Jesus de Nazaré vs. Jesus Cristo

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Abaixo, o excelente vídeo indicado pelo leitor Eddie.

Numa entrevista de quase uma hora ao programa “Ciência & Consciência“, o ex-padre Marcelo da Luz, autor do livro “Onde a religião termina?“, fala de uma forma bastante sóbria e honesta sobre o que o levou a tornar-se um descrente da fé que professava: a percepção de que, embora Jesus de Nazaré provavelmente tenha mesmo existido, Jesus Cristo foi apenas um mito desenvolvido a partir da história de um homem incomum, mas mortal, e cheio de defeitos.

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9 Respostas

  1. Barros

    O que é a doutrinação heim? A religião é uma fantasia e cada um tem a sua quando se fala ou interpreta sobre a personalidade de Jesus Cristo. As ideias vão se juntando até formar uma doutrina.

    A razão de tantas ramificações evangélicas de hoje vem da fantasia de cada um de seus lideres que as criavam e criam até hoje, pois a cada dia aparece uma nova modalidade com suas reconstruções religiosas.
    Gostei muito do que o ex-padre Marcelo da Luz declarou nestes 56:48 minutos, um homem sério que, livre de paixões expõe sua opinião com sabedoria e inteligência. Mesmo quando ele ainda estava envolvido com a religião começou a perceber tantas contradições que ele sentia necessidade de mudar fatos por conta própria ou “amenizá-los” por não concordar com os contrassensos citando como um exemplo esta frase de Jesus:

    Não julgueis que vim trazer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada; porque vim separar o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem serão os seus mesmos domésticos. (Mateus, X: 34-36).

    Por ele, fiquei sabendo que em 2006 nos EUA foi publicado o “Atlas das Religiões” que baseado em pesquisas bastante apuradas, havia pelo menos 33.800 seitas cristãs. Isto significa 33.800 diferentes interpretações de Jesus Cristo.

    Muito bom também mais para o final da entrevista quando ele fala sobre os milagres atribuídos a alguns fatos pela percepção extrassensorial do indivíduo e que eram levados para o lado divino.

    Abç

  2. Excelente vídeo, não?!

    Vou assistir de novo para me dar inspiração para escrever um novo texto.

    O cristianismo está chegando num ponto que cada pessoa tem sua própria versão de Jesus e de Deus. Isso é o sinal de que, daqui a uns poucos séculos, o cristianismo só será encontrado nos livros de História, e as pessoas estarão cultuando seu próprio anjo da guarda.

  3. Barros,

    Obrigado pelo vídeo. Valeu pelo menos para confirmar que até agora não vi argumentos sólidos contra a divindade de Jesus Cristo.

    Ao fazer uma pesquisa no Google sobre “Marcela da Luz”, logo se percebe a sua irrelevancia. O livro é de 2011, portanto, não decolou. Tenho fortes reservas a essas teses revolucionárias que só o próprio autor vê. Onde estão os seus pares? Onde estão outros teólogos manifestando seu apoio as coisas “tão claras” que ele diz ver nos Evangelhos?

    E para terminar, a contradição: ele passa o programa falando que o Evangelho não é verdadeiro, que é história de pescador e aí, põe no seu livro 15 exemplos que mostram que Jesus era um homem normal. A fonte desse exemplos? Adivinha… O EVANGELHO!

  4. Eis o outro lado da moeda:


    A CIÊNCIA SE DEPARA FACE A FACE COM DEUS, APÓS SÉCULOS DE CIENTIFICISMO ANTIRELIGIOSO

    Desde o Iluminismo – para fixarmos uma referência – um viés cientificista veio insistindo na ideia de que, à medida em que a ciência fosse se desenvolvendo, tornar-se-ia evidente que a existência de Deus é uma crendice para encobrir uma vergonhosa ignorância.

    E a ciência progrediu. A cada descoberta relevante e a cada nova teoria – algumas das quais se demonstraram falsas depois – esse espírito iluminista, revolucionário, anticatólico e ateu cantava vitória. Afinal, diziam, a religião ficou dessueta!

    Ainda hoje se publica farta literatura de botequim repetindo o mesmo ‘disco ralado’. A inexistência de Deus estaria demonstrada, foi descoberta a máquina do Universo que torna desnecessária a divindade, a inteligência é coisa que o computador faz. Não precisamos de um Criador para explicar o Universo!!!

    Mas, descartando essa literatura de rodoviária e nos voltando para os cientistas de verdadeira envergadura atuais, verificamos que um a profunda mudança está em curso.

    A revista americana “Time”, considerada a maior do mundo, aderiu durante muito tempo à visualização da literatura de cordel a respeito da relação da ciência com a religião. Porém, há tempos que vem modificando a sua posição.

    Não é questão de uma revista, por grande que seja, mas toda uma mudança planetária que está em andamento. E levada adiante pelos homens mais instruídos nas subtilezas, complexidades e profundidades dos diversos campos do conhecimento humano.

    “Time” tentou explicar numa matéria de capa o que está acontecendo. Para isso apelou ao matemático e professor da Universidade de Massachusetts Amir D. Aczel, autor do livro Por que a ciência não desaprova Deus (“Why Science Does Not Disprove God”, Harper Collins Publishers, New York, 2014).

    O autor publicou numerosos trabalhos científicos e matemáticos e foi apontado para diversos prêmios pela sua produção de livros voltados para a divulgação da ciência.

    O professor Aczel parte da constatação de que a ciência forneceu um imenso cabedal de conhecimentos. E não cessa de fornecer. A cada dois anos, ou até menos, esse conhecimento duplica.

    Na física e na cosmologia os cientistas estudam o que poderia ter acontecido na mais tênue fração de tempo no início do Universo.

    Na química se estudam as mais complicadas relações entre átomos e moléculas.

    Na biologia, o estudo das células vivas e o mapeamento do genoma humano atingem desenvolvimentos de espantosa complexidade e extensão.

    E eis a pergunta da qual ninguém escapa, feita pelo autor: todo esse conhecimento desmente a existência de um Ser anterior a tudo, de uma Força todo-poderosa que pôs em funcionamento essa fabulosa máquina do Universo?

    Quanto mais a ciência avança, mais a resposta ateia fica sem sentido.

    Houve Algo. Houve Alguém. Houve Aquele a Quem chamam Deus – o Deus da Bíblia que tirou tudo do nada.

    No século XIX, acreditar em Deus era objeto de derrisão. O homem não havia descoberto a penicilina, a máquina de vapor e testava a eletricidade?

    Darwin havia publicado em 1859 a teoria de que o homem descende por evolução do macaco ou de algum bicho semelhante; Marx explicava a história e a sociedade pela luta de classes; e Freud refutava a religião e a moral pelo sexo.

    Alguém achou ossos em Neandertal, e pronto! Para o ateísmo, estava tudo demonstrado.

    Mas – observa Aczel – no século XX ninguém conseguiu demonstrar como se deu aquele momento primeiro do Universo que os cientistas chamam de Big Bang.

    Tampouco ninguém conseguiu esboçar o menor indício ou prova de onde ou como apareceram os seres vivos a partir da matéria inanimada.

    Deus Criador do Mundo.Österreichische Nationalbibliothek, Viena. No centro: uma molécula de DNA.

    Deus Criador do Mundo.Österreichische Nationalbibliothek, Viena.
    No centro: uma molécula de DNA.

    Nem Freud nem seu exército de discípulos conseguiu explicar como apareceu a consciência, que a Bíblia e a Igreja nos ensinam que está radicada na alma humana criada por Deus à sua imagem e semelhança.

    A inteligência, que permite aos homens vasculhar os mistérios da biologia, da física, da matemática, da engenharia, da medicina, de criar as grandes obras de arte, a música, a arquitetura, a literatura, de onde saiu? Como apareceu?

    Diante de pirâmides de conhecimento que ela mesma acumula, a ciência mais avançada cai de joelhos e se rende impotente diante dos mais profundos mistérios da ordem do ser.

    Sondas espaciais, telescópios cada vez mais poderosos, computadores potentíssimos ficam silenciosos diante desses mistérios.

    Como apareceu a vida? Há vida em algum recanto do Universo que não seja o nosso?

    E a resposta é sempre a mesma: em parte alguma do Universo cognoscível se encontra um local onde uma tão requintada convergência de fatores permitiu a aparição da vida.

    A vida é a grande realidade – observa Aczel – que a ciência talvez jamais poderá explicar.

    A ciência aprofunda cada vez mais conhecimentos e experiências. E sempre encontra algo que a matéria ou o conhecimento humano não explica: uma vasta, imensa e como que inacessível “sabedoria” que subjaz em tudo, desde a menor das partículas quânticas até a maior e mais longínqua das galáxias.

    A ciência reconhece ignorar completamente a Causa que iniciou a criação do Universo. De onde saiu essa incomensurável quantidade de energia que começou tudo?

    Nós respondemos que a Fé, a Igreja e a Tradição nos dizem que é Deus, Criador todo-poderoso, infinito e anterior a tudo o que existe.

    E Aczel confessa que a ciência não tem resposta.

    Peter Higgs, Premio Nobel de Física 2013, recentemente teria encontrado a partícula que estaria no início da imensa catedral do Universo. Ele trabalha na Europa, no acelerador de partículas Large Hadron Collider, do CERN, o maior equipamento jamais construído pelo homem.

    E para dar um nome a essa partícula primordial os homens inventaram “God particle”, a “partícula de Deus”. Não era mais do que um jogo de palavras que revelava, no entanto o fundo do subconsciente da mentalidade hodierna: sem Deus, no fundo nada tem explicação convincente.

    Quanto mais se descobre, mais se torna necessário supor que antes de tudo houve um Ser que existia fora do tempo e do espaço e que trouxe tudo à existência.

    Quem poderia ter tido um poder tão insondável para orquestrar a exatíssima dança das partículas elementares necessárias para aparecer a vida? – pergunta Aczel.

    O matemático britânico Roger Penrose calculou que a probabilidade de a vida aparecer equivalia a 1 dividido por 10, o resultado elevado à décima potência e depois à 123ª potência. Isto é um número tão próximo do zero que ninguém jamais conseguiu sequer imaginar, observa o matemático da Universidade de Massachusetts.

    Os “ateus científicos” fracassaram diante desses mistérios, e as hipóteses que eles levantam para encobrir o seu vazio – como a existência de universos infinitos – só multiplicam ao infinito a inverossimilhança de seus posicionamentos, acrescenta Aczel.

    Diante de teorias e mais teorias, descobertas e mais descobertas, experiências e mais experiências, invenções e mais invenções, uma só coisa permanece de pé, imutável, inabalável, suprema, apoiada sobre si própria com uma segurança absoluta: Aquele a Quem os homens chamam DEUS, observamos nós.

    E Aczel diz que não há provas científicas de que Deus não existe.

    Em sentido contrário, nós só podemos achar que a massa dos conhecimentos adquiridos apontam que somente um Ser supremo pré-existente, infinito e eterno torna compreensível o Universo que a ciência quer tornar compreensível. E isso para não falar da nossa própria existência, da vida.

    No terceiro milênio, concluiu o matemático, a ciência e a religião acabam se dando a mão para explicar o impulso de compreensão do mundo, do nosso lugar nele, do nosso deslumbramento diante da maravilha da vida no cosmos infinito.

    Como no início da História – acrescentamos – o fizeram os Patriarcas, os Juízes, os Reis e os Profetas; milênios mais tarde, os Padres e Doutores da Igreja; depois os mestres medievais, imperadores, reis, bispos, monges, e povos, entoando o gregoriano em catedrais de pedra e cristal, em louvor d’Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.

    E também d’Aquela que Lhe deu a vida: a sua Mãe Santíssima, que rodeada dos coros angélicos e das legiões de santos reina sobre o Céu e a Terra pelos séculos dos séculos.
    “.

    FONTE: http://cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br/2014/06/a-ciencia-se-depara-face-face-com-deus.html

  5. Ai, quanto estrume…

  6. Pode ser “estrume”; mas, pelo menos, é de um professor e matemático e de outros cientistas baseados em evidências científicas modernas.

    Aliás, esse texto vem corroborar outro (que já postei aqui) em que o físico e jesuíta Dr. Robert Spitzer conclui:

    “…
    Todas as explicações nos levam ‘a uma força que é prévia e independente ao Universo. Pode soar a argumento teológico, mas é realmente uma conclusão científica’, assegurou conforme informa La Razón. O perito indicou que ‘não se pode não aceitar a existência desta singularidade. Esta teoria é tão sólida que 50 por cento dos astrofísicos estão ‘saindo do armário’ para aceitar uma conclusão metafísica: A NECESSIDADE DE UM CRIADOR, FORA DO ESPAÇO E DO TEMPO.

    FONTE: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=17187

    Já o “estrume” do ex-padre, embora seu depoimento pareça ser sincero, me pareceu só especulação (muito comum no meio acadêmico); sem evidências científicas, históricas ou documentais nenhuma. Pode até ter algum valor, mas não deixa de ser mera especulação acadêmica e não tem nada a ver com ciência.

    Por exemplo, que prova documental ou arqueológica ele tem para afirmar que os evangelistas inventaram que Pedro negou Jesus três vezes antes do cantar do galo? Pura especulação!

    Sobre a divindade de Cristo, “filho de peixe, peixinho é”; se Jesus é Filho de Deus, então, ele tem a mesma substância divina do Pai e, portanto, também é Deus.

    Se o Evangelho de João enfatiza a divindade de Jesus Cristo mais do que os outros é possível que foi porque, na época, alguns grupos começaram a duvidar da divindade de Jesus e não o contrário. A própria Igreja ensina que cada evangelho foi dirigido a um tipo de comunidade diferente e enfatiza certas características da mensagem de Cristo; mas, isso não significa que escreveram mentiras para enganar o povo. Mesmo porque, os evangelhos são só um pequeno apanhado da história e das mensagens de Cristo; pois, segunda a própria Bíblia, se fosse escrever todos os milagres e ensinamentos de Jesus não caberia em todos os livros da época; lembrando que antigamente era muito caro e difícil escrever e publicar um livro, já que eram manuscritos. Afirmar que os evangelistas mentiram e colocaram palavras na boca de Jesus é uma acusação muitíssimo grave; cabe a ele e aos demais que afirmam tal coisa o ÔNUS DA PROVA.

    Quanto aos evangelhos apócrifos (como ele mesmo reconhece), sabe-se que eles foram escritos bem depois dos evangelhos canônicos, por seitas gnósticas, para defender o gnosticismo.

    Quero ver é ele explicar como que esses discípulos de Cristo, se eram mesmo mentirosos e se não acreditavam que ele era Deus e que lhes aguardava a vida eterna, deram literalmente a própria vida por causa dele e por causa da sua mensagem?

    Quero ver é ele explicar como foi a “falsa” conversão de Saulo, um culto fariseu ferrenho perseguidor de cristãos, que se converteu ao cristianismo após uma visão de Cristo ressuscitado e que, no fim, também deu a própria vida por ele e por sua mensagem?

    Quero ver ele explicar as inúmeras profecias do Antigo Testamento sobre o Messias, comprovadamente escritas séculos antes do seu nascimento, que se cumpriram INTEGRALMENTE na pessoa de Jesus Cristo; em especial, sua crucificação (um instrumento de pena de morte romano e não judaico) e ressurreição?

    Quero ver ele explicar, se Jesus não era Deus e não está vivo, os incríveis milagres da Igreja fundada por Ele que atestam seus ensinamentos e sua divindade?

    O pior é que, mesmo perdendo a fé, o ex-padre ainda admite que Jesus fez MILAGRES! Ora, se tem uma coisa que homem nenhum pode fazer são PROFECIAS e MILAGRES autênticos; e se tem uma coisa que a Bíblia e a Igreja de Cristo estão repletas são de PROFECIAS e MILAGRES autênticos; alguns comprovados pela própria Ciência. Portanto, é humanamente, cientificamente, filosoficamente e teologicamente IMPOSSÍVEL que a Bíblia e a Igreja sejam obras apenas de mãos humanas!

    Os ativistas ateus já tentaram, em vão, destruir o Cristo histórico a todo custo. Como não conseguiram, agora já estão reconhecendo a existência histórica de Cristo; mas tentam desvincular seus feitos milagrosos, sua divindade e sua ressurreição do Jesus histórico.

    A verdade é que todos os quatro Evangelhos falam do nascimento, morte e ressurreição de Jesus Cristo de forma muitíssimo semelhante e complementar. E se Jesus realmente ressuscitou, então, ele é realmente DEUS.

    E se tem uma PROVA CIENTÍFICA da autenticidade dos Evangelhos e da ressurreição de Cristo, essa prova é o SANTO SUDÁRIO. Pois, ele nada mais é do que a foto radiológica e tridimensional de um homem crucificado no exato momento da ressurreição; e já é considerado como o QUINTO EVANGELHO tamanha coincidência com os Evangelhos Canônicos; confirmando e atestando de forma ASSOMBROSA (por inúmeras evidências científicas, como: número de chibatadas, locais das chagas, coroação de espinhos, crucificação anômala, tipo de morte, forma de enterro, ressurreição, nome do crucificado, polens de plantas que só existem na região de Jerusalém, poeira incrustada na região dos joelhos, etc.) os relatos dos Evangelhos Canônicos.

    Sinceramente, penso que se esse ex-padre (que, diga-se de passagem, é um caso bem raro) tivesse mergulhado nos estudos dos grandes milagres da Igreja em vez de ficar só nos estudos teológicos e teóricos e nos questionamentos e especulamentos, provavelmente, não teria perdido a fé.

    Meu raciocínio é muito simples: Se os Evangelhos são falsos, se Jesus não era Deus, não fez milagres e nem ressuscitou; então, todos (repito: TODOS) os milagres da Igreja fundada por Ele tem de ser todos FALSOS; caso contrário… E a Ciência vem demonstrando, justamente, o contrário!

    Portanto, como já argumentei aqui, dá sim para ficar “brincando” de ateu, de ativista cético, de deus ilusão, de ex-cristão, de ex-pastor, de ex-padre; desde que desprezemos as PROFECIAS DA BÍBLIA e os MILAGRES DA IGREJA!

  7. Olá colegas,

    Fiz um vídeo interessante que vai na mesma linha do ex-padre aí. Espero que gostem, grande abraço!

  8. Obrigado, Wagner. Vou ver no fim de semana e comento.

  9. Obrigado Barros.

    E D.R., veja o final do meu vídeo. Desmonto todas as supostas profecias às quais você se refere.

    Abs

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