bíblicos, fez uma revelação recentemente de que vai acabar com seu ministério e que ele agora é ateu.
    – Uma mudança profunda e maravilhosa ocorreu em minha vida. Minha mente mudou completamente para o outro lado – afirmou, observando que, por isso, sua integridade não o permitia continuar a postar vídeos baseados na Bíblia.
    – Depois de uma luta longa e poderosa, a resposta finalmente ficou clara. Isso pode chocar completamente. Sim, eu me tornei um ateu – finalizou.
    Vollmar explicou que, depois de estudar a Bíblia de perto no seminário, percebeu e lutou com muitas contradições percebidas por ele no cristianismo. Questões que, segundo ele, não poderiam ser ignoradas.
    – No final, eu estou completamente convencido de que não há verdadeiramente nenhum Deus. É tudo bobagem – finalizou.
    A quem interessar segue link com artigo/vídeo:
    http://noticias.gospelmais.com.br/pastor-igreja-virtual-para-surdos-afirma-agora-ateu-65046.html
    Quer uma visão de terror? leia os comentários que seguem a matéria do pastor, em especial uma criatura que atende por john Edward (dá medo).

  2. Anônimo:

    Esse senhor era um pastor mané e agora vai ser um ateu mané. Até respeito quem estudou as origens do universo e da vida e acabou se tornando ateu, ok, ainda que discorde, respeito. Agora o cara virar ateu só por que a biblia não lhe fazia sentido é coisa de mané, não lhe passou pela cabeça procurar outras explicações para a existência de Deus? Isso é igual a concluir que ETs não existem por que o único livro que tinha em casa não me convenceu.

  3. Anônimo,

    por outro lado, há muitos exemplos também de ex-ateus que se converteram ao cristianismo; seja pela reflexão sobre o sentido da vida e da origem do universo, seja pela leitura da Bíblia, seja pelo estudo da história e dos grandes milagres da Igreja, seja pelo estudo da vida dos santos, seja por sinais extraordinários, etc.

    Como este belo testemunho de uma ex-neoateísta chamada Megan Hodder:


    A ORTODOXIA ATEÍSTA QUE ME TROUXE A FÉ

    Megan Hodder era uma jovem e ávida leitora do neoateísmo, mas sua vida mudou quando ela leu o trabalho dos seus inimigos católicos.

    Na última Páscoa, quando eu estava começando a explorar a possibilidade de que deveria haver algo a mais na fé católica, além do que eu tinha acreditado e sido levada a crer, eu li “Cartas a um jovem católico”, de George Weigel01. Uma passagem em particular chamou-me a atenção.

    Falando dos milagres do Novo Testamento e do significado de fé, Weigel escreve: “No jeito católico de ver as coisas, andar sobre as águas é algo totalmente sensato a se fazer. Ficar no barco, atendo-se tenazmente às nossas pequenas comodidades, é loucura.”

    Nos meses seguintes, aquela vida fora do barco – a vida da fé – começou a fazer bastante sentido para mim, a ponto de eu não poder mais justificar ficar parada. No último fim de semana eu fui batizada e confirmada na Igreja Católica.

    É claro, isso não deveria acontecer. Fé é algo que a minha geração não considera, mas deixa de lado e ignora. Eu cresci sem nenhuma religião e tinha oito anos quando aconteceu o atentado de 11 de setembro. A religião era irrelevante na minha vida pessoal e, durante meus anos na escola, a religião só proporcionava um fundo de notícias de violência e extremismo. Eu lia avidamente Dawkins, Harris e Hitchens, cujas ideias eram tão parecidas com as minhas que eu empurrava quaisquer dúvidas para o fundo da minha mente. Afinal, qual alternativa existia para o ateísmo?

    Como uma adolescente, eu percebi que precisava ler além dos meus polemistas favoritos, como começar a pesquisar as ideias dos mais egrégios inimigos da razão, os católicos, a fim de defender com mais propriedade minha visão de mundo. Foi aqui, ironicamente, que os problemas começaram.

    Eu comecei lendo o discurso do Papa Bento XVI em Ratisbona, ciente de que tinha gerado controvérsia na ocasião e era uma espécie de tentativa – fútil, é claro – de reconciliar fé e razão. Também li o menor livro de sua autoria que pude encontrar, On Conscience02. Eu esperava – e desejava – achar preconceitos e irracionalidade para sustentar meu ateísmo. Ao contrário, fui colocada diante de um Deus que era o Logos; não um ditador sobrenatural esmagador da razão humana, mas o parâmetro de bondade e verdade objetiva que se expressa a Si mesmo e para o qual nossa razão se dirige e no qual ela se completa, uma entidade que não controla nossa moral roboticamente, mas que é a fonte de nossa percepção moral, uma percepção que requer desenvolvimento e formação por meio do exercício consciente do livre-arbítrio.

    Era uma percepção da fé mais humana, sutil e fiável do que eu esperava. Não me conduziu a uma epifania espiritual dramática, mas animou-me a buscar mais no catolicismo, a reexaminar com um olhar mais crítico alguns dos problemas que tinha com o ateísmo.

    Primeiro, moralidade. Para mim, uma moralidade ateísta conduzia a duas áreas igualmente problemáticas: ou era subjetiva a ponto de ser insignificante ou, quando seguida racionalmente, implicava resultados intuitivamente repulsivos, como a postura de Sam Harris sobre a tortura. Mas as mais atraentes teorias que poderiam contornar esses problemas, como a ética das virtudes, geralmente o faziam a partir da existência de Deus. Antes, com minha compreensão caricata de teísmo, eu acharia isso absurdo. Agora, com o discernimento mais profundo que eu tinha começado a desenvolver, eu não tinha tanta certeza.

    Depois, metafísica. Eu percebi rapidamente que confiar nos neoateístas para argumentar contra a existência de Deus era um erro: Dawkins, por exemplo, dá um tratamento dissimuladamente superficial a Tomás de Aquino em “Deus, um delírio”, abordando apenas o resumo das cinco vias de São Tomás – e distorcendo as provas resumidas, para variar. Informando-me melhor sobre as ideias aristotélico-tomistas, eu as considerei uma explanação bastante válida do mundo natural, contra a qual os filósofos ateístas não tinham conseguido fazer um ataque coerente.

    O que eu ainda não entendia era como uma teologia que operava em harmonia com a razão humana poderia ser, ao mesmo tempo, nas palavras de Bento XVI, “uma teologia fundamentada na fé bíblica”. Eu sempre supus que a sola scriptura, com suas evidentes falácias e deficiências, era a maneira segundo a qual todos cristãos firmes e fiéis liam a Bíblia. Então eu fiquei surpresa ao descobrir que esta visão poderia ser refutada com veemência tanto pelo ponto de vista católico – lendo a Bíblia através da Igreja e de sua história, à luz da Tradição – como pelo ateu.

    Eu procurei por absurdos e inconsistências na fé católica que pudessem descarrilhar minhas ideias da inquietante conclusão à qual eu me dirigia, mas o irritante do catolicismo é sua coerência: uma vez que você aceita a estrutura básica de conceitos, todas as outras coisas se ajustam com uma rapidez incrível. “Os mistérios cristãos são um todo indivisível”, escreveu Edith Stein em “A ciência da cruz”03. “Se entramos em um, somos levados a todos os outros”. A beleza e autenticidade até das mais aparentemente difíceis partes do catolicismo, como a moral sexual, se tornaram claras quando não eram mais vistas como uma lista descontextualizada de proibições, mas como componentes essenciais no corpo complexo do ensinamento da Igreja.

    Havia um último problema, porém: minha falta de familiaridade com a fé como algo vivido. Para mim, toda a prática e a língua da religião – oração, hinos, Missa – eram algo totalmente estranho, em direção ao qual eu relutava em dar o primeiro passo.

    Minhas amizades com católicos praticantes finalmente convenceram-me que eu tinha que fazer uma decisão. Fé, no fim das contas, não é meramente um exercício intelectual, um assentimento a certas proposições; é um radical ato da vontade, que engendra uma mudança total da pessoa. Os livros levaram-me a ver o catolicismo como uma conjectura plausível, mas o catolicismo como uma verdade viva eu só entendi observando aqueles que já serviam a Igreja por meio da vida da graça.

    Eu cresci numa cultura que tem amplamente virado as costas para a fé. Por isso eu era capaz de levar minha vida adiante com meu ateísmo mal concebido e incontestado, e isso explica pelo menos parcialmente a grande extensão de apoio popular que têm os neoateístas: para cada ateu ponderado e bem informado, existirão outros com nenhuma experiência pessoal de religião e nenhum interesse em argumentar simplesmente indo na onda da maré cultural.

    No entanto, à medida que a popularidade do ateísmo beligerente e pretensamente “sabe-tudo” for decaindo, cristãos sérios capazes de explicar e defender sua fé se tornarão uma presença cada vez mais vital na esfera pública. Eu espero que eu seja um pequeno exemplo da força de atração que o catolicismo ainda carrega em uma época que lhe parece às vezes irascivelmente oposta.

    Por Megan Hodder, 24 de maio de 2013

    FONTE: http://padrepauloricardo.org/blog/a-ortodoxia-ateista-que-me-trouxe-a-fe#.UiDuaW2Taz0.facebook

    Vale a pena ler também alguns testemunhos de ex-ateus famosos:

    – Como a do cientista Dr. Francis Collins, diretor do Projeto Genoma Humano:

    http://religiaoeveneno.org/discussion/2022/testemunho-do-cientista-e-ex-ateu-francis-collins-tornei-me-seguidor-de-jesus

    – Como a do Prof. Antony Flew, considerado o filósofo ateu mais convicto e influente do mundo:

    http://www.iqc.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=4097:testemunho-do-ex-ateu-antony-flew&catid=29&Itemid=41

    – Como a do neurocientista Dr. Ricardo Castañón, que se converteu pelo estudo de milagres da Igreja Católica:

    – E tantos outros:

    http://www.paraclitus.com.br/2010/magisterio/testemunho/o-testemunho-de-ex-ateus-pelo-mundo/

    É bom sempre procurar ver “OS DOIS LADOS DA MOEDA”!

  4. D.R.
    A maioria das coisas que leio de crentes (inimigos? não, por que seriam?), mesmo os maiores apologetas, considerados pelos próprios cristãos, só consigo ter um misto de riso e tristeza por ver como as pessoas jogam a razão e a lógica na lata de lixo. Acabou de passar um comercial na DIscovery sobre uns malucos que procuram o Pé Grande, por exemplo. As pessoas acreditam e deixam de acreditar em um monte de coisas, com ou sem evidências. Certamente há quem acredite em unicórnios (como citado na Bíblia, diga-se), mas a quantidade de pessoas que deixam as crendices de lado é cada vez maior, graças ao acesso mais fácil, rápido e em grande quantidade à informação. Pena que, pelo menos no Brasil, a educação seja de tão baixo nível ainda, pois na Europa fecham-se igrejas aos montes.

  5. definitivamente, não tenho mais paciência para crente, que enxerga virtude na fé, que pode ser em qualquer sandice: jesus, pé grande e o nosso bilu… só rindo…

  6. Arnaldo,

    Pena que, pelo menos no Brasil, a educação seja de tão baixo nível ainda, pois na Europa fecham-se igrejas aos montes.

    Assim você me obriga a sair em defesa dos teístas.
    Por mais que estas crenças nos pareçam absurdas, a laicidade do estado deve garantir que as pessoas desfrutem de sua liberdade religiosa.
    É errado que o estado subvencione religiões mas é igualmente errado que ele as reprima.

  7. se eu nao me engano, pelo menos na europa nordica as igrejas sao fecahadas aos montes porque o numero de fieis vem caindo vertiginosamente (pelo menos eu li isso em algum lugar que nao me lembro agora)

  8. mas eu concordo que o estado nao deve reprimir religioes… o negocio e ser laico… ser neutro…

  9. Fecham-se igrejas aos montes por falta de adeptos, como disse o Alyson, o Estado deve ser laico mesmo, não financiar e nem perseguir religiões. Sou TOTALMENTE a favor das liberdades individuais (coisa que muitos religiosos não são) e se o cara quiser acreditar até no ET Bilu, desde que não prejudique ninguém, nem mesmo seus filhos, defendo fervorosamente o direito de sua crença. O que já li sobre alguns países europeus é que proibiram igrejas como a Universal por considerá-las grupos criminosos e nisso eu concordo, pois quando há lavagem cerebral, de dinheiro, estelionato e curandeirismo o Estado deve agir para proteger seus cidadãos. Jim Jones é apenas um dos casos onde o Estado demorou a agir e deu no que deu.

  10. Barros

    As quatro coisas mais mal distribuídas do mundo são, pela ordem, poder, dinheiro, beleza e bom-senso. Eu, graças a Deus, ainda consegui pegar o bom-senso.
    ou esta sendo iludido pelo diabo do orgulho próprio ou então dever estar de bom humor.

    Ele perceberá que um interlocutor obstinadamente treinado para manter um determinado foco não irá deixá-lo seguir adiante no seu blá blá blá sem fim,

    nós crentes fomos agraciados com um gerador de lero-lero

    “Você acredita que Deus é bom?”.
    eu acredito que Deus é tão bom quanto voce , isso significa que…………………….?
    o mundo com voce não é o que desejamos mas, vivemos queira voce goste dele ou não.

    Claro que a pessoa vai dizer que sim. Deus é bom.
    se enganou!
    usando a única coisa que sabe sobre Deus: a Bíblia.

    existem tantos crentes como ateus biblicos.
    Crentes criam um super heroi divino e ateus um super espantalho divino e ambos se dedicam apresenta-los ao mundo como se fossem representantes da verdade.

    Crentes e Ateus unidos pelo mesmo orgulho

  11. Criaturo, eu te desafio a escrever um texto sobre o Deus a que você está se referindo, já que não é o Deus da Bíblia. Só não esquece de dizer como tomou conhecimento dele.

  12. há, agora sim achei o tal desafio, vou te enviar um texto, vamos testar o nivel de refutação dos teus seguidores.
    Voce é uma inspiração divina, logo de cara podemos perceber que Deus é tão bom quanto voce.

  13. FELICIANO; Caro ALYSON, a debandada dos fieis de suas Igrejas pelo que eu sinto é que existem muitas contradições desses dirigentes e também da Bíblia, sou Espírita, sigo o Evangélio Segundo o Espiritismo, más pesquiso a Bíblia Católica até para provar que nelas existem verdades, mas o que tem de contradições não é brincadeira, e esses estudiosos e muitos até Doutores em Teologia, não conseguem ver ou não querem ver, tudo por fanatismo religioso que os cegam e não esclarecem devidamente esse povo sequioso das verdades, não tem a coragem de efetuar as reformas tão necessárias e para que esse Povo de Deus não seja mais enganados, por isso existem muitas Bíblias, e uma infinidades de Religiões, Caso da Reencarnação que em 553 foi excluida dos dógmas da Igreja Católica, por capricho de TEODORA; Segue um texto para a apreciação de nossos irmãos de todas as religiões.
    Quero deixar bem claro que Deus não escreveu a Bíblia, não criou as religiões, se tivesse criado alguma religião ela prevaleceria até os dias de hoje, ninguém teria coragem de mudá-la, essa seria a verdadeira e ninguém teria coragem de criar outras, porque não se sustentaria. “QUANTOS IRMÃOS FILHOS DE DEUS ESTARIAM SALVOS, ou pelo menos muitos melhores”, e também não haveria tantas religiões como temos hoje, CADA RELIGIÃO PENSA DETER AS SUAS VERDADES, A VERDADE ESTÁ EM DEUS. O grande problema da humanidade são os ditos sábios deste planeta que nos acolhe, que se acham detentores da verdade e não teem a coragem de mudar os textos obscuros e contraditórios da Bíblia e que fora mudada a mercê da vontade de cada religião e que ensejam interpretações mil, contribuindo com o não crescimento espiritual da umanidade e continuam mantendo o grande equívoco daquele concílio que eliminou a reencarnação. Tanto é que a milícia do imperador matou “um milhão de reencarnacionista”. Se só naquela região e nequela época já tinha esse número de Reencarnacionistas, imaginem irmãos qtos. teriamos nos dias de hoje se não fosse aquela decisão desastrada? Respeito muito a Bíblia Católica, tanto é que fiz uma pesquisa sobre a reencarnação da Bíblia Edições Paulinas, e podemos constatar que existem textos que podemos interpretar como sendo referência a vidas sucessivas ou reencarnação.
    Sabem quem foi a grande culpada do prejuiso do crescimento da população mundial ? Leiam o texto a seguir:

    Assim TEODORA, esposa do imperador Justiniano, escravocrata desumana e muito preconceituosa, temia que pudesse reencarnar como negra e escrava, por isso pressiona o papa Virgílio, que ascendera ao pontificado pela intervenção do general Belisário, a fim de que fosse excluído o princípio da reencarnação no Catolicismo. Na verdade o mundo até aquela data ou seja da decisão do Imperador Justiniano, era REENCARNACIONISTA. Vamos aprendendo com humildade uns com os outros, estudemos, vamos nós mesmos tirar a travas de nossos olhos. Não quero criar polémicas mas sim oferecer minha contribuição.

  14. 1. FELICIANO: Segue textos extraidos da “BÍBLIA “EDIÇÕES PAULINAS” DA IGREJA CATÓLICA, contendo casos de REENCANAÇÃO.
    Ainda em Jó, na versão da Igreja grega, afirma: “Quando o homem está morto, vive sempre; acabando os dias da minha existência terrestre, esperarei, porquanto a ela voltarei de novo”; 8 – no Livro de Sabedoria, aceito pelos católicos, o autor diz que “ Sendo bom, entrou num corpo sem mancha” (8:20); etc, Concluimos que neste caso está muito claro outro caso de reencarnação) Observação “corpo sem mancha um novo ser, um novo nascimento”
    Ainda em Jó, na versão da Igreja grega, afirma: “Quando o homem está morto, vive sempre; acabando os dias da minha existência terrestre, esperarei, porquanto a ela voltarei de novo” CORINTIOS 15:
    SÔBRE A RESSURREIÇÃO: 15:18 – Se é só para esta vida que temos colocado nossa esperança em Cristo, somos de todos os homens, os mais dignos de lástima.
    SABEDORIA: 8:19 – Eu era um menino vigoroso, 20 – ou antes, como era bom, eu vim a um corpo intacto. Obs. Intacto “um novo ser, sem pecado” (Mais um caso de reencarnação).esperarei, porquanto a ela voltarei de novo”; 8 – no Livro de Sabedoria, aceito pelos católicos, o autor diz que “ Sendo bom, entrou num corpo sem mancha” (8:20); etc, Concluimos que neste caso está muito claro outro caso de reencarnação) Observação “corpo sem mancha, sem pecado um novo ser, um novo nascimento”

  15. Feliciano: Recomento lerem “O LIVRO MISSIONÁRIOS DA LUZ”, de CHICO XAVIER, psicografado por ANDRÉ LUIZ, nesse livro tem muitas informaçãos do que acontece entre o mundo físico e espiritual, infelismente a BÍLIA não traz essas informações.

  16. Feliciano, é inacreditável não acreditar na existência de Deus, ou pelo menos num Ser Superior; afinal de contas quem nos criou, viemos do nada, eu tento explicar, ‘SE NÓS EXISTIMOS PORÉM DEUS DEVE EXISTIR”, eu trabalho em casa Espírita, conversamos com nossos irmãos do outro lado em todas os trabalhos, finalizo dizendo se eles existem do outro lado da vida, ou seja no plano invisível, não são eles enviados de Deus, para nos auxiliar, nos orientar, e os infelizes ainda em seus graus de inferioridades também não são são filhos de Deus?; existe uma escala de evolução e Deus que nos criou para esta vida de felicidade ou infelicidade, dependendo da evolução de cada um, os que evoluiram com seus esforços, com certeza alcansaram a felicidade e os infelizes são aqueles que ainda não conseguiram essa graça, más com certeza depois de “VÁRIAS REENCARNAÇÕES” e atraves de seus próprios esforços alcansarão as felicidade; só quiz somente tentar explicar a existencia de nosso Pai Maior, fiquem também com Ele meus irmão.

  17. REENCARNAÇÃO NO CREDO CATÓLICO; Creio no Espírito Santo na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados, na “RESSURREIÇÃO DA CARNE” na vida eterna. Amém. Qdo. o CREDO diz na “RESSURREIÇÃO DA CARNE” está dizendo de REENCARNAÇÃO. No CREDO, entende-se que o Espírito está vindo em um novo corpo de carne sem mancha, intacto, pois que Deus em sua sabedoria e lógica não enviaria o Espírito em um corpo que já se desintegrou, não tendo portanto mais nenhuma utilidade. “A REVISTA VEJA FAZ ESSA MENÇÃO”, concordo plenamente com essa afirmação, tem sua lógica.

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