Paulo Coelho faz piada sobre Deus

Mito: A mente pode curar tudo

Blog do Paulo Coelho – Coluna do G1.Globo.com

Isso não é verdade, e prefiro ilustrar este mito com uma história.  Há alguns anos, uma amiga minha – profundamente envolvida com a busca espiritual – começou a ter febre, passar muito mal, e durante toda a noite procurou mentalizar o seu corpo, usando todas as técnicas que conhecia, de modo a curar-se apenas com o poder do pensamento.

No dia seguinte, seus filhos, preocupados, pediram que fosse a um médico – mas ela se recusava, alegando que estava “purificando” seu espírito. Só quando a situação ficou insustentável foi que aceitou ir a um hospital, e ali teve que ser operada imediatamente – diagnosticaram apendicite.

Portanto, muito cuidado: melhor às vezes pedir que Deus guie as mãos de um médico, que tentar curar-se sozinho.

hahaha

 

Diga-me como você agrada Deus…

…e eu lhe direi o tipo de idiota que você é !

RITUAL RELIGIOSO XIITA

ATENÇÃO: CONTEÚDO EXTREMAMENTE CHOCANTE

CLIQUE NA IMAGEM E VOCÊ SERÁ DIRECIONADO PARA A PÁGINA ONDE O VÍDEO ESTÁ HOSPEDADO. LÁ, VAI RECEBER UM NOVO AVISO DE CONTEÚDO IMPRÓPRIO, EM INGLÊS, E A OPÇÃO DE “CONTINUAR”.

NÃO RECOMENDADO PARA TODAS AS IDADES. 

idiota

Brincando de Deus (parte 1)

engineer

Por caminhos insondáveis, durante uma pesquisa sobre Alice (a do País das Maravilhas), acabei sendo direcionado para o blog do senhor Luciano Ayan, quando li de um golpe só o seguinte trecho que encabeçava o texto:

  Quando um neo-ateu faz sua apologética, tentará arrumar contradições para Deus e a Bíblia a todo momento, mas sempre o fará com o uso de alguma fraude intelectual.

Eu achei sublime essa frase, e no mesmo instante meus olhos marejaram porque, enfim, pareceu que eu tinha encontrado o meu próprio Satanás, o general Zod que iria acabar com minha paz na Terra, porque era exatamente esse artifício que sempre atribuí ao crente. Se o autor estivesse certo, toda minha linha de raciocínio que sustenta, no fim, que Deus é apenas uma ilusão iria desmoronar em escombros radioativos, que me obrigariam a deixar esse planeta, talvez mesmo a galáxia, envergonhado e cabisbaixo, em busca de um espaço curvo ao lado de um buraco-negro, onde eu pudesse chorar eternamente a minha vergonha.

Felizmente, as frases seguintes me fizeram sorrir (literalmente) para o mundo à minha volta:

  Isso não significa que eu queira provar a existência de Deus.

Ufa! Salvo do exílio. No fundo, o crente deixa esse negócio de “provar” para os ateus; o tempo dele é usado apenas para acreditar (e ele morre tentando).

 (Aliás, demonstrar a lógica ou não de um pensamento não é o mesmo que a definir comprovação ou não da existência de Deus).

Embora absurdamente mal redigida, é possível entender o que ele quis dizer nessa declaração, quando a gente lê umas três ou quatro vezes: não importa quão bons sejam os argumentos a favor ou contra a existência de Deus, nunca ninguém vai poder comprovar que Deus não existe (que é a única coisa que preocupa o crente).

Eu li todo o texto do senhor Luciano Ayan, e descobri que ele se dispunha a esclarecer os supostos superpoderes de Deus valendo-se de uma comparação com o filme Prometeus; ou seja, ele pretendia explicar o mito específico no qual acredita usando uma metáfora elaborada sobre uma obra cinematográfica baseada num mito de uma outra cultura. Pois é.

Ele explicava, por exemplo, que a famosa onisciência de Deus poderia ser entendida se você pudesse imaginar que os engenheiros extraterrestres do filme (imagem acima) tivessem a habilidade de fazer rápidas incursões no futuro da humanidade, através de viagens no tempo.

Eu estava tão alegre por não precisar ir chorar minha vergonha próximo a um buraco-negro que resolvi fazer um comentário indolor:

 O grande problema com as alegadas qualidades de Deus, como a onisciência, é que elas tornariam Deus uma criatura infinitamente malévola e sádica. Tomando como exemplo os criadores dos humanos, no filme, imagine que eles estejam observando seus 2 primeiros filhos humanos, vamos chamá-los de Adão e Eva, brincando num jardim, onde eles, a raça criadora, teriam, por puro descuido, deixado um balde com soda cáustica bem no meio do gramado.

Dando um pulinho no futuro, eles teriam visto que as crianças teriam mexido no balde, apesar da orientação que haviam deixado para que não mexessem ali, e tinham queimado as mãos. Adão tinha levado as mãos aos olhos e gritado de dor enquanto seu olho direito era corroído pelo produto, e Eva teria quase morrido em agonia por ter comido um pouco do conteúdo do balde.

Voltando ao presente, enquanto contemplavam Adão e Eva no jardim se aproximando do balde, e já sabendo o que vai acontecer, eles apenas assistem enquanto dizem uns para os outros: “Ah, que se fodam. Nós avisamos.”.

Para minha surpresa, meu ex-general Zod me desafiou a brincar de Deus e tentar projetar um mundo melhor. Parece que a regra é essa: se eu não conseguir projetar um mundo melhor, sem mortes e sem sofrimento, por exemplo, Deus vence, digo, Deus existe.

Eu respondi:

 Pelo seu raciocínio, você só poderia considerar que uma pizza está “horrível” se fosse capaz de assar uma pizza “espetacular”.

E ele revoltou-se:

 Onde foi que eu falei isso? O que falei é bem diferente. Disse que, se você considera Deus ‘um sádico’ por causa do mundo, não consegue pensar em um mundo criado de forma diferente?

E eu:

 Lamentável que você não tenha entendido a metáfora da pizza. Na verdade, eu acho que você entendeu, mas seria desastroso demais dizer isso, daí o fingimento.

E ele:

 Pelo contrário. Exatamente pelo fato de eu ter compreendido a metáfora, é que pude te ridicularizar tão fácil.

Eu já estava mesmo de saída e postei ainda uma resposta que ele não publicou:

 Nossa! Você me ridicularizou tão rápido que eu nem notei.

Pouco depois me alertaram que ele tem mesmo esse péssimo hábito de editar os comentários de seus desafetos (ou censurá-los), de forma a parecer que está ganhando as discussões. Como o blog dele tem os comentários moderados, não achei que deveria perder meu tempo lá, e voltei pra cá para brincar de Deus.

Vou mostrar a ele, e a quem mais quiser ver, que eu, se fosse onipotente e onisciente, seria capaz de fazer o que nenhum Deus conseguiu:

Criar um mundo perfeito.

DeusILUSÃO foi temporariamente suspenso

 

O ARQUIVO PARA “BAIXAR” (não é bom nem falar aquela outra palavra em inglês que começa com d…) A REVISTA ESTEVE DISPONÍVEL AQUI NO BLOG POR TRÊS DIAS. MAIS TEMPO DO QUE JESUS FICOU SEPULTADO.

MAS TIVE QUE REMOVER TODOS OS LINKS PARA SITES DE HOSPEDAGEM DE MATERIAL PROTEGIDO POR DIREITO AUTORAL, POR DETERMINAÇÃO DO WORDPRESS.

CASO CONTRÁRIO O BLOG SERIA DELETADO.

RECEBI SÓ UMA SUSPENSÃO DE ALGUMAS HORAS.

Campeonato Mundial de Xadrez

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Pra sair da rotina

Desde sexta-feira está sendo disputado, em Moscou, o campeonato mundial de xadrez, entre o atual campeão, o indiano Viswanathan Anand, e Boris Gelfand, bielorusso naturalizado israelense (fazendo seu lance com as peças pretas, na foto acima).

Os jogos são transmitidos ao vivo pela internet, de segunda a sábado, a partir das 07h55min, hora de Brasília. Serão doze partidas no total.

Clique na foto acima para ser direcionado para o site oficial da competição.

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Cientista prova a existência de Deus e ganha prêmio

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Por Redação Gospel+ em 26 de março de 2008

Através de leis da física e da filosofia, pesquisador polonês Michael Heller mostra que Deus existe e ganha um dos mais cobiçados prêmios. Ele montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo.

Como um seminarista adolescente que se sente culpado quando sua mente se divide, por exemplo, entre o chamamento para o prazer da carne e a vocação para o prazer do espírito, o polonês Michael Heller se amargurava quando tentava responder à questão da origem do universo através de um ou de outro ramo de seu conhecimento – ou seja, sentia culpa.

Ocorre, porém, que Heller não é um menino, mas sim um dos mais conceituados cientistas no campo da cosmologia e, igualmente, um dos mais renomados teólogos de seu país. Entre o pragmatismo científico e a devoção pela religião, ele decidiu fixar esses seus dois olhares sobre a questão da origem de todas as coisas: pôs a ciência a serviço de Deus e Deus a serviço da ciência. Desse no que desse, ele fez isso.

O resultado intelectual é que ele se tornou o pioneiro na formulação de uma nova teoria que começa a ganhar corpo em toda a Europa: a “Teologia da Ciência”. O resultado material é que na semana passada Heller recebeu um dos maiores prêmios em dinheiro já dados em Nova York pela Fundação Templeton, instituição que reúne pesquisadores de todo o mundo: US$ 1,6 milhão.

O que é a “Teologia da Ciência”? Em poucas palavras, ela se define assim: a ciência encontrou Deus. E a isso Heller chegou, fazendo- se aqui uma comparação com a medicina, valendo-se do que se chama diagnóstico por exclusão: quando uma doença não preenche os requisitos para as mais diversas enfermidades já conhecidas, não é por isso que ela deixa de ser uma doença. De volta agora à questão da formação do universo, há perguntas que a ciência não responde, mas o universo está aqui e nós, nele. Nesse “buraco negro” entra Deus.

Segundo Heller, apesar dos nítidos avanços no campo da pesquisa sobre a existência humana, continua-se sem saber o principal: quem seria o responsável pela criação do cosmo? Com repercussão no mundo inteiro, o seu estudo e sua coragem em dizer que Deus rege a ciência naquilo que a ciência ainda tateia abrem novos campos de pesquisa. “Por que as leis na natureza são dessa forma? Heller incentivou esse tipo de discussão”, disse a ISTOÉ Eduardo Rodrigues da Cruz, físico e professor de teologia da PUC de São Paulo.

Heller montou a sua metodologia a partir do chamado “Deus dos cientistas”: o big bang, a grande explosão de um átomo primordial que teria originado tudo aquilo que compõe o universo. “Em todo processo físico há uma seqüência de estados. Um estado precedente é uma causa para outro estado que é seu efeito. E há sempre uma lei física que descreva esse processo”, diz ele. E, em seguida, fustiga de novo o pensamento: “Mas o que existia antes desse átomo primordial?”

Essas questões, sem respostas pela física, encontram um ponto final na religião – ou seja, encontram Deus. Valendo-se também das ferramentas da física quântica (que estuda, entre outros pontos, a formação de cadeias de átomos) e inspirando-se em questões levantadas no século XVII pelo filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz, o cosmólogo Heller mergulha na metáfora desse pensador: imagine, por exemplo, um livro de geometria perpetuamente reproduzido.

Embora a ciência possa explicar que uma cópia do livro se originou de outra, ela não chega à existência completa, à razão de existir daquele livro ou à razão de ele ter sido escrito. Heller “apazigua” o filósofo: “A ciência nos dá o conhecimento do mundo e a religião nos dá o significado”. Com o prêmio que recebeu, ele anunciou a criação de um instituto de pesquisas. E já escolheu o nome: Centro Copérnico, em homenagem ao filósofo polonês que, sem abrir mão da religião, provou que o Sol é o centro do sistema solar.

A caminho do céu

Michael Heller usou algumas ferramentas fundamentais para ganhar o tão cobiçado prêmio científico da Fundação Templeton. Tendo como base principal a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, ele mergulhou nos mistérios das condições cósmicas, como a ausência de gravidade que interfere nas leis da física. Como explicar a massa negra que envolve o universo e faz nossos astronautas flutuarem? Como explicar a formação de algo que está além da compreensão do homem? Jogando com essas questões, que abrem lacunas na ciência, Heller afirma a possibilidade de encontrarmos Deus nos conceitos da física quântica, onde se estuda a relação dos átomos. Dependendo do pólo de atração, um determinado átomo pode atrair outro e, assim, Deus e ciência também se atraem. “E, se a ciência tem a capacidade de atrair algo, esse algo inexoravelmente existe”, diz Heller.

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