Aborto: a batalha entre fé, moral e razão (Pt. 1)

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Não, senhora! A decisão de dar prosseguimento ou de interromper uma gravidez não deve ser única e incondicionalmente  sua.

Essa posição radical é apenas o resultado de uma campanha intransigente, feita por militantes birrentas de um feminismo anacrônico, que, acho eu, não tendo mais como entrar em evidência queimando sutiãs em praça pública, procuram outras formas de mostrar que ainda estão “na ativa” — e, aparentemente, sem nenhuma outra ocupação útil, sem mais nada para fazer além de tentar nos convencer de que as mulheres ainda precisam dessa militância na mídia, para conseguir-lhes alguma coisa.

Precisam não. Uma vez que a nossa sociedade cristã adquiriu a maturidade necessária para renegar a política fundamentalmente sexista e ostensivamente machista do seu próprio Deus, a mulher perdeu o estigma que o Criador havia lhe imposto de ser inferior imundo e contaminante, concebido apenas para o conforto e usufruto do homem, fazendo com que o feminismo perdesse sua razão de ser. E questões como discrepâncias de salário e assédio sexual, por exemplo, podem muito bem ser resolvidas, hoje, sem a necessidade de passeatas.

 

Mas, para efeito de raciocínio, considere-se a adesão plena àquela causa: a decisão sobre o que fazer com a vida que carrega dentro de si caberia, exclusiva e incondicionalmente, à gestante; à mulher; à fêmea da nossa espécie. Isso recorrendo-se, talvez, ao argumento feminista de que, afinal, “o corpo é dela”.

Nós temos um princípio moral pelo que se entende que ninguém tem o direito de fazer o que bem quiser com o próprio corpo. Ninguém tem, por exemplo, o direito de tirar a própria vida, bem como até incorre em crime aquele que auxilie uma pessoa a se matar, ou assista ao seu suicídio de braços cruzados. Sendo assim, não é porque tem uma vida em formação dentro do seu corpo que uma mulher possa requerer o direito de decidir sobre o que fazer com ela. Ceder a esse apelo insensato seria considerar moralmente aceitável uma gestante interromper a gravidez, aos sete, oito meses, só porque descobriu que estava sendo traída pelo pai da criança, com o qual não teria mais intenção de constituir família; ou fazer o aborto na terceira, quarta semana, porque apareceu uma viagem imprevista e a barriga seria uma bagagem que ela não iria querer levar.

Também não seria aceitável, por exemplo e em contrapartida, permitir que uma mulher teimasse em levar a cabo uma gravidez que a conduziria à morte, contrapondo à argumentação clínica, embasada em séculos de conhecimento acumulado, sua esperança folclórica na intervenção sobrenatural de um ente superpoderoso habitante de uma dimensão mágica que, tendo recebido telepaticamente suas preces, salvaria ela e a criança.

Ninguém em sã consciência se posicionaria a favor de tais atitudes, logo, o argumento feminista não se sustenta. A polêmica sobre o aborto — quando é ou não aceitável, quando pode ou não pode, quando deve ou não uma gravidez ser interrompida — não deve ser avaliada, muito menos decidida, como se fosse uma questão sexista — ela é uma questão moral. E a nossa moral nos sugere que todo ser humano tem o direito à vida.

Uma vez entendida essa parte, resta apenas recorrer à razão para entender, também, quando a fusão de um espermatozoide com um óvulo deixa de ser um aglomerado de células, como as que são descartadas sem culpa ao se cortar o cabelo ou fazer as unhas, e se transforma num “ser humano”.

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 …continua…

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61 Respostas

  1. Nós temos um princípio moral pelo que se entende que ninguém tem o direito de fazer o que bem quiser com o próprio corpo.

    Nós quem, cara-pálida?

    Aguardo a continuação da série esperando que se trate apenas de linguagem irônica.

  2. Barros:

    Ninguém tem, por exemplo, o direito de tirar a própria vida

    Essa frase vindo de um ateu é muito estranho. O ateísmo permite que qualquer um cometa suicídio sem o menor complexo de culpa. A única consideração que podería impedir a empreitada, seríam considerações materialistas ou ‘seculares’, i.e. quem vai pagar o funeral.

  3. Quanto ao aborto, abro mão da religião e respondo com base na ciência:

    – Está crescendo? Sim, portanto tem vida
    – É filho de pai e mãe humanos? Sim, portanto é ser humano.

    Assim, para mim, a partir da concepção, trata-se de um ser humano vivo e matá-lo equivale a assassinar o mais indefeso dos seres.

    Nossa visão materialista vai dizer que não é bem assim, afinal é só um zigotinho, mas eu adoto uma visão além do materialismo, acho que o ser humano tem espírito e alma, ainda que seu coração ou seu cérebro esteja em formação.

  4. Andre Lopes,

    sobre seu comentário acima tenho a dizer que lamento muito que nesse blog do Barros não exista a opção de postar fotos. É que tem uma foto que vez ou outra vejo no Facebook. Ela mostra uma velhinha feliz dizendo ” Eu posso ter Alzheimer mas pelo menos não tenho Alzheimer ” …

    Claro que vou te dar um desconto por ser teísta, afinal isso não é culpa sua. Além disso, não convém eu te azarar (muito) por causa dessa sua debilidade que te limita tanto. Vai que é doença… Mas enfim, vou agora te fazer umas perguntas sérias:

    -Você tem aquela carteirinha que permite pegar ônibus sem pagar ?
    -Sua aposentadoria por invalidez é total ?
    -As pessoas que cuidam de você são legais e sempre trocam sua fralda ?

  5. Fernando,

    Cara, você me derrubou, nunca me deparei com argumentos tão sólidos e uma lógica tão impecável. Eu não sei nem o que responder, ainda estou tentando identificar o seu argumento… Se um dia você quiser deixar de ser cagão cibernético e enfrentar um debate racional e franco, estou às ordens.

  6. Andre Lopes,

    me desculpe se te derrubei. Não era minha intenção e nunca imaginei que você tivesse alguma incapacidade física também.

    Não sei se você reparou mas não apresentei nenhum argumento. Noutras situações eu diria : ” Pqp ! esse cara não sabe ler e interpretar um texto pequeno … ” Mas vou ser compreensível, manter minha paciência e tentar te ajudar. Leia de novo e perceba que apenas lamentei um pouco e acabei por fazer umas perguntinhas bem simples para você responder. Assim podemos deixar claro aos leitores do blog as razões que te levam a escrever o que você postou. Já que minha filhinha não usa mais eu poderia te dar um tanto de livrinhos de colorir. Espero que não penso que estou subestimando sua intelectualidade. Só quero te ajudar.

    [ Certamente não estou pegando você como exemplo mas ] sabemos que a educação de base no país é dificitária mas em muitos casos devemos tratar é da saúde mental das pessoas.

    Estou com a leve impressão de que já te vi na internet. Você não é o vlogger ( com o pseudônimo de ) Antônio Carlos ?

  7. Fernando,

    Nem te chamando de cagão cibernético eu consegui estimular um pouco de raciocínio nessa sua cabeça oca e com complexo de Zé Graça.

    Continuo às ordens, se resolver parar de fugir da discussão.

    Já não me iludo, você não tem nada a apresentar. Tenta esconder a imbecilidade atrás das piadinhas. Seja macho rapaz (e tem muito gay macho, se é que me entende), se não tem nada a dizer, fique quieto, vai tentar aprender algo. Como eu disse, não tenho nada contra gente burra, mas tem um tipinho por aí que é tão burro, que nem se toca da própria ignorância e sai por aqui desfilando asneiras pensando que estão abafando, esse é dificil de engolir.

  8. Barros
    Voltarei aqui para dar minha opinião sobre seu tema.

    Fernando
    É por ai mesmo, eu também tenho essa impressão.
    Quase todos os sites tem certos visitantes que participam dos comentários com o objetivo de fazerem “trollagem”. Esse tipo de pessoas já são manjadas e identificadas como “Trolls”, velhos conhecidos da Internet e a melhor forma de lidar com eles sempre foi a de não “alimenta-los”, sem “alimento” eles não proliferam e acabam indo buscar atenção em outra freguesia.

    “Não alimente os trolls em inglês Don’t Feed the Troll”.

    Para melhor reconhecê-los aqui está um link.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll_%28internet%29

  9. Ana Judice,

    Conta outra… meus comentários vão direto ao ponto, é a sua patotinha que começa todo e qualquer comentário com uma ‘ofensinha’, o caso do Fernando é tipinho, veio todo Zé Irônico falando de Alzheimer, fraldas… só que depois, qdo eu respondo, vocês dois saem de Madalenas injustiçadas reclamando das tremendas injustiças que esses ‘trolls’ fazem, tadinhos! Logo você, a desbocada.

    Mas alô leitores do Barros, eu achei que ateu tinha argumento, eu vim aqui para ler e debater argumentos dos ateus, cadê vocês??? Só me respondem esses cagões e cagãs cibernéticas, que ficam só na piadinha e depois choram qdo levam uns cascudos. Já estou cansado de lidar com pessoas emocionalmente complicadas.

  10. Barros
    Vou esperar a conclusão para comentar.

    André
    Até que os padres estupradores estejam na cadeia; até que João Paulo II e Bento XVI, bem como todos os papas anteriores, bem como bispos responsáveis pelas dioceses onde os padres criminosos agiam e os cardeais que ajudaram a acobertar esses padres sejam declarados cúmplices de estupro e abuso de menores; até que todos os crentes em qualquer deus deixem de usar contraceptivos de qualquer modalidade; até que crentes de qualquer deus deixem de abortar e de realizar abortos; até que crentes de qualquer deus deixem de ser entusiásticos defensores da pena de morte; até que crentes de qualquer deus não mais cometam assassinatos, roubos, estupros e toda sorte de crimes, você não tem qualquer base para opor isso que você chama de inexistência de moral ateia a essa sua moral religiosa. É nojento ficar lendo tanta hipocrisia assim. Seus comentários vão direto ao ponto que te interessa: mentira, ataque sem fundamento e hipocrisia. A moral que rege ateus rege crentes.

  11. S.O.S:

    Eu não entendi, você está dizendo que por que padres cometeram crimes de pedofilia eu não posso mais ser contra o aborto, pois seria hipocrisia?

    Por favor seja mais clara e diga onde está a hipocrisia, a mentira e o ataque sem fundamento como mencionou acima.

  12. André

    Engraçado que eu escrevi uma lista de atos e de convicções que são praticados pela maioria (aquela composta de crentes d’algum deus), com o objetivo de deixar bem claro que essa maioria não tem nenhuma superioridade moral em relação a ateus,na verdade não tem nenhuma, dada a maior parte da lista, mas você leu só a parte dos padres?
    A hipocrisia está em fingir que a maioria dos atos criminosos, ilegais e imorais não são cometidos pela maioria, que é composta de crentes; a mentira está em dizer que a religião confere senso de moralidade a crentes, apenas por serem crentes e seguirem alguma religião e que ateus não têm esse senso por não seguirem nenhuma crença/religião. E o ataque está em sempre querer mostrar o ateu como imoral e antiético apenas por ser ateu, desconsiderando que são seres humanos como quaisquer outros. Quem você pensa que é para determinar, por exemplo, que todo ateu se preocupa com o suicídio apenas pelo tanto de dinheiro que teria de gastar para enterrar o morto?
    Ah é, lembrei, você é um ser superiormente moral porque você diz que acredita num deus.

    E sobre sua visão “científica” sobre o aborto,supondo que você tenha ou venha a ter uma filha, ou até uma esposa,caso ela seja estuprada e engravide, ou fique sob risco de morte devido a gravidez, você continue sendo coerente com sua posição: nada de aborto. Pois “zigotinhos” continuam sendo zigotinhos, com “alma”, “espírito”, mesmo se for fruto de estupro ou que venha a matar a mãe.

  13. Puta merda! Acho que vou ter que pegar alguém pela mãozinha e mostrá-lo que 1 – 1 = 0 . Espero não me arrepender …

    Pois eis que respiro fundo, conto até dez e chamo nosso amiguinho para dar prestar depoimento. A acusação que pesa sobre ele é a de tentativa de assassinato da lógica. Temos uns atenuantes, já citados, mas o agravante é que o sujeito persegue a vítima…

    Fulano te tal, é verdade que você falou isso ? :

    ” … abro mão da religião e respondo com base na ciência … ”

    e depois a atacou com isso ?

    ” … adoto uma visão além do materialismo, acho que o ser humano tem espírito e alma … ” .

    Limite-se a responder as perguntas, por favor.

  14. Fernando,

    Finalmente… enrolou enrolou, escreveu umas 80 linhas de baboseira, mas finalmente nas ultimas 3 ou 4 linhas descolou uma pergunta, a qual responderei:

    Disse que abro mão da religião para o argumento de que o feto é humano e vivo, ou seja, não aleguei que está na bíblia ou algo parecido, eu disse que: se cresce está vivo e se vem de humano, humano é, portanto é um ser humano vivo. Esse argumento não é religioso. Eu poderia ter parado aí.

    Se alguém vier dizer que o zigotinho não é humano, eu respondo com o argumento acima. Não preciso falar de espírito, alma ou nada parecido.

    A segunda parte do meu comentário (que adoto uma visão além do materialismo) foi um comentário pessoal, eu acredito em alma e espírito. Porém, você não precisa acreditar nisso para aceitar o argumento acima de que feto é ser humano vivo, como demonstrei.

    Respondido e agradeço pela pergunta. Como você vê, é mais fácil perguntar de uma vez do que ficar dando uma de Zé Graça.

  15. S.O.S.,

    Fiquei surpreso… acho que você está frequentando o mesmo centro espírita do Barros e passou a julgar as pessoas pelas suas percepções mediúnicas e não pelo que ele escreveu aqui.

    Vamos as respostas…

    A hipocrisia está em fingir que a maioria dos atos criminosos, ilegais e imorais não são cometidos pela maioria, que é composta de crentes

    Ai ai ai, essa doeu. Não sou nem hipócrita e muito menos assassinei as leis de probabilidade. Veja o seu argumento (e é só um exemplo ilustrativo): numa sala com 100 pessoas, 90 são crentes e 10 ateus. Dos 90 crentes, 10 são pedófilos. Dos 10 ateus, 5 são pedófilos. Conclusão da S.O.S: crentes tem uma tendência maior a ser pedófilos, afinal, ‘a maioria dos pedófilos são crentes’. S-O-S, socorro!

    a mentira está em dizer que a religião confere senso de moralidade a crentes, apenas por serem crentes e seguirem alguma religião e que ateus não têm esse senso por não seguirem nenhuma crença/religião

    Eu não falei isso. Falei sim que o suicídio, para o ateu, é uma decisão pessoal, faz quem quer, ou não é assim???

    E o ataque está em sempre querer mostrar o ateu como imoral e antiético apenas por ser ateu, desconsiderando que são seres humanos como quaisquer outros. Quem você pensa que é para determinar, por exemplo, que todo ateu se preocupa com o suicídio apenas pelo tanto de dinheiro que teria de gastar para enterrar o morto?

    Fique a vontade para me explicar em que bases o ateu se preocupa com o suicído de alguém. Você pode se preocupar por ser amigo da pessoa ou algo assim, mas o suicídio é perfeitamente compatível com o ateísmo. Se estou errado, me mostre.

    E sobre sua visão “científica” sobre o aborto,supondo que você tenha ou venha a ter uma filha, ou até uma esposa,caso ela seja estuprada e engravide, ou fique sob risco de morte devido a gravidez, você continue sendo coerente com sua posição: nada de aborto. Pois “zigotinhos” continuam sendo zigotinhos, com “alma”, “espírito”, mesmo se for fruto de estupro ou que venha a matar a mãe.

    O estupro é um crime bárbaro e rezo para que ninguém tenha que passar por isso. Porém, você acha que a criança tem culpa pelo estupro? Você acha que ela deva pagar com a sua própria vida pelo ato de seu pai? Se fosse minha filha, eu iria sofrer muito muito, pelo ato, mas eu teria o neto (a).

    Quanto aos casos de perigo de vida da mãe, a questão deve ser discutida caso a caso, temos que fazer de tudo para preservar as duas vidas. Se houver um caso, que é raro, que o nascimento da criança é morte na certa da mãe, neste caso se justifica, pois não há solução melhor, é impossível preservar a vida dos dois. Moralmente está justificado.

  16. André Lopes,
    O senhor deféca pela boca.

  17. se cresce está vivo e se vem de humano, humano é, portanto é um ser humano vivo

    Ante ontem cometi uma chacina (cortei as unhas) e hoje vou cometer genocídio (cortar o cabelo).

  18. Paulo (não o louco, o asno)

    Mais um cagão cibernético. Se a sua cabeça oca tiver algum argumento a propor, estou às ordens.

  19. Marcos,

    Ante ontem cometi uma chacina (cortei as unhas) e hoje vou cometer genocídio (cortar o cabelo).

    Errado. Sua analogia não procede. Se você deixar de viver, sua unha e seu cabelo param de crescer, ou seja, eles são estruturas celulares dependentes do próprio corpo vivo. Uma unha ou um cabelo não vão dar origem a um ser.

    Veja só o que os abortistas não fazem… comparam um embrião, uma estrutura celular que vai dar origem a todo um corpo a um fio de cabelo ou unha…

  20. Há trolls de inúmeros tipos, e a única motivação de vida deles é o prazer de criar um tumulto. Eles aparecem bastante em sites ateus para trollar, a maioria escondidos pelo anonimato porque é óbvio: são covardes. Existem diversos fatores que motivam uma pessoa a agir dessa forma. Pode ser por ideologia, fanatismo, autoafirmação, falta do que fazer ou por pura sacanagem. A maioria dessas pessoas possui algum distúrbio psicológico que pode ter sido causado por um trauma, fracasso ou impotência.

    Portanto, tome cuidado, eles podem se tornar bastante agressivos. Uma orientação importante caso ainda se sinta tentado a responder: lembre-se que nunca se deve discutir com um idiota – afinal, ele te rebaixa ao nível dele, e ganha de você por experiência.

    E esse Troll encontrou aqui uma boa razão de se divertir, se sentir mais forte e feliz. Mas, que vida pobre ele deve ter.

    http://www.bulevoador.com.br/2009/09/nao-alimente-os-trolls/

  21. Lopes,

    Se você deixar de viver, sua unha e seu cabelo param de crescer, ou seja, eles são estruturas celulares dependentes do próprio corpo vivo.

    O que será que acontece se retirarmos uma mórula? Ela é uma estrutura celular independente? Permanece crescendo?

    Uma unha ou um cabelo não vão dar origem a um ser.

    Uma mórula também não.

    Veja só o que os abortistas não fazem… comparam um embrião, uma estrutura celular que vai dar origem a todo um corpo a um fio de cabelo ou unha…

    Você não se propôs a defender sua posição unicamente pela ciência?
    Cientificamente, unhas e cabelos não originam um corpo completo simplesmente porque não é essa sua função no organismo.
    Cada tipo de célula cumpre sua função.

    Algumas dúvidas:
    – Para você, o que vem a ser um “abortista”? Porque este termo me é estranho.

    – Você é contra a prática de interrupção da gravidez sob toda e qualquer hipótese?

  22. Marcos,

    O que será que acontece se retirarmos uma mórula? Ela é uma estrutura celular independente? Permanece crescendo?

    Ela vai morrer assim como um feto de 6 meses de gestação vai morrer. É obvio que precisa da mãe para sobreviver. Mas se você acha que a mãe não tem obrigação de dar alimento, também não deve ter a mesma obrigação para bebês recém nascidos, neste caso, deixar bebê morrer de fome não é mais crime.

    Você não se propôs a defender sua posição unicamente pela ciência?

    Sim, me propus. Sobre o meu argumento que se cresce está vivo e se é fruto da reprodução de um home e uma mulher é humano, há algo de religioso nesse argumento?

    Cientificamente, unhas e cabelos não originam um corpo completo simplesmente porque não é essa sua função no organismo.

    Essa doeu. Tem uma lógica muito torta. Se eu te digo que um camelo e um cavalo são diferentes. O sr. me responde, ‘não é que sejam diferentes, é que cada animal tem a sua própria forma’.

    Para mim um abortista é alguém que aprova o aborto. Mas se o termo lhe é estranho, não te preocupes, é uma questão semântica, podemos usar outro termo.

    Você é contra a prática de interrupção da gravidez sob toda e qualquer hipótese?

    Não. Há casos moralmente justificáveis, quando é impossível salvar as vidas da mãe e do feto, é moralmente justificável salvar um deles. Ex. se a gestante necessita de uma cirurgia sob risco de morte e a cirurgia pode causar o aborto do bebê, nesse caso o risco é moralmente justificável.

  23. Ana Judice:

    lembre-se que nunca se deve discutir com um idiota – afinal, ele te rebaixa ao nível dele, e ganha de você por experiência.

    Puxa, depois que li essa me toquei que não deveria ter respondido as suas agressões.

  24. Lopes,

    Mas se você acha que a mãe não tem obrigação de dar alimento, também não deve ter a mesma obrigação para bebês recém nascidos

    A diferença é que uma mórula não é um bebê, não é um filho, não é uma criança, não tem mente, não tem personalidade nem identidade.

    Para mim um abortista é alguém que aprova o aborto

    Então, em termos absolutos, não sou um abortista.

    Há casos moralmente justificáveis, quando é impossível salvar as vidas da mãe e do feto, é moralmente justificável salvar um deles.

    Então você é abortista em determinadas circunstâncias.

  25. Marcos:

    Então você é abortista em determinadas circunstâncias.

    Sim. É como se você me perguntar, você mataria alguém? Eu respondo, detestaria fazer isso, mas se minha vida ou de um familiar estiver em risco, eu mataria. Aí você me diz “então você é um assassino em determinadas circumstâncias”. Sim.

    A diferença é que uma mórula não é um bebê, não é um filho, não é uma criança, não tem mente, não tem personalidade nem identidade.

    Esse é o grande debate. A partir de que momento somos seres humanos vivos. O problema é que muitos a favor da legalização do aborto, querem legalizar passados dos 3 meses, qdo o feto já te coração batendo, etc. Se as pessoas assistissem a um aborto de um feto nessa idade, iriam entender.

  26. S.O.S.,

    essa coluna da Veja fala sobre pedofilia….1% dos padres. Qual seria o percentual na sociedade como um todo…

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/celibato-na-igreja-catolica-tem-se-mostrado-um-desastre-chegou-a-hora-de-reve-lo/

  27. Andre Lopes,

    é uma pena que [ só ] você não seja capaz de perceber sua contradição na postagem em questão. O que insisto em mencionar é somente isso e por isso citei a falta de lógica. Se num primeiro momento você cita a ciência justamente para abrir mão da religião, presume-se que a partir daí, enquanto você estiver tratando do assunto aborto, [ o uso de ] preposições religiosas como a alma e espírito vão automaticamente no mímino destoar com a citação inicial.

    Você como teísta, provavelmente não vê tanta discrepância entre ciência e religião, o que comprovaria a tese de que precisa de um esforço intelectual muito grande que tende a desonestidade.

  28. Fernando,

    Então vou supor que você não é desonesto e não está querendo desviar da discussão objetiva para a “pegação de pé”. Eu nunca neguei que sou teísta, que acredito que somos mais do que o nosso corpo físico.

    Deixando de lado minhas opiniões pessoais sobre o tema, apresento-lhe o argumento objetivo e não religioso abaixo e peço-lhe que finalmente use da argumentação para refutá-lo:

    “Se está crescendo, está vivo. Se tem pais humanos, é humano.”

  29. André Lopes,
    O senhor continua defecando pela boca.

  30. Paulo (não o louco, o asno):

    Continuo às ordens, se resolver sair de tras da moita para um debate objetivo e racional.

  31. Andre Lopes,

    você acha que sou desonesto por insistir em demonstrar que sua afirmação inicial é contraditória e padece de lógica ? Certamente não tenho a ilusão de que você confirme isso ainda mais por notar que você propõe “novas discussões” .

    De qualquer maneira acredito que nossas opiniões podem e devem mesmo ser expostas, por mais adversas que possam ser (… ) .Eventualmente arca-se com as consequências boas e ruins dessa liberdade de expressão. Idéias e consequentemente pessoas são constantemente consideradas ridículas por fazerem por onde e assim merecerem tal fama.

    O “julgamento” do que é ou não ridículo é feito por todos que queiram opinar sobre o assunto em questão. Muitos jogam no meio do discurso termos como ” a ciência mostra que… ” e ” filosoficamente falando… ” para que se ganhe ares de intelectualidade, ou pior, de credibilidade. Pois bem,
    a liberdade insiste em nos mostrar que podemos falar qualquer coisa mas para não passarmos por ridículos devemos saber e conhecer o que estamos falando, no caso vida. Te apresento um biólogo.

  32. André

    Uau, ainda bem que sua especialidade não é a matemática. Como também não é sua especialidade a honestidade.
    Vejamos: de cem pessoas, 90 são crentes e 10 são ateias. Das 90 crentes, 10 são pedófilas, isto é, 11%. Das 10 ateias, 5 são pedófilas, perfazendo 50%.
    Em que planeta 11% faz maioria sobre 50%, André?
    E eu fico cismando se a sua escolha da quantidade de crentes pedófilos e de ateus pedófilos é um ato deliberado ou um ato falho. A tendência é de ter sido ato deliberado, assim você poderia embasar um velho e sacana argumento recorrente dos crentes, o qual diz que quem vai contra as doutrinas da fé não é crente de verdade, daí a minoria de crentes pedófilos na sua conta pilantra e burra.
    Mas veja o problema que você arrumou. Meu argumento é que não existe uma moral exclusivamente de origem religiosa, que tanto ateus quanto crentes seguem a moral secular.
    O seu é que para um ateu, entre beber um copo de água e estuprar uma criança não há diferença nenhuma, já que o ateu, por obviamente não seguir nenhuma religião, por não ter fé num ser superior, também não tem qualquer código moral.
    De modos que, numa população hipotética de 10 ateus, cinco seguiram sua natureza, muito bem. Mas você pode explicar os outros 5?

    Eu disse isso:

    a mentira está em dizer que a religião confere senso de moralidade a crentes, apenas por serem crentes e seguirem alguma religião e que ateus não têm esse senso por não seguirem nenhuma crença/religião

    E você respondeu isso:

    Eu não falei isso. Falei sim que o suicídio, para o ateu, é uma decisão pessoal, faz quem quer, ou não é assim???

    Mentira sua. Você, desde que apareceu aqui está sempre dizendo que ateus não têm códigos morais e não têm por não acreditarem no tal ser superior, que é a fonte de tais códigos, segundo você. E não tente negar, eu sou capaz de fuçar esse blog todo até achar as coisas que você escreveu, mentirosinho

    Por esta sua afirmação:

    Fique a vontade para me explicar em que bases o ateu se preocupa com o suicído de alguém. Você pode se preocupar por ser amigo da pessoa ou algo assim, mas o suicídio é perfeitamente compatível com o ateísmo. Se estou errado, me mostre.

    Fica evidente que você não considera que ateu é igual qualquer outro ser humano. Uma sobrinha do meu marido se suicidou aos 17 anos. Na sua mente deturpada, você imagina que dei de ombros e pensei: menos um? Se pensa, você é realmente um imbecil. Esses seus pruridos morais com suicídio são baseados no lero-lero da bíblia, do tal ser superior, o Deus, que ora você defende ora rejeita, de acordo com seus momentos de vergonha alheia com os absurdos dele. Mas se houvesse alguém totalmente sem moral para condenar suicídio seria esse Deus. Afinal, reza a lenda que ele veio à terra, em forma humana, para justamente acabar cometendo suicídio.
    Te dou um minutinho para espernear e choramingar agora reclamando de ad hominem e ad isso e aquilo………………….

    Pronto, limpa o ranho que tem mais coisas.
    Olha só que beleza: se sua filha fosse estuprada, você sofreria, mas teria o neto? O que sua filha tivesse a dizer sobre o assunto importaria menos que nada, para você, pelo visto. O sofrimento e o trauma psicológico dela significariam menos que nada para você. Afinal e apesar de tudo, algum crédito deve ser dado às feministas. Não fossem elas, os homens ainda estariam decidindo que mulheres estupradas estavam obrigadas a seguir adiante com a gravidez.
    A criança gerada, evidentemente que não teria culpa, mas só seria uma criança se a gestação fosse adiante. Que você coloque como equivalentes um aglomerado de células, um potencial de vida, e uma vida já existente, diz bem sobre o valor que vocês crentes dão ao ser humano.
    Eu mencionei também uma hipotética esposa e noto que você passou batido por isso. Se fosse sua esposa, você a obrigaria a completar a gravidez e ter a criança, certo? E depois? Criaria o filho do estuprador numa boa, correto?
    Até imagino sua resposta: você faria esse sacrifício sim, claro. O que a hipotética esposa pensasse ou sentisse não teria a menor importância. É tão…cristão isso.

  33. Fernando,

    Eu desisto, conclui que você é incapaz de formular um argumento. Mais uma vez você veio com um monte de encheção de linguiça, lição de moral e absolutamente nenhuma palavra sobre o meu argumento. O seu grande objetivo não é realmente debater sobre o aborto, mas sim tentar (sem sucesso) provar que eu fui contraditório. Isso sim é o que eu chamo de desonestidade intelectual.

    No final, qdo você tinha que apresentar algo para não ficar muito feio, você descolou um video do patropi no Youtube e o cara, veja só, começa o video dizendo “ESSE VIDEO NAO É SOBRE o ABORTO”, ainda por cima escolhe o video errado.

    A propósito, o patropi não está com nada. Como eu disse, ser burro é aceitável, mas ser burro e se achar o tal, é dose. O patropi não sabe bulhufas de filosofia ou teologia, mas sai por aí falando como se soubesse o que está falando.

  34. S.O.S:

    Vejamos: de cem pessoas, 90 são crentes e 10 são ateias. Das 90 crentes, 10 são pedófilas, isto é, 11%. Das 10 ateias, 5 são pedófilas, perfazendo 50%.
    Em que planeta 11% faz maioria sobre 50%, André?

    Claro que não, esse era exatamente o seu argumento, que pedófilos e tais são na maioria crentes. Só pude concluir que era esse o seu calculo, a não ser que você tenha alguma pesquisa secreta que sirva de embasamento ao que disse. Você tem que revelar a sua fonte, não venha me dizer que foi baseado na sua habilidade mediúnica.

    O seu é que para um ateu, entre beber um copo de água e estuprar uma criança não há diferença nenhuma, já que o ateu, por obviamente não seguir nenhuma religião, por não ter fé num ser superior, também não tem qualquer código moral.

    Não é isso, vou repetir o que já disse antes: o que digo é que não há um limite para a moral atéia, ela aceita tudo que a maioria aceitar. E vocês ateus ficam ofendidos, sobem pelas paredes, querem me apedrejar, porém, até agora não me mostraram onde está o limite. E você, mais uma vez, até me mandou limpar o ranho, mas não disse qual o limite. Ou seja, não sabem, fogem da questão, amarelam, engolem o próprio ranho.

    O que você não entende, é que uma coisa é ‘a moral atéia’, outra coisa é ‘a moral da atéia S.O.S Rodrigues’. A S.O.S. tem seus valores morais, mas eu não estou falando da moral de uma pessoa específica, falo de um sistema de valores, e o ateísmo, repito, é um pastel de vento que aceita tudo. Se um dia for moda arrancar o filho dos pais para educar segundo um Estado totalitário, o ateísmo nada poderá dizer.

    O sofrimento e o trauma psicológico dela significariam menos que nada para você.

    Mais uma vez a sua mediunidade… eu não falei isso e você plantou na minha boca.

    Se fosse sua esposa, você a obrigaria a completar a gravidez e ter a criança, certo? E depois? Criaria o filho do estuprador numa boa, correto?

    Certo. Sim, criaria. NãO digo numa boa, pois essa decisão de seguir e criar essa criança, é algo divino, o meu instinto carnal é de abortar e matar o estuprador.

    O que a hipotética esposa pensasse ou sentisse não teria a menor importância.

    Lá vem a mãe de santo de novo com suas previsões… A mãe Dinah morreu, acho que você quer pegar o lugar dela.

  35. Andre Lopes,

    o Patropi é biólogo e tem credenciais para falar inclusive de um caso de anencefalia de um indivíduo que aparentemente chegou a fase adulta… Pensando melhor, melhor deixar esse caso para ser “tratado” pela teologia.

  36. Fernando:

    A teologia é para quem é teísta, é questão de fé, portanto entendo que você não queira dar credibilidade. Porém, a filosofia não deve ser esquecida. Nesses dias de materialismo exarcebado, as pessoas se esqueceram da filosofia. Acham que a ciência acabou com o filosofia, ledo grande engano. A ciência só trata do que está dentro do alcance de nossos sentidos ou da matéria vista por algum instrumento inventado pelo homem. Sabemos que a realidade vai além do que nossos sentidos podem perceber. A filosofia completa o conhecimento, ainda que não medível e reproduzível cientificamente, produz conhecimento e princípios irrefutáveis. Uma pessoa inteligente, saberia que o conhecimento é composto de filosofia + ciência.

  37. André

    Seu cinismo é realmente uma coisa e tanto. Só se iguala à sua burrice. Uma das frases mais famosas de Lênin é:

    Acuse-os de fazer o que você faz, xingue-os do que você é

    Você é um tipo que segue essa máxima, sendo crente. Moral elástica é a da igreja que você defende com unhas e dentes. Pastel de vento é a fé que você segue, você e todos os crentes. Cabe todo tipo de torpeza na sua religião. Depois, quando são pegos no pulo, basta arrumar umas desculpas, falar de contexto histórico, falar em exceção…
    A igreja promoveu guerras, papas cometeram crimes, mas tem que ver o momento histórico, tem que ver que essas papas não eram “verdadeiros cristãos”.
    Pessoas foram queimadas nas santas fogueiras da Inquisição, mas nem foram tantas assim e depois, tem que ver o momento histórico.
    Todos os católicos que podiam ter escravos, tiveram, mas tem que considerar o momento histórico e depois, o papa era contra, os crentes é quem desobedeciam. Claro que os papas nunca excomungaram grandes proprietários de escravos, nem tomaram nenhuma medida contra eles, mas condenavam.
    Padres abusaram e abusam de crianças, mas tem que pensar que são uma minoria, 1% dos padres ordenados, como se o crime e a covardia fossem menos graves devido ao número de criminosos. E os papas condenam também, mas só começaram a expulsar padres depois que a coisa se tornou escandalosa, enquanto puderam, acobertaram. A igreja diz que matar é errado, mas o que não falta é crente defendendo a pena de morte, mas sabe como é, esses crentes, montes deles, estão desobedecendo a igreja, fazer o quê, né? A igreja condena o aborto, mas o que não falta é crente fazendo aborto, mas novamente…
    A igreja faz campanha aberta e declarada contra o uso de preservativo em países onde a Aids é endêmica e não se responsabiliza pelos resultados, mas, oras, a igreja está seguindo a lei de Deus, as pessoas é que são promíscuas. A igreja condena o uso de contraceptivos, mas quando uma mulher morre na sexta gravidez devido a uma ruptura de útero causada por cinco cesarianas em oito anos, o padre “lamenta”, diz que foi a vontade de Deus mas nem ele e nem a igreja vão substituir a mãe das cinco crianças pequenas.

    Ateus acabam sendo superiormente morais a esse pastel de vento de moral elástica que é a religião. O que nós somos e fazemos não fica escondido atrás das vontades de deus nenhum.

  38. André Lopes,

    você disse :

    ” Uma pessoa inteligente, saberia que o conhecimento é composto de filosofia + ciência.”

    Para confirmar que não estou pegando no seu pé e para fechar com chave de ouro seu raciocínio eu completo :

    ” Uma pessoa inteligente saberia que teologia não é nem traz
    conhecimento . “

  39. S.O.S:

    Seu cinismo é realmente uma coisa e tanto. Só se iguala à sua burrice. Uma das frases mais famosas de Lênin é:
    Acuse-os de fazer o que você faz, xingue-os do que você é

    Querida, você não deu um tiro no pé com essa frase? É por isso que eu gosto de você.

    A igreja promoveu guerras, papas cometeram crimes

    Nem comece porque eu só jogo na discussão os ateus Stalin e Mao e o jogo vira, milhares vs. milhões de mortos.

    Padres abusaram e abusam de crianças, mas tem que pensar que são uma minoria, 1% dos padres ordenados

    Exato, não é que “tem que pensar”, é um fato, a minoria abusou, portanto, é errado ver os outros 99% como pedófilos.

    A igreja diz que matar é errado, mas o que não falta é crente defendendo a pena de morte

    A igreja Católica é contra, mas não posso responder por todas as denominações evangélicas. Mas a outra contradição é ver pessoas militando contra a pena de morte para pessoas que mataram comprovadamente, mas ao mesmo tempo dão as costas para os mihoes de bebes mortos anualmente, OU seja, defende criminoso e mata bebes.

    A igreja condena o aborto, mas o que não falta é crente fazendo aborto

    Aqui você simplesmente critica o crente, a pessoa, não a igreja, que não poded ser culpada pela conduta pessoal de cada um.

    Ateus acabam sendo superiormente morais a esse pastel de vento de moral elástica que é a religião. O que nós somos e fazemos não fica escondido atrás das vontades de deus nenhum.

    Beleza, mas se um dia vocês ouvirem os meus apelos para que me mostrem onde estão os limites da moral atéia, me avise, estou muito interessado em ouvir.

  40. André Lopes.
    Bom dia, não tenho nada a debater com o senhor pois não há argumento que possa abalar sua fé,suas idéias são circulares hipócritas e regadas com uma boa dose de preconceito e ignorância ou seja igual a toda idéia teísta proselitista que já passou por aqui ,infelizmente sua idéias senhor, não agregam em nada.
    Siga sua vida soldadinho de deus e seja feliz.

  41. Paulo (não o louco):

    Se você não quiser debater comigo, tudo bem. Mas tenha a mesma honestidade que você exigiu de mim. Você não quer debater por que não tem argumentos a apresentar ou não sabe apresentar, não é por que nada fará abalar a minha fé. Se eu estou aqui, nesse antro de ateus, é por que eu quero saber o que vocês pensam. O problema é que a falta de respostas só me faz ficar mais convicto da minha religião.

  42. André

    Nunca consigo decidir se a sua burrice é maior que seu cinismo ou se seu cinismo é maior que sua burrice. O que sei é que sempre conto com essas suas “capacidades”. Isso que você chamou de “tiro no pé” e todo o resto do comentário as tinha como alvo.
    Enquanto você fica aí todo ocupado querendo “ganhar o argumento”, eu me ocupo em deixar você mostrar na prática o que é um crente.
    Veja, a questão não é o limite do ateu. Vocês crentes já decidiram que não há limites. Não há absolutamente nada que um ateu possa argumentar contra, vocês não vão ouvir porque não querem ouvir. Vocês precisam caracterizar o ateu dessa forma, é a única coisa que lhes restou, fazer de conta que são superiores, melhores, o que seja. Mas vejamos o quanto vocês são “melhores”:

    Só um crente para achar cabível fazer disputa de mortos, milhares contra milhões. Ou defender acobertadores de pedófilos. Em nenhum momento você diz uma vírgula de condenação aos papas, bispos e cardeais que na prática foram cúmplices dos criminosos, dando pasto novo para eles, quando os transferiam. Só um crente para defender a covardia de homens que se aproveitaram da confiança, da fé e da fragilidade de crianças.
    Só um crente para achar natural submeter uma mulher a uma gestação causada por um estupro, só um crente para achar natural que uma mulher deva correr risco de morte em nome de um aglomerado de células.

    Como ateia, eu posso ter a opinião que eu quiser sobre aborto, pena de morte e o escambau. Eu não tenho limites, certo? Mas você não pode defender pedófilo, falando que foram “só um por cento”, nem pode defender as matanças da igreja católica, contrapondo milhares a milhões.
    Eu não defendo uma única morte causada pelos comunistas, mas você defende os milhares da igreja católica. Eu não defendo, e nem poderia, a escravidão que foi praticada pelos antepassados da família do meu pai contra os negros dos quais também sou descendente. Você defende a prática da escravidão por crentes, dizendo que as circunstâncias históricas eram outras e todo mundo fazia.
    Você e quaisquer crentes não podem ser favoráveis a pena de morte, não podem roubar, matar, estuprar, abortar. São vocês que têm limites impostos pelo ser superior, certo?

    Volta e meia aparece um crente choramingando sobre os “neoateus” que se dedicam a perseguir os pobrezinhos dos crentes, a desrespeitar a fé do crentes e por aí. Como você mesmo, aliás, já choramingou aqui. Mas não é por aí não. Um espaço como este blog, por exemplo, serve para deixar tipos como você demonstrar a natureza do crente e da religião. Como eu já disse aqui muitas vezes, você e os tipos como você não estão preocupados em defender o objeto da fé de vocês,até porque vocês não dão a mínima para isso, vocês estão preocupados é com defender a crença de ocasião de vocês. Há uma distinção entre o objeto da fé e essa crença oportunista, mas duvido que você seja capaz de perceber.

  43. André

    O problema é que a falta de respostas só me faz ficar mais convicto da minha religião.

    Problema? Problema por quê? Problema para quem?
    E antes disso, da sua entrada nesse antro de ateus, você tinha menos convicção?
    Como diria o Criaturo:
    he he he he…

  44. S.O.S:

    E antes disso, da sua entrada nesse antro de ateus, você tinha menos convicção?

    Sim, querida, eu sou um ser racional, minha convicção aumenta sobre Deus e cristianismo quanto mais aprendo sobre vocês, ateus.

    Por que você estranhou, você só tem certezas sobre o seu ateísmo? Olhe-se no espelho para responder essa.

    Nunca consigo decidir se a sua burrice é maior que seu cinismo ou se seu cinismo é maior que sua burrice.

    Tinha um ateu muito famoso, como era o nome dele… Lenin, ele disse “Acuse-os de fazer o que você faz, xingue-os do que você é”

    Mais um vez um monte de blá blá, e NENHUMA palavra sobre os limites da moral atéia, por que será que não querem me contar esse segredo???

    A propósito, suponho que ateus não surgiram na face da terra somente após a aboliçã da escrevatura, portanto ONDE ESTAVAM durante a escravidão??? Calaram-se? Foram cúmplices? Apoiaram?

  45. Olha q video legal q achei, ele fala por si só!! ::::::

    nao resisti e tive q compartilhar

  46. Greg,

    Realmente, o Malafia se corrompeu…. é a ganancia, ficava vendo o Edir Macedo enriquecento como louco e ele ficando para trás, não resistiu…

    Eu acho que se alguém frequenta um clube, uma igreja, ou o que for, tem co-responsabilidade de manter a mesma, portanto, um dizimo é devido. Mas o que esses pastores da Teologia da Prosperidade fazem é palhaçada. O caso da Universal é caso de polícia.

  47. Greg, muito legal esse vídeo! Eu ri demais com a “Guiné Abissal”.

  48. Nunca consigo decidir se a sua burrice é maior que seu cinismo ou se seu cinismo é maior que sua burrice.

    Burrice é passar a maior parte do tempo de sua vida sem sentido militando contra o que não acredita.Parabéns ateus, vocês são verdadeiros filósofos…Lógica ateísta: Deus não existe, mas Ele é culpado por todo o mal que ocorre no mundo!È apenas um amigo “imaginário” dos religiosos,o engraçado que Deus é o inimigo “imaginário” de voçês.

    O neo-ateísmo é uma irreligiosidade burra, sem conteúdo, sem abertura ao diálogo, presa a interpretações equivocadas e superadas da história das religiões. Os neo-ateus da internet fazem uma militância ineficaz e sem razão de ser. Falta-lhes leituras, seriedade, consistência histórica, filosófica, científica, enfim, falta-lhes muito para deixarem de ser apenas bobos.

  49. Lógica ateísta: Deus não existe, mas Ele é culpado por todo o mal que ocorre no mundo!

    Lindo.

  50. ชากา,

    voÇê çe esqueceu de citar a coisa mais importante. Zueira. Sim, pois não nos faltam razões para debochar e azarar o seu deus todo poderoso, seu ‘fabuloso’ livro mitológico, seus operadores da fé e as ovelhas adestradas. Tudo isso num circo de horrores onde frequentemente vemos as maiores bizarrices, malabarismos ( intelectuais ) e cinismo. As situações cômicas que vocês promovem nesse show são tantas que fica difícil não achar graça. E o pior é que vocês querem que a gente não ria, pois é coisa séria… Lembra quando éramos crianças ou mesmo agora adultos, em momentos realmente sérios e a gente simplesmente não consegue segurar o riso ? Eu meto as mãos na boca mas no fim a gargalhada sempre escapa …

    Confesse que você também morreu de rir disso :

  51. André

    Criatura burra, não estranhei, achei engraçado, porque você me fez lembrar o José Dirceu dizendo que estava cada dia mais convencido da própria inocência…
    Só tenho certeza, sim, sobre meu ateísmo. Houve um tempo em que cheguei a pensar que não era possível estarem todos certos e eu errada, vai que tivesse existido algo como um criador de alguma espécie, cuja existência tivesse sido deturpada e substituída pela figura do deus abraamico. Acabei concluindo que o que se vê é o que se tem. Uma religião, representação das relações de poder de um bando nômade semibárbaro, dando origem a uma dissidência que só não se tornou tão irrelevante quanto as outras dissidências por que foi rápida em achar um atalho para o poder. Daí a manipular as pessoas contando com a ignorância e cumplicidade das próprias (e esse vídeo que o Greg postou mostra bem isso) foi questão de verbo.
    Como não é possível afirmar com 100% de certeza que não há/houve algum tipo de criador, pois não há conhecimento suficiente para tanto, não afirmo.
    Mas esse Deus e o derivado dele, Jesus, não passam de ficção. Péssima ficção, por sinal.
    Já foi escrito aqui n vezes sobre isso de moral ateia; que você continue perguntando é a melhor demonstração do que eu escrevi acima: é inútil responder, vocês crentes não querem ouvir. Mas por falar em espelho.
    Não duvido nem por um segundo que sua convicção sobre Deus e cristianismo só aumenta quanto mais você aprende sobre nós, ateus.
    Você diz que passou a frequentar esse antro de ateus para conhecer os tais limites da moral ateia, só que não. Você estava caçando unicórnio, procurando um “manual de instruções” ateu.
    E não encontrou claro, pois não isso não existe. O que você encontrou é o fato de que ateus têm que ser responsáveis por si mesmos, têm que definir as regras de comportamento baseados nas regras que vigem sobre o resto da sociedade e sem se esconder atrás da batina do padre, por assim dizer.
    Por exemplo, a questão dos direitos dos homossexuais. Eu chamo de mentiroso na cara qualquer ateu heterossexual que disser que não sente pelo menos um mínimo desconforto ao ver dois homens se beijando. Mas entre o conforto e a polêmica os ateus costumam escolher a segunda; é muito fácil ser favorável às coisas que não nos incomodam, difícil é tentar aceitar o contrário. Os crentes como você têm nessa questão uma oportunidade de ouro para exercer a hipocrisia e o preconceito sem medo de ser feliz, né? É só se esconder entre as páginas da bíblia e ficar de lá vociferando sobre “as vontades do senhor”.
    É por coisas assim que não duvido sobre sua convicção a respeito de Deus e cristianismo. O ateísmo não te dá um manual de instruções, não tem ninguém te segurando pela mão, dizendo onde você pode ir e o que você pode fazer e onde não pode ir e o que não pode fazer.
    Acho que sua ladainha sobre o que você chama de falta de limites da moral ateia revela mais do que você gostaria sobre si mesmo. Não só você, mas todo crente que repete isso o tempo todo. No fundo, o que vocês têm é medo do que são capazes de fazer se não estiverem presos na coleira de Deus. É a isso que me refiro quando digo que você, sendo crente, segue a máxima de Lênin.
    Sobre ateus na época da escravidão: a questão, aqui nessa nossa discussão, não é o que ateus fizeram ou deixaram de fazer. É sua posição, como crente, e a minha, como ateia, a respeito. Você defende os crentes escravistas com o argumento de que todo mundo fazia isso, assim provando o meu ponto: crentes não dão a mínima para o que diz a religião quando isso vai contra seus interesses.
    Eu digo que se houveram ateus escravagistas, não há o que possa desculpá-los.

  52. S.O.S Burrildes:

    O ateísmo não te dá um manual de instruções, não tem ninguém te segurando pela mão, dizendo onde você pode ir e o que você pode fazer e onde não pode ir e o que não pode fazer.

    Não tenho mais perguntas, já me esclareceu: o ateismo é o que você quiser que seja, aceita tudo desde que a maioria aceite.

    crentes não dão a mínima para o que diz a religião quando isso vai contra seus interesses

    E ateus então… com a vantagem que para o ateu nem se aplica essa de ‘ir contra seus interesses’, os interesses do ateu é a unica coisa que importa.

    Eu digo que se houveram ateus escravagistas, não há o que possa desculpá-los.

    Oh oh, essa justificativa só ateu pode usar, né? Se eu digo isso do clero da época vocês caem de pau, não é? Posso usar a mesma justificativa para os pedófilos?

  53. André

    ………………………………………………………………………………………..?

  54. Shirley

    Já desisti de discutir com certas pessoas que teimam com seus argumentos apenas pelo fato de estarem indo contra ou para fazerem valer sua palavra nem que seja pela desonestidade, usando de baixarias mostrando seu nível, colocando apelido nas pessoas, escrevendo palavras de baixo calão como se tivessem liberdade para se dirigir com seus debatedores dessa forma. O que eu vejo na maioria dos crentes é esse comportamento.
    Me dá canseira e sinto que estou jogando palavras fora, desperdiçando meus contextos com pessoas que não estão a altura de alcançar o verdadeiro sentido do que estou falando.
    Eu já falei dos trols e continuo com minha opinião.

    Um abraço, bom final de semana.
    [Deixei este mesmo comentário no seu blog, certo?]

  55. Oi Ana

    Eu entendo seu ponto de vista, claro. Essa gente é no mínimo cansativa, com sua hipocrisia desonesta.
    Nunca tive a pretensão de combater religiões ou acabar com elas. E costumo respeitar o que chamo de crente arroz com feijão, aquela pessoa que vive sua vida como todo mundo, para quem a religião funciona como um placebo mental. Mas esse tipo de crente militante, que vive de mentiras, que sempre encontra justificativas para tudo quanto é tipo de coisa errada e ainda quer posar de guardião da moral, para esse é até bom dar corda, fazer com que ele mesmo mostre o que é. Num fórum de debates em que costumo participar topei com uns desses. Não são como a criatura burra daqui, muito mais articulados e inteligentes, mas a desonestidade e hipocrisia é a mesma. Um deles foi banido por desobedecer ás regras, fazendo um ataque pessoal a mim, depois que não encontrou mais contra-argumentos e usou o Hangout para soltar o verbo, só não me xingou mais por falta de palavrão. Fora os sinceros desejos sobre todos os tipos de sofrimento que, ele me garantiu, me aguardam no inferno.
    No fim de contas acaba sendo divertido.

  56. Shirley

    O crente arroz com feijão é o crente ideal, vive sua vida numa boa e pelo menos parece ser feliz. O pior crente para mim é aquele “evangelizador”.
    Realmente são personagens divertidas apesar das mesmices de manadas, mas, a gente dá um desconto, coitados.

  57. Fernando

    Eu meto as mãos na boca mas no fim a gargalhada sempre escapa

    pois e´ Fernando, voce se diverte pois acredita que jesus é um mito mas, se não for não é bom dar risadas das dores alheias para que um dia elas não se tornem suas.

  58. Eu concordo em parte com a Ana Júdice e a Shirley.

    Para mim, ateu bom é o antigo, aquele que simplesmente tinha a sua opinião mas respeitava a do outro. Mas agora surgiu o “ateu pentecostal”, esse é o equivalente ateu dos crentes evangélicos fanáticos.

    Tem a sua formação teórica em blogs da internet, nunca compraram um livro na vida. Não sabem a diferença entre um argumento e uma afirmação. Não sabem responder as mais básicas perguntas sobre a sua ‘falta’ de crença. Estão mais preocupados em destruir o cristianismo do que em divulgar o seu modo de pensar.

  59. Barros, é bom saber que você, mesmo sendo ateu, também é contra o aborto; já que, pelo que já li por aí, parece que a maioria dos ateus defendem o aborto como uma opção de escolha da mulher.

    A legalização do aborto que as feministas, as ONG’s e muitos governantes estão tentando nos enfiar “goela abaixo” é algo totalmente DIABÓLICO, PERVERSO e IRRACIONAL. Pois, por mais que argumentem a favor, jamais conseguirão mudar o fato de que ABORTO é sinônimo de ASSASSINATO!

    O feto não faz parte e nem pertence ao corpo da mulher, ele é um ser independente e indefeso que depende do corpo da mãe para se desenvolver; a mulher apenas “empresta” seu útero e seu corpo para que ele se desenvolva.

  60. Barros, é bom saber que você, mesmo sendo ateu, também é contra o aborto;

    Eu acho que você leu meu texto como lê sua Bíblia: dando atenção e relevância apenas às partes que te interessam e/ou com as quais concorda…

  61. ele é um ser independente e indefeso que depende do corpo da mãe para se desenvolver; a mulher apenas “empresta” seu útero e seu corpo para que ele se desenvolva.

    Pareceu a descrição de um parasita.

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