Três rapidinhas


.

A primeira.

Eu só vou poder escrever o texto final da série “Teste seus amigos crentes 4” amanhã, e, talvez, só publique no sábado.

A segunda.

Alguém já reparou que os cristãos, vira e mexe, estão falando de “vitória”, “derrota”, “inimigo”, “batalha”, “poder”, “força”, “glória”? Eles parecem que estão em constante guerra contra inimigos imaginários, como se fossem D. Quixotes lutando contra diabos em forma de moinhos de vento.

A terceira.

Volta e meia me aparece alguém me alfinetando que eu falo mal dos genocídios cometidos em nome de Deus (e pelo próprio, inclusive) e que “esqueço” do que já se fez “em nome de uma política ateísta”. Aí, claro, eles citam os milhões de mortos na Alemanha nazista do Hitler-ateu-malvado e na China comunista-sem-Deus.

A China é o país que mais executa gente no mundo. Eles executam criminosos, corruptos e opositores do regime, por exemplo. E como lá tem gente saindo pelo ladrão, o número de criminosos, corruptos e dissidentes também é grande. Mas até onde eu sei, eles não executam pessoas porque elas são religiosas. Eles não acendem fogueiras e queimam cristãos vivos aos gritos de “Morram, cristãos desgraçados!!!”, como se fazia na Inquisição aos gritos de “Morra, bruxa!!!”, ou “Morra, herege!!!”, claramente indicando um motivo religioso.

E, a propósito, Hitler era católico. Católico praticante. E mesmo que ele fosse um ateu, não teria feito o que fez sem o auxílio de seus inúmeros oficiais católicos; sem a obediência de um exército católico; sem o apoio de um povo católico; e sem a omissão, e até conivência, de um papa que eu acho que também era católico.

.

Anúncios

Malafaia mete o pau nos gays

.

Pela primeira vez na vida, eu vi o Silas Malafaia fazer uma citação que não era da Bíblia. Ele citou a Constituição brasileira, que lhe assegura plenos direitos de opinião. O megaempresário de Deus quer meter o pau nos homossexuais — no mau sentido, ou seja, de uma forma não prazerosa, pelo direito de criticar a relação de duas pessoas do mesmo sexo — e não se conforma em ter essa prerrogativa ameaçada por uma possível lei contra a homofobia. Ao que parece, o chefão da Assembleia de Deus vai usar toda a sua influência, e o dinheiro dos dízimos, para fortalecer o lobby evangélico a favor da manutenção do direito mesquinho que as pessoas têm de meter o bedelho na vida alheia, com a justificativa sagrada de que é um pecado terrível meter uma certa parte do corpo no orifício errado.

O que mais me irrita nessa cambada de hipócritas é que, se existisse mesmo um Deus, ou se pelo menos eles acreditassem nele como dizem, eles teriam que apedrejar os gays até à morte, seguindo as ordens ridículas do Deus doente que eles amam tanto. E deveriam fazer isso sem se preocupar com as consequências terrenas, afinal, até onde eu sei, a pena por matar uma pessoa a pedrada pode fazer alguém passar 30 anos da vida na cadeia, mas a pena por descumprir uma ordem divina certamente é passar toda a eternidade no Inferno.

.

Utilidade Pública

Amigos do Deusilusao. Tempos atrás publiquei um texto sobre discriminação https://deusilusao.wordpress.com/2009/11/18/preconceito-e-ignorancia-teista/ , Texto esse que foi lido pelo  Dr. Telmo Kiguel coordenador da ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria. Este senhor interessou-se pela matéria aqui publicada, porque segundo disse ao Barros, representa um mal a ser combatido. Sentimo-nos orgulhosos do alcance das idéias do blog, em se tratando de um eminente estudioso e defensor dos direitos dos cidadãos. Aproveitando o espaço que me foi confiado quero publicar o aviso do encontro do Projeto Discriminação, cuja divulgação e realização se dará pelos profissionais da ABP. Quem desejar poderá assistir a este encontro em Fortaleza-CE. Mais  importante  ainda é divulgarmos estas idéias, porque além de sermos discriminados, ainda somos contra qualquer tipo de discriminação seja ela de credo, cor, raça, escolha sexual.

Segue-se abaixo:

em pdf:   III_ENCON..[1]

 

site da ABP:     http://www.cbpabp.org.br/

e em cópia do documento acima:

 

A quem possa interessar

Se você é leitor diário do blog e gosta de ler os textos relacionados ao ateísmo e à religião, por favor volte amanhã… rsrs O texto de hoje é destinado a uma “meia dúzia de seis” pessoas, que não conheço, mas que considero o suficiente para lhes dar satisfações. Mesmo que não tenham pedido.

Mas se você gosta de “barraco”, pode ficar. Porque foi um “barraco” o que eu vi esses dias. E tudo por conta de dois comentários que fiz em meu próprio blog. Um, devolvendo de uma só vez uma série de “patadas e coices” que vinha recebendo de uma certa pessoa. O outro, fiz anonimamente para um dos textos dela, mais como chacota mesmo, mas sem ofensas e sem prejuízo pra ninguém, apenas concordando com um leitor, o famoso Leonardo, que, felizmente, deu as caras de novo, mesmo depois de ter sido — também — xingado pela dita cuja. Pois é. A mulher quer posar de lady, mas, vez em quando, baixa o espírito da Taty Quebra Barraco nela, que é uma coisa!!!

No primeiro comentário, realmente eu me excedi, fui grosso, descortês. Mas quem “nesse mundo de meu Deus” escolhe as palavras quando está devidamente enfurecido com alguma coisa? Então você colide violentamente seu dedo mindinho do pé contra a quina da estante e para pra pensar uns dois segundos no que vai dizer? Ahh… pra cima de “muá”?…

Mas o legal foram as consequências disso. E um grande filósofo disse uma vez que “as consequências vêm depois”. Pois a mulher me manda um e-mail desaforado (até aí, novidade zero) me chama de “donzelo”, de mau-caráter, de isso e aquilo…

O segundo comentário, que eu fiz anonimamente, foi logo após a observação do Leonardo aí, dizendo que ela havia plagiado sei lá quem. O espírito da Taty Quebra Barraco baixou “de cum força” e a mulher disse o que quis com o pobre do leitor do texto dela. Eu, já mais calmo, já tendo devolvido, de uma vez só, os coices que já me haviam sido destinados, só fiz deletar o comentário agressivo dela. Ponto.

Pra quê!!!? O mundo quase acaba! A mulher identificou meu IP no comentário anônimo, esqueceu totalmente o Leonardo, que foi quem a acusou de plágio, e concentrou suas forças em mim. Como se não bastasse, arrumou umas amigas que me xingaram à vontade — sem sequer saberem da missa um terço — e que passaram a disparar comentários no blog, onde “crápula” e “mau-caráter” foram os adjetivos mais leves que eu recebi.

Daí que ela resolveu difundir um e-mail para essa meia dúzia de pessoas contando como eu era canalha por ter “implantado” comentários no blog para caluniá-la [Eita pau! Mas o comentário que eu “implantei” como anônimo só concordava com o Leonardo, que foi quem disse que ela tava plagiando um outro autor… Daí que ela tá forçando a barra pra tornar o barraco mais… encorpado.], como eu era grosso por tê-la xingado daquele jeito [logo ela que não tem esse hábito…], e se sentindo muito vítima de toda situação… tadinha!… motivo pelo qual mandava, assim, o e-mail a todos eles… cheio de meias verdades, é claro!, mas necessário para mostrar como eu era uma pessoa “perversiva”.

Não é preciso dizer que, a cada vez que tocava no meu nome, ela soltava um “mau-caráter”, “donzelo” e coisas do gênero, algo que deve ter soado um alarme nas mentes mais atentas. Só que, acho eu, algumas mulheres ainda estão vivendo no século passado e andam por aí com a bandeira do Feminismo enrolada e pronta pra tremular de novo. Feminismo no século 21 é algo tão anacrônico e que pode provocar tanta ânsia de vômito quanto sorvete no café da manhã. Mas foi o que eu achei. Ora, eu posso ser aporrinhado, xingado, posso levar “patada” a torto e a direito, mas não podia nunca revidar, num momento “todo meu” de saco cheio, dizendo que uma “mulher” estava se comportando comouma velha birrenta, infeliz e mal amada. Eis o meu crime; o comentário maldito que fiz. Uma vez tendo dito isso, nenhuma fêmea vai querer saber os motivos de tal grosseria, e vai apoiar incondicionalmente qualquer coisa bem pior que a mente versada em xingamentos que a vítima possui possa encontrar para dizer sobre mim; afinal, eu disse o que disse…

…Contra uma mulher!

Fim do barraco.

Igreja Evangélica Pentecostal do Poder de Jesus Cristo

Igreja Evangélica Pentecostal do Poder de Jesus Cristo. Nunca ouvi falar. Nem o Google. E, hoje em dia, se você pesquisar no Google e vier a mensagem de que “nenhum resultado foi encontrado”, é provável que você esteja diante de algo que não entrou ainda na nossa galáxia.

Entretanto, essa igreja existe, e a foto acima é a da sua sede. Bem humilde, por sinal, mas quem sabe o que o futuro lhe reserva? Talvez daqui a uns 10 anos, se não menos, ela tenha um templo luxuoso em cada capital do país e uma rede de tevê só dela… Isso só vai depender da habilidade dos seus fundadores. Habilidade empresarial, eu diria, porque se eles forem se fiar apenas nos milagres… dá para ver paralítico andando, cego voltando a enxergar, gente sendo limpa do câncer por todo lugar… e em palcos mais bonitinhos do que esse. Com um pouco de sorte, dá até para ver o mesmo paralítico ficar curado duas vezes em duas igrejas diferentes. Ô Glória!!!

Então fica-se na dependência exclusiva do tino comercial do cara que teve a ideia de ganhar dinheiro vendendo entradas para o Céu. Mas, enfim. Ponto. Parágrafo.

O que me atiça a curiosidade é o motivo que levaria uma pessoa que já pertence a uma determinada denominação a mudar sua fé de endereço e vir choramingar suas mazelas para Deus nessa kitnet sagrada.

Por que uma pessoa religiosa iria frequentar essa nova igreja em vez de se aboletar nos bancos de madeira lustrosos da igreja católica, ou nas cadeiras brancas de plástico da Universal, ou mesmo ficar em pé vendo o pastor Valdemiro executar quase todos os milagres possível no palco da IMPD? Por que confiar no pastor da Igreja Evangélica Pentecostal do Poder de Jesus Cristo para lhe conduzir pelo caminho estreito, em vez dos padres e bispos de outras igrejas já “consagradas” pela opinião pública? O que a “IEPPJC” tem a oferecer que as outras não têm? Que atrativo ela tem de especial?

Será que lá se cobra apenas 5% do salário como dízimo? Será que ela garante acesso ao Paraíso sem passagem pelo Purgatório? Será que ela perdoa pecados pela internet? Eu não sei.

O que eu sei é que as pessoas deveriam ter um motivo bem definido e facilmente explicável para quem lhe perguntasse: “ —  Por que você frequenta a IEPPJC e não a IMPD, ou a IURD?”

O engraçado é que elas, quase sempre, nunca sabem e quando, de fato, querem dar uma explicação, elas soam das mais ridículas ou simplesmente não explicam nada. Algumas argumentam que todas as religiões levam a Deus, mas, então, por que você está nessa e não naquela outra? É porque a igreja fica mais perto? É porque o templo tem ar-condicionado?

Pode até ser engraçado a cara que elas fazem quando percebem que não têm a resposta, mas é  trágico constatar que essas pessoas nunca haviam pensado sobre isso antes.


Zilda Arns – Uma outra opinião


Autor: Janer Cristaldo

A “pérola das Antilhas” – isto é, o Haiti – gaba-se de ter sido o primeiro país latino-americano a declarar-se independente. Unidos sob a liderança de Toussaint L’Ouverture e, mais tarde, do ex-escravo Jean-Jacques Dessalines, negros e mulatos combateram as tropas francesas até a proclamação da independência em 1804. Independência para quê? Hoje, o Haiti é o país mais pobre do continente. Em um ranking de 180 países, seu PIB per capita ocupa o 130º lugar.

A Libéria – isto é, a Terra Livre – foi fundada no século XIX por escravos libertos dos Estados Unidos, não tendo conhecido o domínio colonial. O país foi criado pela American Colonization Society, organização criada em 1816 por Robert Finley, cujo objetivo era levar para a África negros livres ou negros que tinham sido libertos da escravidão. Segundo Finley e outros líderes americanos, os negros jamais seriam capazes de se integrar na sociedade do país. A única solução seria reenviá-los para a África, para evitar tanto a criminalidade como o casamento interracial.

Em 1821, a American Colonization Society adquiriu uma parcela de terra na África, onde se fixariam os primeiros colonos negros oriundos dos Estados Unidos. Em 1847, a Libéria declarou a sua independência, tornando-se o primeiro país africano a tornar-se independente. Independência para quê? Hoje, a Libéria é ainda mais pobre que o Haiti. No mesmo ranking de 180 países, seu PIB per capita ocupa o 159º lugar.

Conclusão? Antes que me chamem de racista, apelo ao testemunho de George Samuel Antoine, cônsul do Haiti no Brasil. Sem saber que estava sendo gravado pela reportagem do SBT Brasil, Samuel Antoine disse: “O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá fodido”. Verdade que logo depois se apressou em dizer que foi mal interpretado. Mas não vejo muito como interpretar mal sua afirmação. Disse, está dito. Como cônsul, deve conhecer bem o país que representa.

Em 1957, o médico François Duvalier, mais conhecido como Papa Doc, foi eleito presidente do Haiti, onde instaurou um governo baseado no terror promovido pelos tontons macoutes, membros de sua guarda pessoal. Em 1964, no melhor estilo de Fidel Castro ou Hugo Chávez, decretou sua presidência vitalícia. Deu ordens para a produção de panfletos, onde, entre outras informações, designava-se deus. Foi quando o Haiti tornou-se a nação mais pobre do continente. Ao morrer, em 1971, foi substituído por seu filho, Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc, que hoje come o amargo caviar do exílio em Paris.

Escrevi ontem sobre Zilda Arns, a Teresa de Calcutá tupiniquim, morta no terremoto, e afirmei: “quem conhece o que penso de Agnes Gonxha Bojaxhiu, a santarrona albanesa, sabe que nisto não vai nenhum elogio”. Não faltou leitor que me interpelasse. Que tens contra a madre Teresa? É leitor que não me acompanha. Entre outras proezas, madre Teresa recebeu das mãos de Baby Doc a “Légion d’honneur” haitiana. Isso sem falar nas flores que levava à tumba de um dos mais sanguinários ditadores dos Balcãs, Enver Hoxha, seu conterrâneo. Mas falava da Arns, a novel santa brasileira.

Escreveu um de meus interlocutores: “Janer, tua biografia poderia passar sem essa crônica. Misturas alhos com bugalhos e de leva ofendes a Zilda Arns.. Essa mulher conseguiu criar, no Brasil, um serviço que reúne 250 mil voluntários e atende dois milhões de pessoas. O fato de ser religiosa apenas mostra a base para seus ideais. Independentemente da tua fobia por papas, bispos ou cardeais, poderias ter passado sem realizar essa agressão gratuita para uma pessoa cujo único crime foi a bondade”.

Bondade? Em termos. Por trás da bondade, muitas vezes se esconde a perversidade. Para atender dois milhões de miseráveis é preciso que existam dois milhões de miseráveis. O número deles seria menor se houvesse uma política de redução da natalidade. Isto, como boa católica, Zilda Arns não admitia. Condenava anticoncepcionais e preservativos. The sperm is sacred, como diziam os Monty Python. Esta atitude criminosa da Igreja romana, que só aumenta a miséria no mundo, está dizimando africanos aos magotes, pela AIDS, nos países de predominância católica. A Teresa de Calcutá tupiniquim foi cúmplice desta política assassina. Com sua atitude hipócrita, Zilda Arns criava os miseráveis para depois atendê-los. A Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana é uma caftina de miseráveis. Não por acaso, só se expande em países pobres. Sem miséria, não é fácil ser santo. Falta clientela.

Este política pode ser vista em São Paulo. Quando alguma autoridade inventa de retirar os mendigos da rua, lá vêm as igrejeiras: “quem tirou daqui nossos mendigos? Queremos nossos mendigos de volta”. Não estou usando de retórica. Esta frase eu a li no Ceciliano, boletim da paróquia de Santa Cecília, aqui ao lado de onde moro. Quando foram retirados os mendigos do largo que entorna a Igreja, os padres chiaram: queremos nossos mendigos de volta.

Miséria, bem explorada, dá lucro. Com milhares de mendigos na rua, estão garantidos os milhões de dólares que a Miseoror, a Cáritas e outras entidades européias enviam para a Igreja brasileira. Com estes milhões, Arns fornecia aos miseráveis uma sopa feita de arroz, milho, sementes de abóbora e cascas de ovo. Ontem ainda, esta gororoba foi saudada pelo senador Flávio Arns, seu sobrinho, como o grande “legado” deixado pela titia na luta contra a mortalidade infantil. Lula já pede um prêmio Nobel póstumo para a santarrona de Forquilhinha.

Last but not least, não tenho fobia nenhuma por papas, bispos ou cardeais. Tenho asco. É diferente.


Pai, Pai, por que me abandonaste?

Antes de continuar com a série De olhos bem fechados, eu quero informar que não vou mais responder (pelo menos não individualmente) a todos os comentários postados em cada um dos meus textos. Se fizesse isso, só a minha cara ia aparecer aí nas Pedradas. Não queria que, com isso, os meus leitores se sentissem abandonados, assim como os cristãos se sentem abandonados pelo Deus deles, que costumava andar por aí tomando a fresca da tarde (assim, tipo, pra desopilar), que vivia soltando seu vozeirão lá de cima das nuvens pra quem quisesse ouvir aqui embaixo, que falava diretamente com os seus representantes legais, que aparecia para eles para tirar dúvidas quanto ao cumprimento da lei, que mandava anjos, que incendiava sarças, que era um showman (ou um showgod) e que, de repente, depois que inventaram a filmadora portátil… sumiu.

Não, não quero que os meus leitores pensem que eu os abandonei. Os comentários são enviados pelo site diretamente para o meu email e eu leio todos. E não deleto nenhum aqui no blog, nem os daqueles que me ofendem, que me chamam de louco, ou de porco que não merece as pérolas divinas (um artifício, a meu ver, muito bem concebido — explico ainda mais à frente na série). Eu só não quero repetir o mesmo erro que cometi no Orkut, quando participava de debates, e que só me deu dor de cabeça. Explico melhor nesse texto Aqui.

Assim, gostaria que meus leitores não achassem falta de educação da minha parte por eu não lhes responder sempre diretamente nos comentários. Se fizesse isso, não teria tempo para escrever os posts…

%d blogueiros gostam disto: