“A Criação do Deus Bíblico”, por Wagner Menke

Jesus: o mito da divinização do homem

Jesus de Nazaré vs. Jesus Cristo

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Abaixo, o excelente vídeo indicado pelo leitor Eddie.

Numa entrevista de quase uma hora ao programa “Ciência & Consciência“, o ex-padre Marcelo da Luz, autor do livro “Onde a religião termina?“, fala de uma forma bastante sóbria e honesta sobre o que o levou a tornar-se um descrente da fé que professava: a percepção de que, embora Jesus de Nazaré provavelmente tenha mesmo existido, Jesus Cristo foi apenas um mito desenvolvido a partir da história de um homem incomum, mas mortal, e cheio de defeitos.

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A primeira Bíblia é de graça [Republicação]

Crianças adoram desenhos animados e todo mundo sabe disso.

Qual a maneira mais fácil de ter a atenção de garotinhos ateus e garotinhas ateias, de forma a poder ajudar seus pais a enfiar-lhes na cabeça uma crença estúpida, inútil e infundada? Faça um desenho animado bem fofinho e de boa qualidade contendo os principais tópicos que elas precisam internalizar, adicione uma ameaça de punição, e você estará no caminho certo.

O grande mérito desse vídeo abaixo é que ele consegue destacar de uma forma assombrosamente clara dois pontos  do cristianismo que, sempre que possível, são mais bem disfarçados:

1) ame a Deus durante a sua curta vida na Terra, ou ele vai ferrar você por toda a eternidade; e

2) compre aqui o que você precisa para aprender a puxar o saco dele.


“Saída pela direita”

Eu acho lindo ver uma teoria sendo comprovada. A minha é a de que o crente vive permanentemente drogado, e sustenta esse estado alucinatório mentindo para si e para os outros. Descaradamente. Como se ninguém tivesse um cérebro que pudesse usar para perceber o engodo. Isso é um troço que me revolta.

Vê só, nesse vídeo abaixo, o Jô Soares querendo tirar uma dúvida sobre as chamadas “línguas estranhas”, tema já abordado Aqui no blog, recentemente. O Jô, assim como eu, tem a impressão de que o dom de falar em línguas, concedido pelo Espírito Santo, é subutilizado pelos cristãos pentecostais, a ramificação cristã que — por algum motivo — foi a única premiada com esse dom de Deus.

Em vez de usarem o dom para saírem pelo mundo evangelizado outros povos, eles usam essa ferramenta utilíssima apenas para se comunicar com o Espírito Santo, coisa que já podiam fazer no seu próprio idioma, sem nunca ter recebido dom nenhum, ou até mesmo em silêncio, sem precisar proferir uma única palavra.

Vê que desperdício: um cristão pentecostal assalariado, que cursou apenas o Ensino Fundamental, poderia ser despachado num voo para a Rússia, ou para a China, mesmo sem nunca ter estudado russo nem mandarim. Ele chegaria lá e já poderia ser entendido pelos ateus locais, milagrosamente, podendo começar imediatamente o seu trabalho de catequese. Simples, prático, e divino!

Mas pra fazer um negócio desses seria preciso que Deus existisse. Daí que eles ficam fazendo pose de “iluminados” enquanto soltam os seus

Shalará bacântari malará shará bantúria…

que ninguém, nem mesmo eles, entende do que se trata, e esquecem que o dom bíblico também faz menção a ser entendido em outras línguas, qualquer uma — por mais “estranha” que seja a quem tem o dom. Foi isso que o Jô Soares quis saber do seu entrevistado religioso: por que eles não usam a parte “útil” do dom de falar em línguas?

Como, obviamente, não tinha nenhuma resposta honesta para dar, porque tudo se trata mesmo de uma grande e ridícula fraude, o entrevistado começa falando que essa experiência é uma das mais antigas registradas por Paulo, e, a partir daí, usa toda a sua técnica de enrolar e enrolar até o perguntador se esquecer qual foi mesmo a pergunta feita.

É uma técnica infalível para se usar num programa de tevê, onde o tempo é contado, e diante de um outro crente, que, percebendo ou não a embromação, certamente evitaria exigir uma resposta honesta. Religião e honestidade são duas palavras inconciliáveis.

O vídeo é o que segue:

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A Evolução da Escrita

Minha tradução de um vídeo antigo, mas bem interessante sobre a evolução da escrita. Não esqueça de acionar o botão das legendas. Se não visualizar as legendas nessa página, assista no YouTube.

“A Verdade sobre a Carne”

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O mundo precisa de religião porque as pessoas não seriam capazes de engolir certas verdades cruas.

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